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- Homem é executado com vários tiros em Ponta Porã
O caso ocorreu em Ponta Porã. (Reprodução, Ponta Porã Informa) O ataque ocorreu no início da tarde Um homem, identificado inicialmente como ‘Miro’, foi executado na tarde desta quinta-feira (29), após ser interceptado por um motociclista, na Rua Jorge Salomão, em Ponta Porã, a 295 km de Campo Grande. Segundo o Ponta Porã Informa, a vítima conduzia um Uno, de cor branca, quando foi interceptada pelo atirador. Assim, o suspeito efetuou vários disparos de pistola, conforme as suspeitas iniciais. Durante o ataque, a vítima perdeu o controle da direção e colidiu com o muro de uma residência. O homem trabalhava como gerente de uma empresa em Pedro Juan Caballero. Fonte: Midiamax
- Bancos para arquibancadas poderão custar até R$ 1,76 milhão para Glória de Dourados
Pregão foi voltado à compra de cadeiras para arquibancadas – imagem ilustrativa. (Reprodução, Pixabay) Vencedora da ata de registro de preços foi a empresa Neves Engenharia – Projetos e Construções LTDA A empresa Neves Engenharia – Projetos e Construções LTDA (CNPJ 41.171.531/0001-24) foi a vencedora da ata de registro de preços para eventual compra de assentos de arquibancadas para a Prefeitura de Glória de Dourados, município a 259 km de Campo Grande. O contrato pode chegar a R$ 1,76 milhão (R$ 1.764.000,00). O Extrato da Ata de Registro de Preços nº 001/2026 foi publicado no Diário Oficial da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), desta quinta-feira (29). Cada assento irá custar R$ 450. A previsão é de aquisição de até 3.920 cadeiras em polipropileno rebatível com base e encosto vazados para ginásios e espaços públicos destinados a eventos esportivos e culturais. A vigência da ata de registro de preço é de 12 meses. A intenção da compra seria modernizar a estrutura física e proporcionar melhores condições para a prática de atividades esportivas, recreativas e institucionais. Fonte: Midiamax
- Ex-prefeito de Anaurilândia enfrenta outro processo por improbidade administrativa
Prefeito de Anaurilândia moveu ação contra lei da Câmara. (Foto: MPMS) Desta vez, Vagner Guirado aparece como réu ao lado de empresa de terraplanagem e pavimentação Vagner Alves Guirado, então integrante do PL, ex-prefeito de Anaurilândia, que por seis vezes enfrentou processos por suspeita de crimes ligados à improbidade administrativa, deve enfrentar uma nova demanda judicial. Desta vez, conforme determinação do juiz Eduardo Augusto Alves, marcou audiência de instrução e julgamento para o dia 7 de maio próximo, às 13h30, no fórum da cidade. Segundo o Processo 0900032-11.2017.8.12.0022, o ex-prefeito e a empresa Autovia Terraplanagem e Pavimentação aparecem como réus numa ação civil de improbidade administrativa – dano ao erário. “Determino a intimação pessoal das partes para comparecimento à audiência, advertindo-as de que a ausência injustificada ou a recusa em responder às perguntas que lhes forem formuladas poderá implicar confissão quanto à matéria de fato, nos termos do art. 385, § 1º, do Código de Processo Civil”, ordenou o magistrado. Nomes de políticos condenados por improbidade administrativa vão parar na conhecida lista suja, o que o afasta por período de oito anos da política. Casos Já em 2019, sete anos atrás, em ação do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o ex-prefeito foi condenado por improbidade administrativa por realizar contrato com empresa da própria irmã. A Promotoria de Justiça de Anaurilândia, por meio do promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, ajuizou, em 11/02/2016, ação de improbidade administrativa (nº 0800045-36.2016.8.12.0022) em desfavor do então prefeito Vagner Alves Guirado; da irmã dele, Aparecida Guirado Teixeira; Jeferson Umada Monteiro; Neemias Queiroz Monteiro; Supermercado Umada Ltda.; e Dante Natalício Grisólia — imputando-lhes a prática de ato de improbidade por realizarem contratos administrativos com empresas que continham como sócios parentes de vereador, do prefeito e do secretário municipal. Guirado virou alvo de inquérito civil depois da reprovação das contas de sua gestão no exercício de 2013. Relatório técnico do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul) identificou irregularidades como divergências de valores e falta de documentos. Em novembro de 2023, por meio de ação civil pública surgida seis anos antes, o ex-prefeito se livrou de ação por improbidade administrativa. Ele foi acusado do crime em 2017, por gastar mais de 75% da receita com salários, a princípio desobedecendo aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Conforme o juiz Rafael Condé, da Vara de Anaurilândia, o caso não caracterizou a improbidade, uma vez que não foi identificado dolo. Ou seja, “a vontade consciente de alcançar o resultado ilícito tipificado”. A reportagem tentou ouvir o ex-prefeito, mas não conseguiu, até a publicação deste material. Se houver manifestação, a reportagem será atualizada. Fonte: Midiamax
- Fim de semana será ensolarado e com possibilidade de tempestades isoladas em MS
Tempo em Campo Grande. (Foto: Karina Campos, Jornal Midiamax) São esperados acumulados de chuva acima de 130 mm, principalmente nas regiões centro-sul e norte do Estado O fim de semana em Mato Grosso do Sul será ensolarado, podendo ocorrer variação de nebulosidade e eventuais pancadas de chuvas e tempestades, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento. As previsões são referentes aos dias 29 de janeiro a 14 de fevereiro de 2026. Conforme o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), são esperados acumulados de chuva acima de 130 mm, principalmente nas regiões centro-sul e norte do Estado. Entre sexta-feira (30) e sábado (31), a chance de chuva ocorre devido ao avanço de uma frente fria associada à atuação do ciclone extratropical que se forma no oceano Atlântico Sul, na altura das regiões Sul e Sudeste do Brasil. O impacto sobre Mato Grosso do Sul ocorre de forma indireta, principalmente por meio da frente fria associada ao fenômeno. No domingo (1°) e na segunda-feira (2), um sistema de baixa pressão entre o Paraguai, a Bolívia e Mato Grosso do Sul, aliado ao aquecimento diurno, pode favorecer a instabilidade atmosférica no Estado, ocasionando acumulados de chuva com valores acima de 40 mm/24h. Os ventos atuam do quadrante norte com velocidades que variam entre 40 km/h e 60 km/h, com possibilidade de rajadas pontuais superiores a 60 km/h. Confira as temperaturas mínimas e máximas, por região: Regiões sul, cone-sul e Grande Dourados: mínimas entre 20-22°C e máximas entre 25-34°C. Regiões pantaneira e sudoeste: mínimas entre 23-26°C e máximas entre 28-36°C. Regiões do bolsão, norte e leste: mínimas entre 21-23°C e máximas entre 28-35°C. Campo Grande (Capital): mínimas entre 22-24°C e máximas entre 26-31°C. Fonte: Midiamax
- Na disputa pela vice-liderança, Águia Negra e Bataguassu empatam em jogo movimentado
Águia melhorou no segundo tempo e buscou o empate (Foto: Franz Mendes) Com o resultado, três equipes somam quatro pontos, mas Bata está na segunda colocação pelos critérios técnicos, com Águia em terceiro e Costa Rica em quarto O Águia Negra recebeu na quarta-feira (28) o Bataguassu no Ninho da Águia para a segunda rodada do Campeonato Sul-Mato-Grossense da Série A. Ambas estavam embaladas pela vitória na primeira rodada e na disputa pelas primeiras posições da tabela. Em campo, o placar apontou um empate em 1 a 1, que manteve as duas equipes na segunda e terceira posições do campeonato. O líder é o Operário, que venceu o CR Aquidauana por três a zero. Em Rio Brilhante, Filipe colocou o Bataguassu na frente no primeiro tempo e Vítor Ramos igualou para o Águia na etapa final. O resultado deixa as duas equipes com quatro pontos, assim como o Costa Rica. Na próxima rodada, os dois times jogam no sábado (31), fora de casa. O Águia Negra enfrenta o DAC no Estádio Douradão e o Bata visita o Corumbaense FC no Arthur Marinho. A partida O primeiro tempo teve vantagem do time visitante. O gol saiu aos 19 minutos em boa jogada de Alex Choco pela direita. O atacante invadiu a área e tentou o toque no meio para Paolo, mas a zaga cortou parcialmente. A sobra ficou com Filipe que pegou de primeira, sem chances para o goleiro Fernando Nunes, para fazer 1 a 0. O empate do Águia Negra veio aos 21 minutos do segundo tempo com ajuda de todo sistema defensivo do Bataguassu. Em saída errada, a bola chegou para Eto’o que avançou e rolou para Vitor Ramos na esquerda. O atacante bateu sem jeito, mas o goleiro Pazetti, que chegou a tocar na bola, não conseguiu desviar para evitar o gol rubronegro. Fonte: Midiamax
- Justiça absolve ex-vereador que teria pedido para prefeito ‘amaciar’ licitação em Ribas do Rio Pardo
Vereador e ex-presidente da Câmara, Tiago Gomes de Oliveira, o Tiago do Zico. (Divulgação, CMRRP) Prefeitura iria lançar certame para o transporte escolar do Município, ramo no qual o parlamentar atuava antes de entrar para a política A Justiça absolveu o ex-vereador Tiago Gomes de Oliveira, o Tiago do Zico (PSDB), em processo por corrupção passiva por suposto pedido de “favor” ao então prefeito de Ribas do Rio Pardo, João Alfredo Danieze (PSOL). O fato teria acontecido em 2021, enquanto Tiago era presidente da Câmara Municipal de Ribas do Rio Pardo. Conforme os autos, Tiago teria enviado mensagem ao prefeito, perguntando se ele não iria “amaciar” para as empresas de transporte em Ribas do Rio Pardo. Isso porque o parlamentar seria dono de uma dessas empresas. Inclusive, Tiago teria transferido a empresa para o nome da esposa. A conversa com o prefeito teria ocorrido na tentativa de direcionar licitação para aquisição de veículos escolares. O chefe do Executivo acabou denunciando o caso à polícia. Conversa foi tirada de contexto, alega vereador O caso foi levado até a Polícia Civil, que instaurou inquérito. Em reunião no gabinete do prefeito, o vereador ainda teria deixado claro o interesse na contratação da empresa e também teria conversado com licitantes durante o certame. O que o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) aponta é que o vereador teria deixado clara a intenção de ser favorecido na licitação. Ainda mais, haveria vídeo em que ele foi gravado pedindo vantagens indevidas, indiretamente. Tiago defendeu que utilizou o termo “amaciar” no sentido de apenas sugerir uma flexibilização das exigências do edital de licitação do transporte escolar, com a intenção de estabelecer diálogo. Além disso, alegou que Danieze teria omitido parte da conversa em que o convidara para participar de reunião com empresários do ramo. Falta de ‘provas robustas’ Entretanto, em decisão, o juiz Cesar David Maudonnet, da Vara de Ribas do Rio Pardo, considerou que as provas apresentadas não eram robustas suficientes para comprovar solicitação, recebimento ou promessa de vantagem indevida. “A expressão ‘dar uma amaciada’, apesar de trazer indícios da conduta imputada, revela-se vaga e ambígua, insuficiente para caracterizar, por si só, a tipicidade penal”, avaliou Maudonnet. Fonte: Midiamax
- Justiça absolve ex-vereador que teria pedido para prefeito ‘amaciar’ licitação em Ribas do Rio Pardo
Vereador e ex-presidente da Câmara, Tiago Gomes de Oliveira, o Tiago do Zico. (Divulgação, CMRRP) Prefeitura iria lançar certame para o transporte escolar do Município, ramo no qual o parlamentar atuava antes de entrar para a política A Justiça absolveu o ex-vereador Tiago Gomes de Oliveira, o Tiago do Zico (PSDB), em processo por corrupção passiva por suposto pedido de “favor” ao então prefeito de Ribas do Rio Pardo, João Alfredo Danieze (PSOL). O fato teria acontecido em 2021, enquanto Tiago era presidente da Câmara Municipal de Ribas do Rio Pardo. Conforme os autos, Tiago teria enviado mensagem ao prefeito, perguntando se ele não iria “amaciar” para as empresas de transporte em Ribas do Rio Pardo. Isso porque o parlamentar seria dono de uma dessas empresas. Inclusive, Tiago teria transferido a empresa para o nome da esposa. A conversa com o prefeito teria ocorrido na tentativa de direcionar licitação para aquisição de veículos escolares. O chefe do Executivo acabou denunciando o caso à polícia. Conversa foi tirada de contexto, alega vereador O caso foi levado até a Polícia Civil, que instaurou inquérito. Em reunião no gabinete do prefeito, o vereador ainda teria deixado claro o interesse na contratação da empresa e também teria conversado com licitantes durante o certame. O que o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) aponta é que o vereador teria deixado clara a intenção de ser favorecido na licitação. Ainda mais, haveria vídeo em que ele foi gravado pedindo vantagens indevidas, indiretamente. Tiago defendeu que utilizou o termo “amaciar” no sentido de apenas sugerir uma flexibilização das exigências do edital de licitação do transporte escolar, com a intenção de estabelecer diálogo. Além disso, alegou que Danieze teria omitido parte da conversa em que o convidara para participar de reunião com empresários do ramo. Falta de ‘provas robustas’ Entretanto, em decisão, o juiz Cesar David Maudonnet, da Vara de Ribas do Rio Pardo, considerou que as provas apresentadas não eram robustas suficientes para comprovar solicitação, recebimento ou promessa de vantagem indevida. “A expressão ‘dar uma amaciada’, apesar de trazer indícios da conduta imputada, revela-se vaga e ambígua, insuficiente para caracterizar, por si só, a tipicidade penal”, avaliou Maudonnet. Fonte: Midiamax
- Com políticos de MS, caminhada de 240 km em apoio a Bolsonaro chega a Brasília
Vereadora Ana Portela ao lado dos deputados Rodolfo Nogueira e João Henrique Catan. Reprodução Redes sociais. A cidade será palco de uma manifestação realizada pelos bolsonaristas neste domingo A caminhada em prol do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou em Brasília no final da tarde deste sábado (24). A cidade será palco de uma manifestação realizada pelos bolsonaristas neste domingo (25), em Brasília. O número de políticos sul-mato-grossenses que acompanham o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) subiu. Capitão Contar, Rodolfo Nogueira e a vereadora Ana Portela – todos do PL- se uniram ao grupo nesta sexta-feira (23). O deputado João Henrique Catan (PL) participa da caminhada encabeçada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) desde segunda-feira (20). Já o deputado Marcos Pollon (PL) chegou na quinta-feira (22). A “romaria”, que se iniciou em Minas Gerais, passou por Goiás, rumo à Brasília. Nikolas divulga nas redes sociais momentos do trajeto. A caminhada começou na tarde da última segunda-feira (19) e percorreu 240 quilômetros. O deputado relembra também personagens emblemáticos no processo que tramitou no STF (Supremo Tribunal Federal). Entre eles, a cabeleireira Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, que escreveu na estátua da Justiça a frase “Perdeu, Mané”. Jair Bolsonaro também foi condenado no processo do golpe e hoje cumpre pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. A caminhada de Nikolas Ferreira e outros apoiadores de Bolsonaro não poderá seguir em direção às proximidades da Papudinha, já que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu a realização de manifestações no local. Fonte: Midiamax
- Com políticos de MS, caminhada de 240 km em apoio a Bolsonaro chega a Brasília
Vereadora Ana Portela ao lado dos deputados Rodolfo Nogueira e João Henrique Catan. Reprodução Redes sociais. A cidade será palco de uma manifestação realizada pelos bolsonaristas neste domingo A caminhada em prol do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou em Brasília no final da tarde deste sábado (24). A cidade será palco de uma manifestação realizada pelos bolsonaristas neste domingo (25), em Brasília. O número de políticos sul-mato-grossenses que acompanham o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) subiu. Capitão Contar, Rodolfo Nogueira e a vereadora Ana Portela – todos do PL- se uniram ao grupo nesta sexta-feira (23). O deputado João Henrique Catan (PL) participa da caminhada encabeçada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) desde segunda-feira (20). Já o deputado Marcos Pollon (PL) chegou na quinta-feira (22). A “romaria”, que se iniciou em Minas Gerais, passou por Goiás, rumo à Brasília. Nikolas divulga nas redes sociais momentos do trajeto. A caminhada começou na tarde da última segunda-feira (19) e percorreu 240 quilômetros. O deputado relembra também personagens emblemáticos no processo que tramitou no STF (Supremo Tribunal Federal). Entre eles, a cabeleireira Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, que escreveu na estátua da Justiça a frase “Perdeu, Mané”. Jair Bolsonaro também foi condenado no processo do golpe e hoje cumpre pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. A caminhada de Nikolas Ferreira e outros apoiadores de Bolsonaro não poderá seguir em direção às proximidades da Papudinha, já que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu a realização de manifestações no local. Fonte: Midiamax
- Maior tragédia aérea de MS é assunto delicado para fotógrafo que perdeu voo: ‘Por muito tempo, não quis falar’
Acidente aéreo em Ponta Porã deixou 19 mortos, em 1974. (Foto: Roberto Higa) Aeronave da Força Aérea Brasileira caiu em Ponta Porã, em 1974 Em 1974, Ponta Porã foi palco de um acidente aéreo que marcou a população do Estado de Mato Grosso. O canal do YouTube “Aviões e Músicas”, do mecânico internacional de aeronaves Lito Sousa, resgatou a história por trás da tragédia, envolvendo 20 militares do Exército. No dia 18 de setembro, uma aeronave da Força Aérea Brasileira, de modelo C-115 Búfalo, voaria de Campo Grande até Ponta Porã para transportar uma comitiva militar de alto escalão. Antes de pousar no destino, o voo desceria também em Nioaque e Bela Vista. Contudo, naquele dia, as condições climáticas eram desfavoráveis e uma neblina densa se formava. Por isso, foi decidido que o voo seria direto para Ponta Porã. Ao se aproximarem da cidade, a neblina dificultou o pouso. O piloto tentou, por duas vezes, aproximar-se o máximo que podia do solo, mas sem sucesso. Segundo testemunhas, na segunda tentativa, a aeronave teria batido em árvores próximas, na torre de uma igreja católica e em uma caixa d’água. O avião caiu a cerca de 500 metros da pista, onde hoje está localizado o Parque dos Ervais. O tanque de combustível ainda estava cheio, pois não havia feito as paradas previstas. Assim, com a queda, houve também uma explosão, que tomou em chamas os destroços da aeronave. Sobrevivente estava de pé na aeronave Das 20 vítimas, apenas uma sobreviveu: o sargento mecânico Shiro Ashiuchi. Segundo relatos, ele não estava usando cinto, pois não estava sentado no momento da aproximação. O sargento estaria em pé, atrás do piloto, auxiliando-o no pouso. Com a força do impacto no solo, Shiro foi arremessado para fora do avião, antes de a explosão acontecer. Mesmo assim, sofreu queimaduras severas, além de passar por amputações nas pernas. O sargento ficou mais de um ano internado. Sua vida foi salva graças a uma jovem que passava no local e prestou socorros. Ao contrário de outras pessoas que presenciaram o acidente, Belmira Villanueva correu até os destroços do avião e achou Shiro ainda com vida. Ela o arrastou para longe das chamas, impedindo que ele morresse no local. Imprevisto impediu fotógrafo de Campo Grande de pegar o voo Roberto Higa embarcaria junto aos militares para cobrir o evento. Ao Jornal Midiamax, o fotógrafo contou que seria acompanhado de um cinegrafista do jornal no qual trabalhava, na época. Contudo, o carro ficou indisponível para levá-los no momento do embarque. “Naquela época, o carro dependia de entregar primeiro o jornal na banca para depois nos pegar, porque tinha que ser cedo. Então, ele, como sempre, atrasou. E, quando chegamos na base aérea, só vimos o rabo do avião. Ele partiu sem a gente”, explicou Higa. Quando souberam da notícia, ficaram em choque — o motorista do jornal, principalmente. “Ele não conseguiu nem pegar o carro”, recordou o fotógrafo. Assim, o diretor do jornal pegou sua Brasília e eles foram dirigindo até Ponta Porã para cobrir o acidente. “Chegamos lá e estava aquele alvoroço todo”, explicou. Quando se recorda do acidente, Higa ressalta o trajeto que fizeram para chegar à cidade a tempo. “Fizemos um caminho completamente maluco, num lugar sem asfaltos. Só com a graça de Deus, mesmo, que a gente conseguiu chegar e voltar para publicar isso tudo”, conta. “Chegamos ainda a tempo de fotografar o velório dos militares mortos nesse acidente, que foi uma coisa, para mim, muito, muito triste, sabe? Eu não me sinto bem. Até hoje, falando a respeito, a emoção bate doído”, finaliza Higa. Fonte: Midiamax
- Maior tragédia aérea de MS é assunto delicado para fotógrafo que perdeu voo: ‘Por muito tempo, não quis falar’
Acidente aéreo em Ponta Porã deixou 19 mortos, em 1974. (Foto: Roberto Higa) Aeronave da Força Aérea Brasileira caiu em Ponta Porã, em 1974 Em 1974, Ponta Porã foi palco de um acidente aéreo que marcou a população do Estado de Mato Grosso. O canal do YouTube “Aviões e Músicas”, do mecânico internacional de aeronaves Lito Sousa, resgatou a história por trás da tragédia, envolvendo 20 militares do Exército. No dia 18 de setembro, uma aeronave da Força Aérea Brasileira, de modelo C-115 Búfalo, voaria de Campo Grande até Ponta Porã para transportar uma comitiva militar de alto escalão. Antes de pousar no destino, o voo desceria também em Nioaque e Bela Vista. Contudo, naquele dia, as condições climáticas eram desfavoráveis e uma neblina densa se formava. Por isso, foi decidido que o voo seria direto para Ponta Porã. Ao se aproximarem da cidade, a neblina dificultou o pouso. O piloto tentou, por duas vezes, aproximar-se o máximo que podia do solo, mas sem sucesso. Segundo testemunhas, na segunda tentativa, a aeronave teria batido em árvores próximas, na torre de uma igreja católica e em uma caixa d’água. O avião caiu a cerca de 500 metros da pista, onde hoje está localizado o Parque dos Ervais. O tanque de combustível ainda estava cheio, pois não havia feito as paradas previstas. Assim, com a queda, houve também uma explosão, que tomou em chamas os destroços da aeronave. Sobrevivente estava de pé na aeronave Das 20 vítimas, apenas uma sobreviveu: o sargento mecânico Shiro Ashiuchi. Segundo relatos, ele não estava usando cinto, pois não estava sentado no momento da aproximação. O sargento estaria em pé, atrás do piloto, auxiliando-o no pouso. Com a força do impacto no solo, Shiro foi arremessado para fora do avião, antes de a explosão acontecer. Mesmo assim, sofreu queimaduras severas, além de passar por amputações nas pernas. O sargento ficou mais de um ano internado. Sua vida foi salva graças a uma jovem que passava no local e prestou socorros. Ao contrário de outras pessoas que presenciaram o acidente, Belmira Villanueva correu até os destroços do avião e achou Shiro ainda com vida. Ela o arrastou para longe das chamas, impedindo que ele morresse no local. Imprevisto impediu fotógrafo de Campo Grande de pegar o voo Roberto Higa embarcaria junto aos militares para cobrir o evento. Ao Jornal Midiamax, o fotógrafo contou que seria acompanhado de um cinegrafista do jornal no qual trabalhava, na época. Contudo, o carro ficou indisponível para levá-los no momento do embarque. “Naquela época, o carro dependia de entregar primeiro o jornal na banca para depois nos pegar, porque tinha que ser cedo. Então, ele, como sempre, atrasou. E, quando chegamos na base aérea, só vimos o rabo do avião. Ele partiu sem a gente”, explicou Higa. Quando souberam da notícia, ficaram em choque — o motorista do jornal, principalmente. “Ele não conseguiu nem pegar o carro”, recordou o fotógrafo. Assim, o diretor do jornal pegou sua Brasília e eles foram dirigindo até Ponta Porã para cobrir o acidente. “Chegamos lá e estava aquele alvoroço todo”, explicou. Quando se recorda do acidente, Higa ressalta o trajeto que fizeram para chegar à cidade a tempo. “Fizemos um caminho completamente maluco, num lugar sem asfaltos. Só com a graça de Deus, mesmo, que a gente conseguiu chegar e voltar para publicar isso tudo”, conta. “Chegamos ainda a tempo de fotografar o velório dos militares mortos nesse acidente, que foi uma coisa, para mim, muito, muito triste, sabe? Eu não me sinto bem. Até hoje, falando a respeito, a emoção bate doído”, finaliza Higa. Fonte: Midiamax
- Termina no dia 30 inscrição de seleção da UFGD com salários de até R$ 8 mil
Imagem: https://dados.gov.br/dados/organizacoes/visualizar/fundacao-universidade-federal-da-grande-dourados-ufgd Candidato deve possuir graduação na área pretendida, além de especialização, mestrado ou doutorado Terminam no dia 30 de janeiro as inscrições de processo seletivo da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) para contratação de professores substitutos em Mato Grosso do Sul. Os profissionais selecionados atuarão em regime de 40 horas semanais, com remuneração mensal que varia de R$ 4.326,60 a R$ 8.058,29, de acordo com a titulação Conforme o edital, há vagas para áreas como Contabilidade, Computação, Física, Química, Educação Especial, Pedagogia, Letras, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Artes Cênicas, Geografia, Ciências Sociais, Psicologia, Zootecnia, Biotecnologia, Nutrição e Suporte Básico de Vida, entre outras. Algumas áreas contam com vagas específicas, como Contabilidade Financeira, Formação de Professores, Educação, Voz, Música e Cena, Nutrição Animal e Construções Rurais. Para participar da seleção, o candidato deve possuir graduação na área pretendida, além de especialização, mestrado ou doutorado, conforme as exigências estabelecidas para cada vaga. As inscrições devem ser feitas entre 15 de dezembro de 2025 e 30 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo site oficial da UFGD. O processo seletivo será composto por prova didática e análise de títulos. A seleção terá validade de 12 meses, a contar da data de publicação do edital de homologação do resultado no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogada por igual período. Durante esse prazo, a universidade poderá convocar outros candidatos aprovados, respeitando a ordem de classificação. Fonte: Campo Grande News
- Termina no dia 30 inscrição de seleção da UFGD com salários de até R$ 8 mil
Imagem: https://dados.gov.br/dados/organizacoes/visualizar/fundacao-universidade-federal-da-grande-dourados-ufgd Candidato deve possuir graduação na área pretendida, além de especialização, mestrado ou doutorado Terminam no dia 30 de janeiro as inscrições de processo seletivo da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) para contratação de professores substitutos em Mato Grosso do Sul. Os profissionais selecionados atuarão em regime de 40 horas semanais, com remuneração mensal que varia de R$ 4.326,60 a R$ 8.058,29, de acordo com a titulação Conforme o edital, há vagas para áreas como Contabilidade, Computação, Física, Química, Educação Especial, Pedagogia, Letras, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Artes Cênicas, Geografia, Ciências Sociais, Psicologia, Zootecnia, Biotecnologia, Nutrição e Suporte Básico de Vida, entre outras. Algumas áreas contam com vagas específicas, como Contabilidade Financeira, Formação de Professores, Educação, Voz, Música e Cena, Nutrição Animal e Construções Rurais. Para participar da seleção, o candidato deve possuir graduação na área pretendida, além de especialização, mestrado ou doutorado, conforme as exigências estabelecidas para cada vaga. As inscrições devem ser feitas entre 15 de dezembro de 2025 e 30 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo site oficial da UFGD. O processo seletivo será composto por prova didática e análise de títulos. A seleção terá validade de 12 meses, a contar da data de publicação do edital de homologação do resultado no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogada por igual período. Durante esse prazo, a universidade poderá convocar outros candidatos aprovados, respeitando a ordem de classificação. Fonte: Campo Grande News
- Caminhoneiro inventa sequestro para fugir de dívida em boate e acaba preso
Região da BR-158, acesso à MS-240, onde caminhoneiro foi encontrado (Foto: Google Street View) Homem de 50 anos acabou levado para a delegacia por embriaguez ao volante e confessou que mentiu Caminhoneiro de 50 anos foi preso na madrugada deste sábado (24) em Paranaíba, a 408 quilômetros de Campo Grande, após comunicar falsamente um crime de sequestro e ser flagrado dirigindo sob efeito de álcool. O homem relatou que havia sido rendido por assaltantes armados e obrigado a ir até um terreno baldio e pedir R$ 2,5 mil ao patrão para ser liberado. De acordo com o boletim de ocorrência, por volta da 1h15, a PRF foi acionada após a Polícia Civil receber a informação de que um conjunto de veículos de carga estaria sendo alvo de sequestro. O suposto crime teria como vítima o motorista que conduzia um caminhão Scania com três semirreboques, monitorado por sistema de rastreamento na região do km 100 da BR-158. Durante as diligências, os policiais também receberam denúncia de tentativa de assalto com disparos de arma de fogo em um posto de combustíveis da rodovia. No entanto, ao chegar ao local, funcionários informaram que nada havia ocorrido. Em seguida, os policiais se deslocaram até o Serviço de Atendimento ao Usuário, onde encontraram o caminhoneiro com ferimento na cabeça e o veículo estacionado. Em um primeiro relato, o motorista afirmou ter sido rendido por homens armados, coagido a dirigir até um terreno baldio e obrigado a pedir ao patrão o pagamento de R$ 2.500 para ser libertado. Disse ainda que conseguiu fugir, mas que durante a tentativa de escapar teria sido alvo de disparos, que quebraram o vidro do caminhão e causaram o ferimento. O homem foi socorrido e levado à Santa Casa de Paranaíba, onde recebeu sutura no corte da cabeça. Porém, já na Delegacia de Polícia Civil, ele mudou a versão dos fatos e confessou que não houve sequestro. Segundo o novo depoimento, o caminhoneiro esteve em uma boate às margens da BR-158 e, após um desentendimento por conta de uma dívida de R$ 2.500 referente ao consumo no local, deixou o estabelecimento sem pagar. Funcionários teriam perseguido o caminhão e arremessado pedras, quebrando o vidro lateral e provocando o ferimento. A falsa comunicação foi confirmada após a PRF constatar, por meio do rastreamento do veículo, que o caminhão não passou pelos locais citados inicialmente. Também foram encontrados fragmentos de vidro em ponto diferente do informado pelo motorista. Além disso, a chave Pix indicada para o suposto pagamento do resgate pertencia à proprietária da boate mencionada. O caminhoneiro aceitou realizar o teste do bafômetro, que apontou 0,34 mg/L de álcool no ar alveolar, sendo considerado 0,30 mg/L após o desconto previsto em norma, valor que configura crime de trânsito. Diante dos fatos, o homem foi detido pelos crimes de falsa comunicação de crime e por conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada pela ingestão de álcool. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Paranaíba para os procedimentos legais. Fonte: Campo Grande News
- Caminhoneiro inventa sequestro para fugir de dívida em boate e acaba preso
Região da BR-158, acesso à MS-240, onde caminhoneiro foi encontrado (Foto: Google Street View) Homem de 50 anos acabou levado para a delegacia por embriaguez ao volante e confessou que mentiu Caminhoneiro de 50 anos foi preso na madrugada deste sábado (24) em Paranaíba, a 408 quilômetros de Campo Grande, após comunicar falsamente um crime de sequestro e ser flagrado dirigindo sob efeito de álcool. O homem relatou que havia sido rendido por assaltantes armados e obrigado a ir até um terreno baldio e pedir R$ 2,5 mil ao patrão para ser liberado. De acordo com o boletim de ocorrência, por volta da 1h15, a PRF foi acionada após a Polícia Civil receber a informação de que um conjunto de veículos de carga estaria sendo alvo de sequestro. O suposto crime teria como vítima o motorista que conduzia um caminhão Scania com três semirreboques, monitorado por sistema de rastreamento na região do km 100 da BR-158. Durante as diligências, os policiais também receberam denúncia de tentativa de assalto com disparos de arma de fogo em um posto de combustíveis da rodovia. No entanto, ao chegar ao local, funcionários informaram que nada havia ocorrido. Em seguida, os policiais se deslocaram até o Serviço de Atendimento ao Usuário, onde encontraram o caminhoneiro com ferimento na cabeça e o veículo estacionado. Em um primeiro relato, o motorista afirmou ter sido rendido por homens armados, coagido a dirigir até um terreno baldio e obrigado a pedir ao patrão o pagamento de R$ 2.500 para ser libertado. Disse ainda que conseguiu fugir, mas que durante a tentativa de escapar teria sido alvo de disparos, que quebraram o vidro do caminhão e causaram o ferimento. O homem foi socorrido e levado à Santa Casa de Paranaíba, onde recebeu sutura no corte da cabeça. Porém, já na Delegacia de Polícia Civil, ele mudou a versão dos fatos e confessou que não houve sequestro. Segundo o novo depoimento, o caminhoneiro esteve em uma boate às margens da BR-158 e, após um desentendimento por conta de uma dívida de R$ 2.500 referente ao consumo no local, deixou o estabelecimento sem pagar. Funcionários teriam perseguido o caminhão e arremessado pedras, quebrando o vidro lateral e provocando o ferimento. A falsa comunicação foi confirmada após a PRF constatar, por meio do rastreamento do veículo, que o caminhão não passou pelos locais citados inicialmente. Também foram encontrados fragmentos de vidro em ponto diferente do informado pelo motorista. Além disso, a chave Pix indicada para o suposto pagamento do resgate pertencia à proprietária da boate mencionada. O caminhoneiro aceitou realizar o teste do bafômetro, que apontou 0,34 mg/L de álcool no ar alveolar, sendo considerado 0,30 mg/L após o desconto previsto em norma, valor que configura crime de trânsito. Diante dos fatos, o homem foi detido pelos crimes de falsa comunicação de crime e por conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada pela ingestão de álcool. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Paranaíba para os procedimentos legais. Fonte: Campo Grande News
- Governo reconhece, cadastra, mas emperra titulação de terras quilombolas em MS
Pessoa caminha em frente a casas da comunidade quilombola Chácara Buriti (Foto: Osmar Veiga) Apesar de 524 famílias beneficiadas em 2025, a maioria das comunidades está sem posse definitiva As comunidades quilombolas seguem em diferentes estágios da política fundiária de Mato Grosso do Sul. Ao longo de 2025, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) publicou portarias e decretos relacionados às áreas de quilombo, mas a maior parte das famílias ainda está longe da posse definitiva da terra. Embora 524 famílias apareçam nos registros oficiais como beneficiadas ao longo do ano passado, os atos publicados não representam, na prática, a conclusão dos processos de regularização. As medidas adotadas no ano abrangem etapas distintas do procedimento previsto para territórios quilombolas, que passa pelas fases de identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação, desapropriações de áreas ocupadas por terceiros e outros trâmites técnicos e judiciais que antecedem a titulação definitiva. Na maioria dos casos de 2025, o avanço ocorreu no campo formal, sem impacto imediato na situação fundiária das comunidades. Atualmente, 22 comunidades são reconhecidas como área quilombola pela Fundação Cultural Palmares. Deste total, quatro possuem titulação das terras: Chácara do Buriti, em Campo Grande, com título parcial. Colônia São Miguel, em Maracaju, com emissão de título final; Furnas do Dionísio, em Jaraguari, com título parcial e Furnas da Boa Sorte, em Corguinho, com título parcial. Igrejinha da Comunidade São Benedito, em Campo Grande. (Foto: Arquivo) Reconhecimento - Em Campo Grande, a portaria nº 1.351 de 16 de setembro de 2025 reconhece a área da Comunidade Eva Maria de Jesus, conhecida como Tia Eva, na Vila São Benedito. O ato consolidou o entendimento do Estado de que o território é remanescente de quilombo e beneficia 230 famílias. O procedimento representa um marco importante no processo, mas não encerra a regularização da área de 21,5 hectares da comunidade, que foi fundada em 1905. Para o presidente da Comunidade Ronaldo Jefferson da Silva, o processo (iniciado em 2008) segue muito lento. “Ficou quatro anos parado no governo anterior e está muito moroso ainda no governo atual”, afirmou. O processo avança para uma nova fase, que envolve delimitação, demarcação, desapropriação e, finalmente, a titulação. Vida no quilombo - Nascida e criada na Comunidade Quilombola Chácara Buriti, na Capital, a trabalhadora rural Cleide Aparecida Rosa da Silva Domingos, de 60 anos, afirma que não acompanha de perto o andamento dos processos das terras, mas tem convicção de que a área onde mora é propriedade de sua família. Foi ali que cresceu, se casou, criou seus filhos e hoje cuida de seus netos. Ela conta que seus avós e bisavós adquiriram a área para garantir um lugar fixo para a família viver. Antes disso, a rotina era marcada pela instabilidade. Os moradores precisavam se deslocar constantemente, trabalhando em terras de terceiros. A situação mudou após a compra da propriedade. “Depois que eles adquiriram essa terra, daqui ninguém sai”, resume ao lembrar que sempre trabalharam com olaria ou na agricultura. As cunhadas Cleide Aparecida e Ilma Teodolina são moradores da Chácara Buriti (Foto: Osmar Veiga) Os familiares sempre mencionaram terem vindo de Minas Gerais, embora nunca tenham deixado a região. “Eles são daqui mesmo, nunca saíram daqui. Nossa família sempre foi daqui”, afirma. A cunhada Ilma Teodolina Domingos, de 61 anos, concorda e afirma que morar no local é ter vida em família. “Aqui somos todos parentes”. Dona Ilma conta que sua mãe, que faleceu em 2025, aos 88 anos, também nasceu na propriedade. O que, segundo ela, comprova o quanto o quilombo é antigo. Desapropriação - Em Nioaque, a 184 km de Campo Grande, o território das Famílias Araújo e Ribeiro avançou para uma fase mais sensível. Reconhecida oficialmente desde 2018, a área teve, em 2025, dois imóveis declarados de interesse social para fins de desapropriação. O decreto indica o início do processo de retirada de ocupantes não quilombolas e de indenização de proprietários, uma etapa considerada decisiva, mas que costuma enfrentar entraves judiciais e orçamentários. Mesmo assim, a titulação ainda depende da conclusão dessas desapropriações. Ilma Teodolina Domingos mora quilombo Chácara Buriti, na Capital. (Foto: Osmar Veiga) Cadastramento - Outras 289 famílias quilombolas enquadram-se em outra situação. Segundo a assessoria de imprensa do Incra, com base na portaria nº 746, de 7 de novembro de 2024, sete comunidades quilombolas foram cadastradas e incluídas no Programa Nacional de Reforma Agrária. Embora a portaria tenha sido publicada em 2024, a efetivação do cadastro ocorreu em 2005. Todas as comunidades estão com RTID (Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação) prontos, que consistem na primeira fase formal do processo administrativo de titulação de território quilombola, conduzido pelo Incra. Em 2025, 289 famílias foram cadastradas nesta fase no processo e estão localizadas nos seguintes municípios: Corguinho: 39 famílias da Comunidade Furnas da Boa Sorte, Maracaju: 46 famílias na Comunidade Colônia São Miguel, Corguinho: 27 famílias na Comunidade Família Cardoso, Jaraguari: 86 famílias na Comunidade Furnas do Dionísio, Campo Grande: 55 famílias na Comunidade Chácara do Buriti, Dourados: 19 famílias na Comunidade Dezidério Felipe de Oliveira / Pricadinha, e Nioaque: 17 famílias na Comunidade Araújo e Ribeiro. Origem dos quilombos - O geógrafo João Batista Alves de Souza explica em sua publicação de 2021, que a formação das comunidades quilombolas no Estado está diretamente ligada ao período posterior à abolição da escravidão no Brasil, formalizada com a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No Estado, esses grupos começaram a se formar a partir de diferentes fluxos migratórios, envolvendo principalmente pessoas vindas das antigas províncias de Goiás, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, além de libertos que se deslocaram do norte de Mato Grosso em direção à região sul. Esses deslocamentos tiveram como principal motivação a procura por terra e por meios de subsistência. Fonte: Campo Grande News
- Governo reconhece, cadastra, mas emperra titulação de terras quilombolas em MS
Pessoa caminha em frente a casas da comunidade quilombola Chácara Buriti (Foto: Osmar Veiga) Apesar de 524 famílias beneficiadas em 2025, a maioria das comunidades está sem posse definitiva As comunidades quilombolas seguem em diferentes estágios da política fundiária de Mato Grosso do Sul. Ao longo de 2025, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) publicou portarias e decretos relacionados às áreas de quilombo, mas a maior parte das famílias ainda está longe da posse definitiva da terra. Embora 524 famílias apareçam nos registros oficiais como beneficiadas ao longo do ano passado, os atos publicados não representam, na prática, a conclusão dos processos de regularização. As medidas adotadas no ano abrangem etapas distintas do procedimento previsto para territórios quilombolas, que passa pelas fases de identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação, desapropriações de áreas ocupadas por terceiros e outros trâmites técnicos e judiciais que antecedem a titulação definitiva. Na maioria dos casos de 2025, o avanço ocorreu no campo formal, sem impacto imediato na situação fundiária das comunidades. Atualmente, 22 comunidades são reconhecidas como área quilombola pela Fundação Cultural Palmares. Deste total, quatro possuem titulação das terras: Chácara do Buriti, em Campo Grande, com título parcial. Colônia São Miguel, em Maracaju, com emissão de título final; Furnas do Dionísio, em Jaraguari, com título parcial e Furnas da Boa Sorte, em Corguinho, com título parcial. Igrejinha da Comunidade São Benedito, em Campo Grande. (Foto: Arquivo) Reconhecimento - Em Campo Grande, a portaria nº 1.351 de 16 de setembro de 2025 reconhece a área da Comunidade Eva Maria de Jesus, conhecida como Tia Eva, na Vila São Benedito. O ato consolidou o entendimento do Estado de que o território é remanescente de quilombo e beneficia 230 famílias. O procedimento representa um marco importante no processo, mas não encerra a regularização da área de 21,5 hectares da comunidade, que foi fundada em 1905. Para o presidente da Comunidade Ronaldo Jefferson da Silva, o processo (iniciado em 2008) segue muito lento. “Ficou quatro anos parado no governo anterior e está muito moroso ainda no governo atual”, afirmou. O processo avança para uma nova fase, que envolve delimitação, demarcação, desapropriação e, finalmente, a titulação. Vida no quilombo - Nascida e criada na Comunidade Quilombola Chácara Buriti, na Capital, a trabalhadora rural Cleide Aparecida Rosa da Silva Domingos, de 60 anos, afirma que não acompanha de perto o andamento dos processos das terras, mas tem convicção de que a área onde mora é propriedade de sua família. Foi ali que cresceu, se casou, criou seus filhos e hoje cuida de seus netos. Ela conta que seus avós e bisavós adquiriram a área para garantir um lugar fixo para a família viver. Antes disso, a rotina era marcada pela instabilidade. Os moradores precisavam se deslocar constantemente, trabalhando em terras de terceiros. A situação mudou após a compra da propriedade. “Depois que eles adquiriram essa terra, daqui ninguém sai”, resume ao lembrar que sempre trabalharam com olaria ou na agricultura. As cunhadas Cleide Aparecida e Ilma Teodolina são moradores da Chácara Buriti (Foto: Osmar Veiga) Os familiares sempre mencionaram terem vindo de Minas Gerais, embora nunca tenham deixado a região. “Eles são daqui mesmo, nunca saíram daqui. Nossa família sempre foi daqui”, afirma. A cunhada Ilma Teodolina Domingos, de 61 anos, concorda e afirma que morar no local é ter vida em família. “Aqui somos todos parentes”. Dona Ilma conta que sua mãe, que faleceu em 2025, aos 88 anos, também nasceu na propriedade. O que, segundo ela, comprova o quanto o quilombo é antigo. Desapropriação - Em Nioaque, a 184 km de Campo Grande, o território das Famílias Araújo e Ribeiro avançou para uma fase mais sensível. Reconhecida oficialmente desde 2018, a área teve, em 2025, dois imóveis declarados de interesse social para fins de desapropriação. O decreto indica o início do processo de retirada de ocupantes não quilombolas e de indenização de proprietários, uma etapa considerada decisiva, mas que costuma enfrentar entraves judiciais e orçamentários. Mesmo assim, a titulação ainda depende da conclusão dessas desapropriações. Ilma Teodolina Domingos mora quilombo Chácara Buriti, na Capital. (Foto: Osmar Veiga) Cadastramento - Outras 289 famílias quilombolas enquadram-se em outra situação. Segundo a assessoria de imprensa do Incra, com base na portaria nº 746, de 7 de novembro de 2024, sete comunidades quilombolas foram cadastradas e incluídas no Programa Nacional de Reforma Agrária. Embora a portaria tenha sido publicada em 2024, a efetivação do cadastro ocorreu em 2005. Todas as comunidades estão com RTID (Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação) prontos, que consistem na primeira fase formal do processo administrativo de titulação de território quilombola, conduzido pelo Incra. Em 2025, 289 famílias foram cadastradas nesta fase no processo e estão localizadas nos seguintes municípios: Corguinho: 39 famílias da Comunidade Furnas da Boa Sorte, Maracaju: 46 famílias na Comunidade Colônia São Miguel, Corguinho: 27 famílias na Comunidade Família Cardoso, Jaraguari: 86 famílias na Comunidade Furnas do Dionísio, Campo Grande: 55 famílias na Comunidade Chácara do Buriti, Dourados: 19 famílias na Comunidade Dezidério Felipe de Oliveira / Pricadinha, e Nioaque: 17 famílias na Comunidade Araújo e Ribeiro. Origem dos quilombos - O geógrafo João Batista Alves de Souza explica em sua publicação de 2021, que a formação das comunidades quilombolas no Estado está diretamente ligada ao período posterior à abolição da escravidão no Brasil, formalizada com a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No Estado, esses grupos começaram a se formar a partir de diferentes fluxos migratórios, envolvendo principalmente pessoas vindas das antigas províncias de Goiás, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, além de libertos que se deslocaram do norte de Mato Grosso em direção à região sul. Esses deslocamentos tiveram como principal motivação a procura por terra e por meios de subsistência. Fonte: Campo Grande News
- Falsa disputa por contrato de 500 revistas nos 69 anos de Terenos alertou Gaeco
Reprodução de tela de celular mostra envio de arquivos para Eli Souza. As concorrentes enviaram e-mails com 1 minuto de diferença e textos com redação idêntica E-mails enviados de forma sequencial – às 18h15, 18h16 e 18h17 – por três empresas que em tese eram concorrentes para elaboração de 500 revistas comemorativas aos 69 anos de Terenos foram o fio da meada para operações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) e Promotoria de Terenos, deflagradas na última quarta-feira (dia 21). A descoberta foi de um núcleo empresarial criminoso, como define a investigação. As ações foram batizadas de Collusion e Simulatum. A Prefeitura de Terenos abriu procedimento, com dispensa de licitação em 2022. Foram enviados três orçamentos. Além da forma sequencial do envio dos e-mails com as propostas, todos eram intitulados “Solicitação de cotação-assinatura anual de revistas”, conteúdo que nem tinha correspondência com o objeto do contrato. “Os três e-mails enviados pelas empresas supostamente distintas foram remetidos em um intervalo de apenas dois minutos — às 18h15min, 18h16min e 18h17min —, o que evidencia coordenação temporal incompatível com comunicações autônomas”, aponta o Gaeco. Play Video Conforme o relatório da operação, o corpo textual das mensagens também apresentava redação idêntica e peculiar, com uso reiterado de múltiplos pontos de exclamação e construções textuais semelhantes. “Em anexo !!!!!, Cotação de Preços no anexo!!! e “Segue Proposta em Anexo !!!. Tal paralelismo de linguagem reforça o indicativo de autoria comum ou atuação coordenada entre os remetentes”, destaca o documento. Nesta etapa, os dados evidenciaram a atuação coordenada das empresas Impacto Jornalismo Ltda, Tops do MS News e Política do MS News. Elas ofereceram os orçamentos à Prefeitura de Terenos para as revistas comemorativas. A vencedora foi a Impacto, com orçamento de R$ 38.800. O contrato foi na gestão de Henrique Budke, que foi alvo de operação em 2025 e se afastou da prefeitura. “Embora formalmente distintas, integram o mesmo núcleo empresarial criminoso, compartilhando estrutura jornalística, recursos materiais, identidade visual e administração de conteúdo”, aponta o Gaeco. Mensagem enviada ao WhatsApp de Francisco Elivaldo de Souza, o Eli Souza, proprietário da empresa Impacto Jornalismo, informa que o interlocutor deixou na mesa “três propostas de Terenos”. Na sequência, Eli recebeu arquivos em formato PDF. “Um dos documentos é da empresa Política do MS News (FCVN Comunicações Ltda), o que comprova o conluio entre os envolvidos para fraudar a licitação promovida pelo município”. Para a investigação, as três empresas compartilham a mesma estrutura funcional e corpo técnico, sem distinção real entre suas atividades. Elas também utilizam os mesmos profissionais da área de jornalismo. Francisco Elivaldo de Sousa, conhecido como Eli Sousa, do Jornal Impacto, foi preso na Capital. (Foto: Henrique Kawaminami). Vinculação financeira – A empresa Política MS News, registrada com razão social FCVN Comunicações Ltda, tem como sócio administrador Antonio Henrique Ocampos Ribeiro, mas os dados extraídos do e-mail corporativo apontam que quase a totalidade 1.900 imagens se referem a Francisco das Chagas Veras Nascimento, cujas iniciais formam a razão social da empresa. Preso no Distrito Federal, Francisco Nascimento foi sócio-administrador da empresa entre 2016 e 2021 e é padrasto de Antônio, que é chef de cozinha. Entre fevereiro e abril de 2022, foram movimentados mais de R$ 130 mil entre Eli e Antonio. Para o Gaeco, a situação demonstra a forte vinculação econômica entre as empresas Impacto e Política MS News. Até 2020, Francisco Nascimento aparecia como presidente da Câmara de Mediação e Arbitragem de Mato Grosso do Sul. No ano de 2016, ele foi à Assembleia Legislativa para explicar os serviços disponíveis no Tribunal de Justiça Arbitral de MS. O juiz Robson Celeste Candeloro, do Núcleo de Garantias, decretou as prisões preventivas de Francisco Elivaldo de Souza (do Impacto Jornalismo Ltda e apontado como líder do grupo), Geraldo Alves Pereira (empresário), Leandro de Souza Ramos (do Tops do MS News), Antônio Henrique Ocampos Ribeiro (sócio administrador do Política MS News), Francisco das Chagas Veras Nascimento (suspeito de ser o verdadeiro dono do Política MS) e Eudmar Rogers Nolasco de Faria ( ele é citado como jornalista, gerente do site Tops do MS e administrativo do Política MS News). A defesa de Rogers Nolasco aponta que ele é inocente e nega, veementemente, ter cometido os crimes que lhe são atribuídos. O pedido é de revogação da ordem ou concessão de prisão domiciliar, pois ele faz tratamento de saúde para problema renal, com sessões de hemodiálise. O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) deu parecer favorável ao pedido de domiciliar. Prefeito de Terenos, Arlindo Landolfi Filho (Republicanos) afirma que assumiu as funções em setembro de 2025, portanto, depois da contratação. "Atualmente, o município não possui qualquer contrato vigente com as empresas citadas.Conforme informações do próprio Ministério Público, os fatos investigados referem-se ao período de 2022 a 2024, portanto anterior à minha gestão. Estou à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos ou informações que se façam necessários". O Campo Grande News não conseguiu contato com as demais defesas. Fonte: Campo Grande News
- Falsa disputa por contrato de 500 revistas nos 69 anos de Terenos alertou Gaeco
Reprodução de tela de celular mostra envio de arquivos para Eli Souza. As concorrentes enviaram e-mails com 1 minuto de diferença e textos com redação idêntica E-mails enviados de forma sequencial – às 18h15, 18h16 e 18h17 – por três empresas que em tese eram concorrentes para elaboração de 500 revistas comemorativas aos 69 anos de Terenos foram o fio da meada para operações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) e Promotoria de Terenos, deflagradas na última quarta-feira (dia 21). A descoberta foi de um núcleo empresarial criminoso, como define a investigação. As ações foram batizadas de Collusion e Simulatum. A Prefeitura de Terenos abriu procedimento, com dispensa de licitação em 2022. Foram enviados três orçamentos. Além da forma sequencial do envio dos e-mails com as propostas, todos eram intitulados “Solicitação de cotação-assinatura anual de revistas”, conteúdo que nem tinha correspondência com o objeto do contrato. “Os três e-mails enviados pelas empresas supostamente distintas foram remetidos em um intervalo de apenas dois minutos — às 18h15min, 18h16min e 18h17min —, o que evidencia coordenação temporal incompatível com comunicações autônomas”, aponta o Gaeco. Play Video Conforme o relatório da operação, o corpo textual das mensagens também apresentava redação idêntica e peculiar, com uso reiterado de múltiplos pontos de exclamação e construções textuais semelhantes. “Em anexo !!!!!, Cotação de Preços no anexo!!! e “Segue Proposta em Anexo !!!. Tal paralelismo de linguagem reforça o indicativo de autoria comum ou atuação coordenada entre os remetentes”, destaca o documento. Nesta etapa, os dados evidenciaram a atuação coordenada das empresas Impacto Jornalismo Ltda, Tops do MS News e Política do MS News. Elas ofereceram os orçamentos à Prefeitura de Terenos para as revistas comemorativas. A vencedora foi a Impacto, com orçamento de R$ 38.800. O contrato foi na gestão de Henrique Budke, que foi alvo de operação em 2025 e se afastou da prefeitura. “Embora formalmente distintas, integram o mesmo núcleo empresarial criminoso, compartilhando estrutura jornalística, recursos materiais, identidade visual e administração de conteúdo”, aponta o Gaeco. Mensagem enviada ao WhatsApp de Francisco Elivaldo de Souza, o Eli Souza, proprietário da empresa Impacto Jornalismo, informa que o interlocutor deixou na mesa “três propostas de Terenos”. Na sequência, Eli recebeu arquivos em formato PDF. “Um dos documentos é da empresa Política do MS News (FCVN Comunicações Ltda), o que comprova o conluio entre os envolvidos para fraudar a licitação promovida pelo município”. Para a investigação, as três empresas compartilham a mesma estrutura funcional e corpo técnico, sem distinção real entre suas atividades. Elas também utilizam os mesmos profissionais da área de jornalismo. Francisco Elivaldo de Sousa, conhecido como Eli Sousa, do Jornal Impacto, foi preso na Capital. (Foto: Henrique Kawaminami). Vinculação financeira – A empresa Política MS News, registrada com razão social FCVN Comunicações Ltda, tem como sócio administrador Antonio Henrique Ocampos Ribeiro, mas os dados extraídos do e-mail corporativo apontam que quase a totalidade 1.900 imagens se referem a Francisco das Chagas Veras Nascimento, cujas iniciais formam a razão social da empresa. Preso no Distrito Federal, Francisco Nascimento foi sócio-administrador da empresa entre 2016 e 2021 e é padrasto de Antônio, que é chef de cozinha. Entre fevereiro e abril de 2022, foram movimentados mais de R$ 130 mil entre Eli e Antonio. Para o Gaeco, a situação demonstra a forte vinculação econômica entre as empresas Impacto e Política MS News. Até 2020, Francisco Nascimento aparecia como presidente da Câmara de Mediação e Arbitragem de Mato Grosso do Sul. No ano de 2016, ele foi à Assembleia Legislativa para explicar os serviços disponíveis no Tribunal de Justiça Arbitral de MS. O juiz Robson Celeste Candeloro, do Núcleo de Garantias, decretou as prisões preventivas de Francisco Elivaldo de Souza (do Impacto Jornalismo Ltda e apontado como líder do grupo), Geraldo Alves Pereira (empresário), Leandro de Souza Ramos (do Tops do MS News), Antônio Henrique Ocampos Ribeiro (sócio administrador do Política MS News), Francisco das Chagas Veras Nascimento (suspeito de ser o verdadeiro dono do Política MS) e Eudmar Rogers Nolasco de Faria ( ele é citado como jornalista, gerente do site Tops do MS e administrativo do Política MS News). A defesa de Rogers Nolasco aponta que ele é inocente e nega, veementemente, ter cometido os crimes que lhe são atribuídos. O pedido é de revogação da ordem ou concessão de prisão domiciliar, pois ele faz tratamento de saúde para problema renal, com sessões de hemodiálise. O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) deu parecer favorável ao pedido de domiciliar. Prefeito de Terenos, Arlindo Landolfi Filho (Republicanos) afirma que assumiu as funções em setembro de 2025, portanto, depois da contratação. "Atualmente, o município não possui qualquer contrato vigente com as empresas citadas.Conforme informações do próprio Ministério Público, os fatos investigados referem-se ao período de 2022 a 2024, portanto anterior à minha gestão. Estou à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos ou informações que se façam necessários". O Campo Grande News não conseguiu contato com as demais defesas. Fonte: Campo Grande News
- Associação de prefeitos de MS levanta prédio em área de preservação
Prédio do Cossems, anexo à Assomasul, na Avenida Eduardo Elias Zahran, está em área de preservação permanente - Gerson Oliveira Ministério Público foi à Justiça para demolir edificação, feita - sem alvará - a poucos metros de leito de rio, em Campo Grande O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) foi à Justiça para obrigar a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) a demolir um prédio construído em 2021 em área de preservação permanente (APP) do Córrego Vendas, em Campo Grande. A atuação da Promotoria Especializada do Meio Ambiente de Campo Grande ocorre por meio de duas ações civis públicas. A mais recente, ajuizada nesta semana, é direcionada à Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb) e à Prefeitura de Campo Grande. Nela, o órgão ministerial pede a anulação da licença ambiental simplificada (provisória), com validade até 2030, que reconhece a invasão da área de preservação permanente pela associação de prefeitos, mas, ainda assim, mantém as edificações dentro da área delimitada pela legislação ambiental. Em outra ação civil pública, ajuizada no segundo semestre de 2025, o MPMS cobra da associação dos prefeitos a demolição de parte do edifício do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso do Sul (Cossems), cuja construção – feita sem alvará e sem qualquer licença ambiental em 2021 – avançou sobre a APP do Córrego Vendas. Na época da construção da sede do Cossems, o presidente da Assomasul era o ex-prefeito de Nioaque, Valdir Couto Souza Jr. (PSDB). Relatórios técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), datados de 2021, e do Departamento Especial de Apoio às Atividades de Execução (Daex) confirmaram a descaracterização da área protegida, com aterro, construção de muro e despejo de resíduos da construção civil, além da ausência de vegetação nativa. Mesmo diante das autuações e da constatação oficial das irregularidades, a Assomasul manteve a obra e buscou legitimar sua permanência por meio de projetos de recuperação de àreas degradadas e alteradas (Prada). Esses projetos, no entanto, indica a promotora de Justiça Luz Marina Borges Maciel Pinheiro, foram considerados incompletos e insuficientes pelos órgãos técnicos, por não apresentarem medidas efetivas de recomposição da área degradada. Em 2021, a Assomasul chegou a ser multada pela Semadur, após a constatação das irregularidades na construção. Licença tardia Ainda assim, em 2025, a Planurb concedeu uma licença ambiental simplificada que autorizava a permanência da construção mediante uma compensação de apenas 60 metros quadrados adicionais de APP dentro do mesmo lote. Para o MPMS, essa solução configura uma “ficção jurídica” sem respaldo legal. De acordo com a promotora, a legislação ambiental brasileira não admite a manutenção de edificações em APP mediante compensações, salvo em casos de utilidade pública ou interesse social – hipóteses que não se aplicam ao prédio da Assomasul. Para ela, a licença foi emitida em “total afronta ao ordenamento jurídico” e representa um precedente perigoso ao permitir que construções irregulares sejam mantidas em áreas sensíveis por meio de arranjos administrativos. “Não há qualquer possibilidade de manutenção de edificação em área de preservação permanente, nem mesmo mediante qualquer tipo de compensação”, afirma a promotora de Justiça. Ela ainda sugere que a licença, concedida após a Assomasul ter construído a sede do Cossems, pode ter servido para dar verniz de legalidade a uma obra feita em desacordo com a lei. “A licença ambiental foi concedida em desacordo com os princípios que, atualmente, regem o ordenamento jurídico brasileiro”, argumenta a promotora Em uma das ações, a promotora pede a anulação da licença ambiental e, na outra, a demolição da edificação do Cossems feita na APP do Córrego Vendas, além de um muro que avança sobre a área de preservação. Decisão judicial No despacho mais recente, o juiz da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Ariovaldo Nantes Corrêa, determinou que a promotora de Justiça inclua a Assomasul no polo passivo da ação civil pública ajuizada nesta semana, além de esclarecer a conexão com outra ação, sobre a mesma construção em APP, movida contra a associação. “Eventual revogação da licença ambiental alhures indicada poderá influir no julgamento das obrigações de fazer pretendidas naquela ação”, afirmou o juiz. Fonte: Correio do Estado
- Associação de prefeitos de MS levanta prédio em área de preservação
Prédio do Cossems, anexo à Assomasul, na Avenida Eduardo Elias Zahran, está em área de preservação permanente - Gerson Oliveira Ministério Público foi à Justiça para demolir edificação, feita - sem alvará - a poucos metros de leito de rio, em Campo Grande O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) foi à Justiça para obrigar a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) a demolir um prédio construído em 2021 em área de preservação permanente (APP) do Córrego Vendas, em Campo Grande. A atuação da Promotoria Especializada do Meio Ambiente de Campo Grande ocorre por meio de duas ações civis públicas. A mais recente, ajuizada nesta semana, é direcionada à Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb) e à Prefeitura de Campo Grande. Nela, o órgão ministerial pede a anulação da licença ambiental simplificada (provisória), com validade até 2030, que reconhece a invasão da área de preservação permanente pela associação de prefeitos, mas, ainda assim, mantém as edificações dentro da área delimitada pela legislação ambiental. Em outra ação civil pública, ajuizada no segundo semestre de 2025, o MPMS cobra da associação dos prefeitos a demolição de parte do edifício do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso do Sul (Cossems), cuja construção – feita sem alvará e sem qualquer licença ambiental em 2021 – avançou sobre a APP do Córrego Vendas. Na época da construção da sede do Cossems, o presidente da Assomasul era o ex-prefeito de Nioaque, Valdir Couto Souza Jr. (PSDB). Relatórios técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), datados de 2021, e do Departamento Especial de Apoio às Atividades de Execução (Daex) confirmaram a descaracterização da área protegida, com aterro, construção de muro e despejo de resíduos da construção civil, além da ausência de vegetação nativa. Mesmo diante das autuações e da constatação oficial das irregularidades, a Assomasul manteve a obra e buscou legitimar sua permanência por meio de projetos de recuperação de àreas degradadas e alteradas (Prada). Esses projetos, no entanto, indica a promotora de Justiça Luz Marina Borges Maciel Pinheiro, foram considerados incompletos e insuficientes pelos órgãos técnicos, por não apresentarem medidas efetivas de recomposição da área degradada. Em 2021, a Assomasul chegou a ser multada pela Semadur, após a constatação das irregularidades na construção. Licença tardia Ainda assim, em 2025, a Planurb concedeu uma licença ambiental simplificada que autorizava a permanência da construção mediante uma compensação de apenas 60 metros quadrados adicionais de APP dentro do mesmo lote. Para o MPMS, essa solução configura uma “ficção jurídica” sem respaldo legal. De acordo com a promotora, a legislação ambiental brasileira não admite a manutenção de edificações em APP mediante compensações, salvo em casos de utilidade pública ou interesse social – hipóteses que não se aplicam ao prédio da Assomasul. Para ela, a licença foi emitida em “total afronta ao ordenamento jurídico” e representa um precedente perigoso ao permitir que construções irregulares sejam mantidas em áreas sensíveis por meio de arranjos administrativos. “Não há qualquer possibilidade de manutenção de edificação em área de preservação permanente, nem mesmo mediante qualquer tipo de compensação”, afirma a promotora de Justiça. Ela ainda sugere que a licença, concedida após a Assomasul ter construído a sede do Cossems, pode ter servido para dar verniz de legalidade a uma obra feita em desacordo com a lei. “A licença ambiental foi concedida em desacordo com os princípios que, atualmente, regem o ordenamento jurídico brasileiro”, argumenta a promotora Em uma das ações, a promotora pede a anulação da licença ambiental e, na outra, a demolição da edificação do Cossems feita na APP do Córrego Vendas, além de um muro que avança sobre a área de preservação. Decisão judicial No despacho mais recente, o juiz da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Ariovaldo Nantes Corrêa, determinou que a promotora de Justiça inclua a Assomasul no polo passivo da ação civil pública ajuizada nesta semana, além de esclarecer a conexão com outra ação, sobre a mesma construção em APP, movida contra a associação. “Eventual revogação da licença ambiental alhures indicada poderá influir no julgamento das obrigações de fazer pretendidas naquela ação”, afirmou o juiz. Fonte: Correio do Estado
- Campo Grande ‘imita’ Nikolas Ferreira e terá caminhada pela anistia
Protesto pela anistia em Campo Grande, em 2025. (Helder Carvalho/ Jornal Midiamax) Capital terá caminhada de 2 km, na Avenida Afonso Pena, a favor da anistia aos envolvidos nos atos golpistas Campo Grande também terá uma caminhada “pela liberdade”, com o mesmo propósito da que é praticada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nesta semana. O mineiro saiu de Paracatu (MG), na tarde da última segunda-feira (19), rumo a Brasília. A expectativa é percorrer os 234 km até domingo (25). No caso de Campo Grande, a caminhada será mais modesta, de 2 km, entre a Praça do Rádio e o MPF (Ministério Público Federal), na Avenida Afonso Pena. A concentração no próximo domingo inicia-se às 9h. O ato ocorre no mesmo dia em que estão marcadas manifestações em Brasília. O protesto foi convocado pelos vereadores da Capital do PL, André Salineiro e Rafael Tavares. O propósito da manifestação é em defesa da anistia aos golpistas do 8 de janeiro de 2023 e pelo que classificam como “injustiças praticadas pelo Poder Judiciário”. A caminhada será pacífica e “aberta a todos que acreditam na liberdade, no devido processo legal e na necessidade de freios e contrapesos entre os poderes, independentemente de partido”, afirma Salineiro. ‘Romaria’ com Nikolas Alguns políticos de Mato Grosso do Sul prometem participar da caminhada com Nikolas Ferreira. O deputado estadual João Henrique Catan (PL) esteve com o mineiro na terça-feira (20). A vereadora de Campo Grande Ana Portela (PL) prometeu se juntar ao grupo nesta quarta-feira (21). A ‘romaria’, que se iniciou em Minas Gerais, já cruzou a divisa do Estado de Goiás. Nikolas divulga nas redes sociais momentos do trajeto. A caminhada começou na tarde de segunda-feira (19). O deputado relembra também de personagens emblemáticos no processo que tramitou no STF (Superior Tribunal Federal). Entre eles, a cabeleireira Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, que escreveu na estátua da Justiça a frase “Perdeu, Mané”. Jair Bolsonaro também foi condenado no processo do golpe e hoje cumpre pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. Fonte: Midiamax
- Campo Grande ‘imita’ Nikolas Ferreira e terá caminhada pela anistia
Protesto pela anistia em Campo Grande, em 2025. (Helder Carvalho/ Jornal Midiamax) Capital terá caminhada de 2 km, na Avenida Afonso Pena, a favor da anistia aos envolvidos nos atos golpistas Campo Grande também terá uma caminhada “pela liberdade”, com o mesmo propósito da que é praticada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nesta semana. O mineiro saiu de Paracatu (MG), na tarde da última segunda-feira (19), rumo a Brasília. A expectativa é percorrer os 234 km até domingo (25). No caso de Campo Grande, a caminhada será mais modesta, de 2 km, entre a Praça do Rádio e o MPF (Ministério Público Federal), na Avenida Afonso Pena. A concentração no próximo domingo inicia-se às 9h. O ato ocorre no mesmo dia em que estão marcadas manifestações em Brasília. O protesto foi convocado pelos vereadores da Capital do PL, André Salineiro e Rafael Tavares. O propósito da manifestação é em defesa da anistia aos golpistas do 8 de janeiro de 2023 e pelo que classificam como “injustiças praticadas pelo Poder Judiciário”. A caminhada será pacífica e “aberta a todos que acreditam na liberdade, no devido processo legal e na necessidade de freios e contrapesos entre os poderes, independentemente de partido”, afirma Salineiro. ‘Romaria’ com Nikolas Alguns políticos de Mato Grosso do Sul prometem participar da caminhada com Nikolas Ferreira. O deputado estadual João Henrique Catan (PL) esteve com o mineiro na terça-feira (20). A vereadora de Campo Grande Ana Portela (PL) prometeu se juntar ao grupo nesta quarta-feira (21). A ‘romaria’, que se iniciou em Minas Gerais, já cruzou a divisa do Estado de Goiás. Nikolas divulga nas redes sociais momentos do trajeto. A caminhada começou na tarde de segunda-feira (19). O deputado relembra também de personagens emblemáticos no processo que tramitou no STF (Superior Tribunal Federal). Entre eles, a cabeleireira Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, que escreveu na estátua da Justiça a frase “Perdeu, Mané”. Jair Bolsonaro também foi condenado no processo do golpe e hoje cumpre pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. Fonte: Midiamax
- MSGás lança licitação para construção de gasoduto em Três Lagoas
Construção de gasoduto vai atender a fábrica Arauco. (MSGás, Divulgação) A obra faz parte do Projeto Sucuriú, em Três Lagoas A MSGás lançou nova licitação para construção de gasoduto de distribuição de gás natural. A obra faz parte do Projeto Sucuriú, em Três Lagoas, para abastecer a futura fábrica de celulose da Arauco, em Inocência. Segundo o aviso de licitação publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (21), será feita obra de construção e montagem do gasoduto de distribuição de gás natural, em aço carbono, no diâmetro nominal de 8 polegadas com comprimento aproximado de 125 km, para atendimento ao Projeto Sucuriú. Entretanto, o valor da licitação é sigiloso, mas o critério de julgamento terá o menor preço global. O edital está disponível no site www.msgas.com.br e no website licitacoes-e.com.br. Empresas interessadas devem encaminhar as propostas até as 9h30, horário de Brasília, de 12 de fevereiro. Gasoduto Com investimento estimado em R$ 160 milhões, o gasoduto terá extensão de 125 km, ligando a estação de compressão de Três Lagoas até a planta industrial, em Inocência. Na esteira do contrato com a Arauco, a MSGás também avalia a viabilidade econômica do fornecimento de GNV (gás natural veicular) para o transporte pesado, viabilizando seu plano de interiorização do gás natural no Estado. Fonte: Midiamax
- MSGás lança licitação para construção de gasoduto em Três Lagoas
Construção de gasoduto vai atender a fábrica Arauco. (MSGás, Divulgação) A obra faz parte do Projeto Sucuriú, em Três Lagoas A MSGás lançou nova licitação para construção de gasoduto de distribuição de gás natural. A obra faz parte do Projeto Sucuriú, em Três Lagoas, para abastecer a futura fábrica de celulose da Arauco, em Inocência. Segundo o aviso de licitação publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (21), será feita obra de construção e montagem do gasoduto de distribuição de gás natural, em aço carbono, no diâmetro nominal de 8 polegadas com comprimento aproximado de 125 km, para atendimento ao Projeto Sucuriú. Entretanto, o valor da licitação é sigiloso, mas o critério de julgamento terá o menor preço global. O edital está disponível no site www.msgas.com.br e no website licitacoes-e.com.br. Empresas interessadas devem encaminhar as propostas até as 9h30, horário de Brasília, de 12 de fevereiro. Gasoduto Com investimento estimado em R$ 160 milhões, o gasoduto terá extensão de 125 km, ligando a estação de compressão de Três Lagoas até a planta industrial, em Inocência. Na esteira do contrato com a Arauco, a MSGás também avalia a viabilidade econômica do fornecimento de GNV (gás natural veicular) para o transporte pesado, viabilizando seu plano de interiorização do gás natural no Estado. Fonte: Midiamax
- Justiça impõe fiança de R$ 20 mil para cabo da PM preso com medicamentos emagrecedores na BR-060
Os medicamentos estavam em fundo falso. (Reprodução, Fala Povo) A esposa do militar também foi presa em flagrante durante a ação da PRF A justiça determinou o pagamento de fiança no valor de R$ 20 mil para o cabo da Polícia Militar preso na terça-feira (20), transportando vários medicamentos emagrecedores e eletrônicos na BR-060, no km 370, em Campo Grande. A esposa do militar também foi presa em flagrante durante a ação da PRF (Polícia Rodoviária Federal). Segundo o boletim de ocorrência, o casal, moradores de Ponta Porã, estava em um Hyundai Santa Fé, que era conduzido pela mulher. Durante a abordagem, ambos passaram a apresentar contradições sobre o motivo da viagem. Já na busca veicular, foram encontrados três fundos falsos – no painel, assoalho do porta-malas e nas laterais traseiras. Com eles foram encontrados 15 iPads, 10 MacBooks, 1 notebook HP, 1 Mac Mini e aproximadamente 110 unidades de medicamentos emagrecedores – transportados sem a devida refrigeração, em desacordo com as normas sanitárias. Diante da situação, o casal foi preso em flagrante. No entanto, passaram por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (21), na 3ª Vara Federal de Campo Grande, com o juiz federal substituto Felipe Alves Tavares. Por fim, a justiça determinou a soltura da mulher. Já o cabo terá que pagar o valor de R$ 20 mil de fiança, além de sofrer algumas medidas cautelares, mas ambos não estão proibidos de ter acesso à fronteira. “Ressalto que não será implementada a cautelar de proibição de acesso à fronteira, tendo em vista que os acusados residem na cidade de Ponta Porã/MS“, diz trecho da decisão. Confira as medidas impostas: Proibição de mudança de residência/contato telefônico sem autorização/comunicação ao juízo, ou de ausentar-se por mais de 8 (oito) dias de sua residência, sem comunicar o lugar onde será encontrado, bem como sair do país; Proibição de transporte de mercadorias estrangeiras; Comparecimento BIMESTRAL em juízo através do Balcão Virutal; Pagamento de fiança no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para flagranteado. O que diz a PMMS? “A Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS) reafirma seu compromisso com a ética, o respeito e a integridade em todas as suas relações, seja público interno ou externo, salientando que não toleramos qualquer tipo de comportamento que viole nossos princípios e valores. Em relação à ocorrência em questão, informamos que o militar, preso durante ação de fiscalização e abordagem de equipe da Polícia Rodoviária Federal, foi encaminhado para a Polícia Federal para as providências cabíveis, e posteriormente apresentado ao Presídio Militar Estadual. Foram instaurados os devidos procedimentos administrativos sobre o caso, e o militar será realocado em outras funções. Outras medidas disciplinares poderão ser tomadas, conforme o desenvolvimento das ações a respeito. Ressaltamos que a PMMS não coaduna com qualquer comportamento inadequado por parte de seus integrantes, zelando sempre para prestar um serviço de qualidade à população, fator crucial para uma sociedade mais segura.” Condenado por violência policial na fronteira A violência em questão aconteceu no dia 4 de maio de 2024, em Ponta Porã, quando o militar e um colega de farda agrediram um estudante de 19 anos durante abordagem em um bar. Na época, foi instaurado um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos. À polícia, a vítima contou que os militares chegaram ao bar em determinado horário, momento em que havia uma criança de aproximadamente 10 anos do outro lado da rua. Os militares pegaram uma bicicleta e a entregaram à mãe da criança, ordenando que a mulher fosse embora. Depois, o jovem revelou que um dos policiais efetuou dois disparos de arma de fogo, os quais se dirigiram aos clientes do bar. Lá, os policiais chutaram e derrubaram mesas, momento em que o rapaz interveio e disse que a abordagem estava errada. Logo, os dois agrediram o jovem com chutes e tapas no rosto. Diante das agressões, o estudante afirmou que iria procurar um advogado, ocasião em que o policial teria respondido: “Que porr* de advogado, o que você entende?”. Em seguida, um dos militares empurrou o rapaz contra a parede e rasgou sua camiseta. Segundo o documento obtido pelo Jornal Midiamax, o estudante contou que não desacatou a equipe, não reagiu às agressões e nem sequer ofendeu os militares. Após ser agredido pelos militares, o estudante se identificou, como requisitado por eles, e, em seguida, foi embora para casa. Ele afirmou que não ingeriu bebida alcoólica no bar. Questionado sobre ter sofrido lesões, o jovem disse que ficou com algumas dores, devido ao momento em que foi empurrado contra a parede, e houve um choque com o poste de padrão de energia elétrica. Após o ocorrido, ele retornou ao bar e encontrou um estojo metálico — cápsula deflagrada de calibre 9 mm. Violência ocorreu em 4 de maio de 2024. (Foto: Reprodução, Processo) Fonte: Midiamax
- Justiça impõe fiança de R$ 20 mil para cabo da PM preso com medicamentos emagrecedores na BR-060
Os medicamentos estavam em fundo falso. (Reprodução, Fala Povo) A esposa do militar também foi presa em flagrante durante a ação da PRF A justiça determinou o pagamento de fiança no valor de R$ 20 mil para o cabo da Polícia Militar preso na terça-feira (20), transportando vários medicamentos emagrecedores e eletrônicos na BR-060, no km 370, em Campo Grande. A esposa do militar também foi presa em flagrante durante a ação da PRF (Polícia Rodoviária Federal). Segundo o boletim de ocorrência, o casal, moradores de Ponta Porã, estava em um Hyundai Santa Fé, que era conduzido pela mulher. Durante a abordagem, ambos passaram a apresentar contradições sobre o motivo da viagem. Já na busca veicular, foram encontrados três fundos falsos – no painel, assoalho do porta-malas e nas laterais traseiras. Com eles foram encontrados 15 iPads, 10 MacBooks, 1 notebook HP, 1 Mac Mini e aproximadamente 110 unidades de medicamentos emagrecedores – transportados sem a devida refrigeração, em desacordo com as normas sanitárias. Diante da situação, o casal foi preso em flagrante. No entanto, passaram por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (21), na 3ª Vara Federal de Campo Grande, com o juiz federal substituto Felipe Alves Tavares. Por fim, a justiça determinou a soltura da mulher. Já o cabo terá que pagar o valor de R$ 20 mil de fiança, além de sofrer algumas medidas cautelares, mas ambos não estão proibidos de ter acesso à fronteira. “Ressalto que não será implementada a cautelar de proibição de acesso à fronteira, tendo em vista que os acusados residem na cidade de Ponta Porã/MS“, diz trecho da decisão. Confira as medidas impostas: Proibição de mudança de residência/contato telefônico sem autorização/comunicação ao juízo, ou de ausentar-se por mais de 8 (oito) dias de sua residência, sem comunicar o lugar onde será encontrado, bem como sair do país; Proibição de transporte de mercadorias estrangeiras; Comparecimento BIMESTRAL em juízo através do Balcão Virutal; Pagamento de fiança no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para flagranteado. O que diz a PMMS? “A Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS) reafirma seu compromisso com a ética, o respeito e a integridade em todas as suas relações, seja público interno ou externo, salientando que não toleramos qualquer tipo de comportamento que viole nossos princípios e valores. Em relação à ocorrência em questão, informamos que o militar, preso durante ação de fiscalização e abordagem de equipe da Polícia Rodoviária Federal, foi encaminhado para a Polícia Federal para as providências cabíveis, e posteriormente apresentado ao Presídio Militar Estadual. Foram instaurados os devidos procedimentos administrativos sobre o caso, e o militar será realocado em outras funções. Outras medidas disciplinares poderão ser tomadas, conforme o desenvolvimento das ações a respeito. Ressaltamos que a PMMS não coaduna com qualquer comportamento inadequado por parte de seus integrantes, zelando sempre para prestar um serviço de qualidade à população, fator crucial para uma sociedade mais segura.” Condenado por violência policial na fronteira A violência em questão aconteceu no dia 4 de maio de 2024, em Ponta Porã, quando o militar e um colega de farda agrediram um estudante de 19 anos durante abordagem em um bar. Na época, foi instaurado um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos. À polícia, a vítima contou que os militares chegaram ao bar em determinado horário, momento em que havia uma criança de aproximadamente 10 anos do outro lado da rua. Os militares pegaram uma bicicleta e a entregaram à mãe da criança, ordenando que a mulher fosse embora. Depois, o jovem revelou que um dos policiais efetuou dois disparos de arma de fogo, os quais se dirigiram aos clientes do bar. Lá, os policiais chutaram e derrubaram mesas, momento em que o rapaz interveio e disse que a abordagem estava errada. Logo, os dois agrediram o jovem com chutes e tapas no rosto. Diante das agressões, o estudante afirmou que iria procurar um advogado, ocasião em que o policial teria respondido: “Que porr* de advogado, o que você entende?”. Em seguida, um dos militares empurrou o rapaz contra a parede e rasgou sua camiseta. Segundo o documento obtido pelo Jornal Midiamax, o estudante contou que não desacatou a equipe, não reagiu às agressões e nem sequer ofendeu os militares. Após ser agredido pelos militares, o estudante se identificou, como requisitado por eles, e, em seguida, foi embora para casa. Ele afirmou que não ingeriu bebida alcoólica no bar. Questionado sobre ter sofrido lesões, o jovem disse que ficou com algumas dores, devido ao momento em que foi empurrado contra a parede, e houve um choque com o poste de padrão de energia elétrica. Após o ocorrido, ele retornou ao bar e encontrou um estojo metálico — cápsula deflagrada de calibre 9 mm. Violência ocorreu em 4 de maio de 2024. (Foto: Reprodução, Processo) Fonte: Midiamax
- Futuro da Mesa Diretora da Câmara de Chapadão do Sul segue sem definição em 2026
Eleição está nas mãos da Justiça. (Divulgação CMCDS) Justiça chegou a anular eleição da Mesa Diretora da Casa de Leis, mas desembargador reverteu cenário e, agora, vereadores aguardam nova decisão O futuro da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Chapadão do Sul, município a 316 km de Campo Grande, segue em indefinição nas mãos da Justiça. Em dezembro passado, a 1ª Vara de Chapadão do Sul anulou a eleição da Mesa Diretora, realizada em 6 de outubro, que havia elegido Marcelo Costa (PSD) na presidência para 2026. Conforme o ex-presidente da Casa de Leis, vereador Cícero Barbosa dos Santos, conhecido como Mika (PP), uma decisão em segundo grau reverteu o cenário e deu posse à chapa vencedora. Diante disso, Marcelo Costa assumiu a presidência da Casa de Leis em 12 de janeiro deste ano. O vereador Mika afirma que aguardam a decisão dos desembargadores sobre o futuro da Mesa Diretora. “Eu era presidente em 2025 e apresentamos uma chapa para 2026. Acontece que fomos traídos na eleição. O candidato nosso entrou na Justiça, e o juiz daqui me conduziu até uma segunda decisão; então, o desembargador de Campo Grande deu posse para a chapa que ganhou a eleição. Agora, estamos aguardando a decisão do colegiado, que parece que é de cinco desembargadores”, informou Mika. Em nota publicada pela Câmara de Vereadores, o presidente Marcelo Costa afirmou que reconhece o trabalho desenvolvido pelo antecessor, vereador Mika. Ainda afirmou que “sua prioridade será garantir uma gestão harmônica, tanto entre os próprios vereadores quanto na relação institucional com o Poder Executivo”. Eleição da Mesa Diretora A ação de anulação da eleição foi protocolada pelo vereador Marcel D’Angelis Ferreira Silva (PP), que acusou irregularidades no processo de eleição da Mesa Diretora, incluindo acordos prévios e promessa de emprego. A escolha dos membros da Mesa Diretora para o ano de 2026, realizada em 6 de outubro de 2025, confirmou os vereadores: Marcelo Costa (PSD), na presidência; Júnior Teixeira (PSDB), na vice-presidência; Vanderson Cardoso (Republicanos), na segunda vice-presidência; Inez do Banco (PL), como primeira-secretária; e Andréia Lourenço (PSD), como segunda-secretária. Contudo, Inez do Banco era suplente e perdeu o mandato como vereadora ao ter contrariado o acordo feito com a base do prefeito Walter Schlatter (PP) e votar na chapa da oposição, encabeçada por Marcelo Costa (PSD). Ela foi substituída pelo titular da vaga, Emerson Nunes, o Sapo (PL), que foi exonerado da Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer, e reassumiu o mandato. Confira o vídeo no qual a antiga composição da mesa diretora revela acordo de sucessão do comando da Câmara de Chapadão do Sul: Anulação O vereador Marcel D’Angelis apontou ao menos quatro vícios que poderiam anular o processo de eleição da Mesa Diretora, como: Antecipação inconstitucional do pleito; Combinação prévia de votos e “acerto” extrainstitucional sobre a composição da Mesa Diretora para os exercícios de 2026, 2027 e 2028; Promessa de garantia de emprego por três anos para a obtenção de voto da vereadora suplente Inês; Fraude ao processo deliberativo interno, já que a decisão efetiva teria ocorrido em reunião privada, realizada mais de um mês antes da sessão pública. No processo, foram juntados documentos que comprovariam as fraudes alegadas, como gravação da reunião em 10 de setembro, em que teriam sido fechados os acordos. Ao anular a eleição da Mesa Diretora na época, o juiz Silvio C. Prado, da 1ª Vara de Chapadão do Sul, apontou que a sessão em outubro teria se convertido em “teatro institucional destinado a confirmar resultado decidido em local privado, por poucos agentes políticos”. Fonte: Midiamax
- Futuro da Mesa Diretora da Câmara de Chapadão do Sul segue sem definição em 2026
Eleição está nas mãos da Justiça. (Divulgação CMCDS) Justiça chegou a anular eleição da Mesa Diretora da Casa de Leis, mas desembargador reverteu cenário e, agora, vereadores aguardam nova decisão O futuro da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Chapadão do Sul, município a 316 km de Campo Grande, segue em indefinição nas mãos da Justiça. Em dezembro passado, a 1ª Vara de Chapadão do Sul anulou a eleição da Mesa Diretora, realizada em 6 de outubro, que havia elegido Marcelo Costa (PSD) na presidência para 2026. Conforme o ex-presidente da Casa de Leis, vereador Cícero Barbosa dos Santos, conhecido como Mika (PP), uma decisão em segundo grau reverteu o cenário e deu posse à chapa vencedora. Diante disso, Marcelo Costa assumiu a presidência da Casa de Leis em 12 de janeiro deste ano. O vereador Mika afirma que aguardam a decisão dos desembargadores sobre o futuro da Mesa Diretora. “Eu era presidente em 2025 e apresentamos uma chapa para 2026. Acontece que fomos traídos na eleição. O candidato nosso entrou na Justiça, e o juiz daqui me conduziu até uma segunda decisão; então, o desembargador de Campo Grande deu posse para a chapa que ganhou a eleição. Agora, estamos aguardando a decisão do colegiado, que parece que é de cinco desembargadores”, informou Mika. Em nota publicada pela Câmara de Vereadores, o presidente Marcelo Costa afirmou que reconhece o trabalho desenvolvido pelo antecessor, vereador Mika. Ainda afirmou que “sua prioridade será garantir uma gestão harmônica, tanto entre os próprios vereadores quanto na relação institucional com o Poder Executivo”. Eleição da Mesa Diretora A ação de anulação da eleição foi protocolada pelo vereador Marcel D’Angelis Ferreira Silva (PP), que acusou irregularidades no processo de eleição da Mesa Diretora, incluindo acordos prévios e promessa de emprego. A escolha dos membros da Mesa Diretora para o ano de 2026, realizada em 6 de outubro de 2025, confirmou os vereadores: Marcelo Costa (PSD), na presidência; Júnior Teixeira (PSDB), na vice-presidência; Vanderson Cardoso (Republicanos), na segunda vice-presidência; Inez do Banco (PL), como primeira-secretária; e Andréia Lourenço (PSD), como segunda-secretária. Contudo, Inez do Banco era suplente e perdeu o mandato como vereadora ao ter contrariado o acordo feito com a base do prefeito Walter Schlatter (PP) e votar na chapa da oposição, encabeçada por Marcelo Costa (PSD). Ela foi substituída pelo titular da vaga, Emerson Nunes, o Sapo (PL), que foi exonerado da Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer, e reassumiu o mandato. Confira o vídeo no qual a antiga composição da mesa diretora revela acordo de sucessão do comando da Câmara de Chapadão do Sul: Anulação O vereador Marcel D’Angelis apontou ao menos quatro vícios que poderiam anular o processo de eleição da Mesa Diretora, como: Antecipação inconstitucional do pleito; Combinação prévia de votos e “acerto” extrainstitucional sobre a composição da Mesa Diretora para os exercícios de 2026, 2027 e 2028; Promessa de garantia de emprego por três anos para a obtenção de voto da vereadora suplente Inês; Fraude ao processo deliberativo interno, já que a decisão efetiva teria ocorrido em reunião privada, realizada mais de um mês antes da sessão pública. No processo, foram juntados documentos que comprovariam as fraudes alegadas, como gravação da reunião em 10 de setembro, em que teriam sido fechados os acordos. Ao anular a eleição da Mesa Diretora na época, o juiz Silvio C. Prado, da 1ª Vara de Chapadão do Sul, apontou que a sessão em outubro teria se convertido em “teatro institucional destinado a confirmar resultado decidido em local privado, por poucos agentes políticos”. Fonte: Midiamax
- Motorista devia de motociclista, colide em portão e tomba carro
Reprodução/CulturaTaboadp Motorista teria desviado de uma motociclista na via pública Um veículo colidiu contra o portão de uma residência e atingiu o muro da casa vizinha na Rua Ajax Furquim Leite, no Jardim Samara, em Aparecida do Taboado, cidade a 458 quilômetros de Campo Grande, nesta terça-feira (20). Ninguém ficou ferido. De acordo com informações, a ocorrência teve início quando um acidente de trânsito teria sido evitado em via pública, envolvendo uma motocicleta conduzida por uma mulher e o automóvel ocupado por dois homens. Ao tentar desviar da motocicleta, o motorista do carro perdeu o controle da direção, colidiu contra o portão do imóvel, atingiu o muro da residência vizinha e o carro tombou sobre a calçada, conforme o Culturataboado. Com a batida, uma lixeira foi destruída, além de danos no portão da casa. Apesar do susto, ninguém que passava pela calçada no momento ficou ferido. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e atenderam a ocorrência. Fonte: Midiamax
- Motorista devia de motociclista, colide em portão e tomba carro
Reprodução/CulturaTaboadp Motorista teria desviado de uma motociclista na via pública Um veículo colidiu contra o portão de uma residência e atingiu o muro da casa vizinha na Rua Ajax Furquim Leite, no Jardim Samara, em Aparecida do Taboado, cidade a 458 quilômetros de Campo Grande, nesta terça-feira (20). Ninguém ficou ferido. De acordo com informações, a ocorrência teve início quando um acidente de trânsito teria sido evitado em via pública, envolvendo uma motocicleta conduzida por uma mulher e o automóvel ocupado por dois homens. Ao tentar desviar da motocicleta, o motorista do carro perdeu o controle da direção, colidiu contra o portão do imóvel, atingiu o muro da residência vizinha e o carro tombou sobre a calçada, conforme o Culturataboado. Com a batida, uma lixeira foi destruída, além de danos no portão da casa. Apesar do susto, ninguém que passava pela calçada no momento ficou ferido. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e atenderam a ocorrência. Fonte: Midiamax
- Etapa de pré-matrícula para alunos novos em Corumbá vai até 31 de janeiro
Foto: Renê Marcio Carneiro, Arquivo, PMC Escolas e sede da secretaria de Educação funcionarão como ponto de apoio para inscrição, que é totalmente digital A prefeitura de Corumbá abriu no sábado (17) uma etapa de pré-matrícula para novos alunos da Reme (Rede Municipal de Ensino). O procedimento é feito apenas pela internet, através do site oficial do município. O prazo vai até 31 de janeiro. A partir de segunda-feira (19), as unidades escolares da rede municipal e a Secretaria Municipal de Educação passarão a funcionar como pontos de apoio para orientar famílias e responsáveis durante o processo de inscrição. Após a realização da pré-matrícula digital, os responsáveis legais deverão comparecer presencialmente à unidade escolar indicada, no prazo de até três dias úteis após a emissão do protocolo eletrônico, para a confirmação da matrícula. O período de pré-matrícula destinado a estudantes com deficiência foi encerrado no dia 13. Já os alunos que estavam matriculados na Rede Municipal em 2025 e não realizaram a rematrícula deverão participar do processo de pré-matrícula digital destinado a estudantes novos. Para a efetivação da matrícula, será exigida a apresentação de documentos como certidão de nascimento, RG, CPF, comprovante de residência, histórico escolar, entre outros previstos na normativa vigente. Vale lembrar que há prioridade de matrícula, por lei, para crianças em acolhimento institucional, filhos e filhas de mulheres em situação de violência doméstica e matrícula imediata para migrantes, refugiados e apátridas. A prefeitura ressalta que é responsabilidade dos pais ou responsáveis legais acompanhar a frequência escolar dos estudantes, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e demais legislações aplicáveis. As faltas injustificadas podem gerar encaminhamentos aos órgãos competentes. Fonte: Midiamax
- Etapa de pré-matrícula para alunos novos em Corumbá vai até 31 de janeiro
Foto: Renê Marcio Carneiro, Arquivo, PMC Escolas e sede da secretaria de Educação funcionarão como ponto de apoio para inscrição, que é totalmente digital A prefeitura de Corumbá abriu no sábado (17) uma etapa de pré-matrícula para novos alunos da Reme (Rede Municipal de Ensino). O procedimento é feito apenas pela internet, através do site oficial do município. O prazo vai até 31 de janeiro. A partir de segunda-feira (19), as unidades escolares da rede municipal e a Secretaria Municipal de Educação passarão a funcionar como pontos de apoio para orientar famílias e responsáveis durante o processo de inscrição. Após a realização da pré-matrícula digital, os responsáveis legais deverão comparecer presencialmente à unidade escolar indicada, no prazo de até três dias úteis após a emissão do protocolo eletrônico, para a confirmação da matrícula. O período de pré-matrícula destinado a estudantes com deficiência foi encerrado no dia 13. Já os alunos que estavam matriculados na Rede Municipal em 2025 e não realizaram a rematrícula deverão participar do processo de pré-matrícula digital destinado a estudantes novos. Para a efetivação da matrícula, será exigida a apresentação de documentos como certidão de nascimento, RG, CPF, comprovante de residência, histórico escolar, entre outros previstos na normativa vigente. Vale lembrar que há prioridade de matrícula, por lei, para crianças em acolhimento institucional, filhos e filhas de mulheres em situação de violência doméstica e matrícula imediata para migrantes, refugiados e apátridas. A prefeitura ressalta que é responsabilidade dos pais ou responsáveis legais acompanhar a frequência escolar dos estudantes, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e demais legislações aplicáveis. As faltas injustificadas podem gerar encaminhamentos aos órgãos competentes. Fonte: Midiamax
- Para reduzir impacto no comércio, prefeitura define novas regras para Carnaval de Corumbá
Foto: Renê Marcio Carneiro/PMC Montagem e desmontagem de arquibancadas e limpeza das vias públicas vão ter novos horários A prefeitura de Corumbá — município da região oeste de Mato Grosso do Sul — e a ACIC (Associação Comercial e Industrial de Corumbá) firmaram um acordo para reduzir o impacto das interdições de carnaval. Em 2026, a liberação das vias se dará de forma acelerada. Na reunião realizada entre representantes do município e da ACIC, a entidade apontou que o tempo prolongado de interdições e a instalação antecipada das arquibancadas afetam o acesso aos comércios, a visibilidade das fachadas e as vagas de estacionamento, além de riscos à segurança e redução do fluxo de clientes. Para fazer frente a isso, a prefeitura assumiu o compromisso de que parte das arquibancadas, em um trecho da Rua Frei Mariano, será montada apenas na semana anterior ao evento, com liberação da frente de alguns estabelecimentos, e desmontada imediatamente após o Carnaval, a partir da Quarta-feira de Cinzas. Os horários para coleta de lixo e início das interdições das ruas também foram debatidos, assim como a flexibilização do período para carga e descarga de mercadorias. O encontro foi coordenado pela diretora-presidente da Fundação da Cultura, Wanessa Rodrigues, com a participação do presidente da ACIC, André Campos. Também participaram a secretária de Governo e Gestão Estratégica, Josileia Rigo Marques; o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Luiz Henrique da Silva; e a diretora-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetrat), Mariana Ricco. “É um museu a céu aberto, o que impõe limitações técnicas para grandes estruturas, mas amplia a relevância cultural do evento em nível nacional”, declarou Wanessa. Outros membros da administração municipal também estiveram presentes no encontro realizado na última sexta-feira (16). Fonte: Midiamax
- Para reduzir impacto no comércio, prefeitura define novas regras para Carnaval de Corumbá
Foto: Renê Marcio Carneiro/PMC Montagem e desmontagem de arquibancadas e limpeza das vias públicas vão ter novos horários A prefeitura de Corumbá — município da região oeste de Mato Grosso do Sul — e a ACIC (Associação Comercial e Industrial de Corumbá) firmaram um acordo para reduzir o impacto das interdições de carnaval. Em 2026, a liberação das vias se dará de forma acelerada. Na reunião realizada entre representantes do município e da ACIC, a entidade apontou que o tempo prolongado de interdições e a instalação antecipada das arquibancadas afetam o acesso aos comércios, a visibilidade das fachadas e as vagas de estacionamento, além de riscos à segurança e redução do fluxo de clientes. Para fazer frente a isso, a prefeitura assumiu o compromisso de que parte das arquibancadas, em um trecho da Rua Frei Mariano, será montada apenas na semana anterior ao evento, com liberação da frente de alguns estabelecimentos, e desmontada imediatamente após o Carnaval, a partir da Quarta-feira de Cinzas. Os horários para coleta de lixo e início das interdições das ruas também foram debatidos, assim como a flexibilização do período para carga e descarga de mercadorias. O encontro foi coordenado pela diretora-presidente da Fundação da Cultura, Wanessa Rodrigues, com a participação do presidente da ACIC, André Campos. Também participaram a secretária de Governo e Gestão Estratégica, Josileia Rigo Marques; o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Luiz Henrique da Silva; e a diretora-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetrat), Mariana Ricco. “É um museu a céu aberto, o que impõe limitações técnicas para grandes estruturas, mas amplia a relevância cultural do evento em nível nacional”, declarou Wanessa. Outros membros da administração municipal também estiveram presentes no encontro realizado na última sexta-feira (16). Fonte: Midiamax
- Trânsito fica lento com engavetamento na BR-262
Local onde ocorreu a colisão (reprodução) Chovia no momento em ocorreu as batidas em sequência Acidente com engavetamento deixou o trânsito lento na BR-262, altura do KM-63 em Três Lagoas, cidade a 325 quilômetros de Campo Grande, durante a tarde desta sexta-feira (16). Ninguém ficou ferido. Conforme a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a colisão envolveu um Hyundai Creta, Toyota Corolla e um Chevrolet S-10, que seguiam no mesmo sentido, entre Água Clara e Três Lagoas. Neste trecho há trilho de trem. O Hyundai Creta teria freado repentinamente no local, quando foi atingido na traseira pelo Corolla e por consequência, a S-10. Chovia no momento em ocorreu as batidas. De acordo com a PRF, para evitar este tipo de acidente, a orientação é a de manter distância segura, reduzir a velocidade com cautela, ligar o pisca-alerta ao parar (especialmente se for o último). Ainda conforme a polícia, é necessário observar os retrovisores e, se possível, buscar uma área de escape (acostamento, vegetação), desviando o volante para evitar ser atingido por trás, e saindo do veículo para local seguro após a colisão, acionando o alerta para proteger a si e aos outros. Fonte: Midiamax
- Trânsito fica lento com engavetamento na BR-262
Local onde ocorreu a colisão (reprodução) Chovia no momento em ocorreu as batidas em sequência Acidente com engavetamento deixou o trânsito lento na BR-262, altura do KM-63 em Três Lagoas, cidade a 325 quilômetros de Campo Grande, durante a tarde desta sexta-feira (16). Ninguém ficou ferido. Conforme a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a colisão envolveu um Hyundai Creta, Toyota Corolla e um Chevrolet S-10, que seguiam no mesmo sentido, entre Água Clara e Três Lagoas. Neste trecho há trilho de trem. O Hyundai Creta teria freado repentinamente no local, quando foi atingido na traseira pelo Corolla e por consequência, a S-10. Chovia no momento em ocorreu as batidas. De acordo com a PRF, para evitar este tipo de acidente, a orientação é a de manter distância segura, reduzir a velocidade com cautela, ligar o pisca-alerta ao parar (especialmente se for o último). Ainda conforme a polícia, é necessário observar os retrovisores e, se possível, buscar uma área de escape (acostamento, vegetação), desviando o volante para evitar ser atingido por trás, e saindo do veículo para local seguro após a colisão, acionando o alerta para proteger a si e aos outros. Fonte: Midiamax
- Homem mata esposa com espingarda e depois tira a própria vida
Foto meramente ilustrativa Duas armas de fogo, tipo espingarda calibre 12 foram apreendidas Um homem identificado como Fernando Veiga, cometeu feminicídio ao matar a esposa, Josefa dos Santos de 44 anos, com tiro de espingarda na casa onde moravam na área rural de Bela Vista, cidade a 324 quilômetros de Campo Grande, em uma região conhecida como Damacuê, na manhã desta sexta-feira (16). De acordo com informações, o autor tirou a vida de Josefa e depois se matou. A ocorrência foi registrada nas proximidades da Capela Santo Antônio. Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas ao local, conforme o Jatobánews. A área foi isolada para o trabalho da perícia de Jardim que se deslocou à cidade. Segunde informações, na casa havia indícios de luta corporal. Duas armas de fogo, tipo espingarda calibre 12 foram apreendidas e serão analisadas durante a investigação. Após os procedimentos periciais, os corpos foram encaminhados para os trâmites legais. Fonte: Midiamax
- Homem mata esposa com espingarda e depois tira a própria vida
Foto meramente ilustrativa Duas armas de fogo, tipo espingarda calibre 12 foram apreendidas Um homem identificado como Fernando Veiga, cometeu feminicídio ao matar a esposa, Josefa dos Santos de 44 anos, com tiro de espingarda na casa onde moravam na área rural de Bela Vista, cidade a 324 quilômetros de Campo Grande, em uma região conhecida como Damacuê, na manhã desta sexta-feira (16). De acordo com informações, o autor tirou a vida de Josefa e depois se matou. A ocorrência foi registrada nas proximidades da Capela Santo Antônio. Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas ao local, conforme o Jatobánews. A área foi isolada para o trabalho da perícia de Jardim que se deslocou à cidade. Segunde informações, na casa havia indícios de luta corporal. Duas armas de fogo, tipo espingarda calibre 12 foram apreendidas e serão analisadas durante a investigação. Após os procedimentos periciais, os corpos foram encaminhados para os trâmites legais. Fonte: Midiamax
- VÍDEO: árvore de grande porte cai sobre motociclista durante temporal em Dourados
Reprodução Durante temporal na cidade na noite desta sexta Uma árvore caiu sobre um motociclista na Avenida José Roberto Teixeira, durante temporal em Dourados, cidade a 226 quilômetros de Campo Grande, na noite desta sexta-feira (16). De acordo com o jornalista Osvaldinho Duarte, o motociclista sofreu ferimento na perna e foi socorrido consciente pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Já em outro vídeo, do Dourados Mil Grau, aparece um restaurante destruído após a forte chuva da noite desta sexta. O temporal chegou acompanhado de ventos intensos, causando grandes prejuízos e deixando um cenário de destruição no local. Fato que chamou a atenção foi a força da chuva e os estragos causados em diferentes pontos da cidade. Fonte: Midiamax
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Reprodução Durante temporal na cidade na noite desta sexta Uma árvore caiu sobre um motociclista na Avenida José Roberto Teixeira, durante temporal em Dourados, cidade a 226 quilômetros de Campo Grande, na noite desta sexta-feira (16). De acordo com o jornalista Osvaldinho Duarte, o motociclista sofreu ferimento na perna e foi socorrido consciente pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Já em outro vídeo, do Dourados Mil Grau, aparece um restaurante destruído após a forte chuva da noite desta sexta. O temporal chegou acompanhado de ventos intensos, causando grandes prejuízos e deixando um cenário de destruição no local. Fato que chamou a atenção foi a força da chuva e os estragos causados em diferentes pontos da cidade. Fonte: Midiamax
- Acidente com caminhão derrama óleo em rodovia de serra em MS
Caminhão envolvido no acidente (CBMMS) Houve derramamento de óleo diesel na pista, oferecendo risco aos demais condutores Acidente com caminhão deixou duas pessoas feridas e causou derramamento de óleo na MS-423, na Serra da Alegria, em Rio Verde de Mato Grosso, cidade a 204 quilômetros de Campo Grande, na manhã desta sexta-feira (16). Conforme o Corpo de Bombeiros, o acidente deixou duas vítimas, que já haviam sido socorridas e transportadas para atendimento médico quando os militares chegaram ao local. As causas do acidente ainda serão apuradas. Com a colisão, houve derramamento de óleo diesel na pista, oferecendo risco aos demais condutores. Os bombeiros fizeram a primeira lavagem da via como medida emergencial e permaneceram no local aguardando a chegada de caminhões com areia para dar continuidade ao trabalho de limpeza e contenção do produto. Devido a situação, a Serra da Alegria ficou parcialmente interditada. Fonte: Midiamax
- Acidente com caminhão derrama óleo em rodovia de serra em MS
Caminhão envolvido no acidente (CBMMS) Houve derramamento de óleo diesel na pista, oferecendo risco aos demais condutores Acidente com caminhão deixou duas pessoas feridas e causou derramamento de óleo na MS-423, na Serra da Alegria, em Rio Verde de Mato Grosso, cidade a 204 quilômetros de Campo Grande, na manhã desta sexta-feira (16). Conforme o Corpo de Bombeiros, o acidente deixou duas vítimas, que já haviam sido socorridas e transportadas para atendimento médico quando os militares chegaram ao local. As causas do acidente ainda serão apuradas. Com a colisão, houve derramamento de óleo diesel na pista, oferecendo risco aos demais condutores. Os bombeiros fizeram a primeira lavagem da via como medida emergencial e permaneceram no local aguardando a chegada de caminhões com areia para dar continuidade ao trabalho de limpeza e contenção do produto. Devido a situação, a Serra da Alegria ficou parcialmente interditada. Fonte: Midiamax
- Jovem é morto com tiro no peito em frente de barbearia em Dourados
Caso foi registrado na Depac. (Foto: Jornal Midiamax) O autor já identificado é procurado pela polícia Barbeiro identificado como Leandro Cáceres Quintana, de 22 anos, morreu no hospital após ser baleado no peito, em frente de sua barbearia, em Dourados, cidade a 226 quilômetros de Campo Grande, na noite desta sexta-feira (16). O crime aconteceu na Rua Ramão Ozório na Vila São Braz. Leandro foi socorrido pelo irmão de 28 anos, levado ao Hospital da Vida, onde veio a óbito. O irmão conta que estava em uma distribuidora próxima, e, o irmão, conversava com o autor de 26 anos e mais uma pessoa, conforme o repórter Osvaldinho Duarte. Em determinado momento, conta que ouviu um disparo, momento em que viu o irmão caído e ferido. Ele então socorreu o irmão, porém, Leandro morreu após dar entrada no hospital. Uma cápsula de calibre 38 foi recolhido no local. O autor já identificado é procurado pela polícia. Fonte: Midiamax
- Jovem é morto com tiro no peito em frente de barbearia em Dourados
Caso foi registrado na Depac. (Foto: Jornal Midiamax) O autor já identificado é procurado pela polícia Barbeiro identificado como Leandro Cáceres Quintana, de 22 anos, morreu no hospital após ser baleado no peito, em frente de sua barbearia, em Dourados, cidade a 226 quilômetros de Campo Grande, na noite desta sexta-feira (16). O crime aconteceu na Rua Ramão Ozório na Vila São Braz. Leandro foi socorrido pelo irmão de 28 anos, levado ao Hospital da Vida, onde veio a óbito. O irmão conta que estava em uma distribuidora próxima, e, o irmão, conversava com o autor de 26 anos e mais uma pessoa, conforme o repórter Osvaldinho Duarte. Em determinado momento, conta que ouviu um disparo, momento em que viu o irmão caído e ferido. Ele então socorreu o irmão, porém, Leandro morreu após dar entrada no hospital. Uma cápsula de calibre 38 foi recolhido no local. O autor já identificado é procurado pela polícia. Fonte: Midiamax
- Carro é encontrado abandonado com 912 quilos de maconha em Sidrolândia
Divulgação/PRF A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 912 quilos de maconha, nesta quarta-feira (14), em Sidrolândia, cidade a 60 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a PRF, a droga foi encontrada em um Fiat Uno que havia sido abandonado às margens da BR-060. Os policiais encontraram o veículo durante fiscalizações de rotina. Ainda conforme a polícia, ninguém foi encontrado no local. O automóvel e a droga foram encaminhados à Polícia Civil em Sidrolândia. Fonte: Midiamax
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- MPMS dispensa licitação e contrata produtora de vídeo por quase R$ 100 mil
Romão Ávila, procurador-geral de Justiça, chefe do MPMS. (Foto: Madu Livramento/Jornal Midiamax) Investimento vai garantir prestação de serviços de filmagem e transmissão de eventos O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) oficializou a contratação da empresa Estúdio V2 Ltda. para a prestação de serviços de filmagem, gravação e transmissão de eventos institucionais. O extrato do Contrato nº 093/PGJ/2025 prevê um investimento total de R$ 99.240,00, com vigência estabelecida até dezembro deste ano. A contratação ocorreu por meio de dispensa de licitação, ou seja, sem ampla concorrência. O dispositivo é aplicado em casos de bens e serviços necessários à manutenção da atividade administrativa, desde que dentro dos limites de valores ou situações específicas previstos na Nova Lei de Licitações. O objeto do contrato abrange o suporte audiovisual especializado para reuniões e eventos do órgão. O valor integral do contrato está lastreado pela Nota de Empenho nº 2026NE000004, emitida em 12 de janeiro de 2026. Fonte: Midiamax
- MPMS dispensa licitação e contrata produtora de vídeo por quase R$ 100 mil
Romão Ávila, procurador-geral de Justiça, chefe do MPMS. (Foto: Madu Livramento/Jornal Midiamax) Investimento vai garantir prestação de serviços de filmagem e transmissão de eventos O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) oficializou a contratação da empresa Estúdio V2 Ltda. para a prestação de serviços de filmagem, gravação e transmissão de eventos institucionais. O extrato do Contrato nº 093/PGJ/2025 prevê um investimento total de R$ 99.240,00, com vigência estabelecida até dezembro deste ano. A contratação ocorreu por meio de dispensa de licitação, ou seja, sem ampla concorrência. O dispositivo é aplicado em casos de bens e serviços necessários à manutenção da atividade administrativa, desde que dentro dos limites de valores ou situações específicas previstos na Nova Lei de Licitações. O objeto do contrato abrange o suporte audiovisual especializado para reuniões e eventos do órgão. O valor integral do contrato está lastreado pela Nota de Empenho nº 2026NE000004, emitida em 12 de janeiro de 2026. Fonte: Midiamax
- R$ 60 milhões: ministério confirma leilão da hidrovia do Rio Paraguai com trecho em MS
Corumbá tem trecho que estará em hidrovia leiloada. (Marcos Ermínio, Midiamax) Concessão estima investimento milionário ainda em 2026 O Ministério de Portos e Aeroportos confirmou o leilão da hidrovia do Rio Paraguai neste ano. A concessão pode render investimento de mais de R$ 60 milhões e possui trecho em Mato Grosso do Sul. Nesta quarta-feira (14), o ministro Silvio Costa Filho citou o projeto dentro das prioridades da pasta para 2026. Esta será a primeira concessão hidroviária do país. Em Mato Grosso do Sul, trecho de Corumbá conta com cinco portos. Além disso, o projeto é visto pelo Governo do Estado como estratégico para a logística de MS. “No 2º semestre, nós vamos realizar a 1ª concessão hidroviária do Brasil, que é a hidrovia do Paraguai. A gente espera em mais de 60 milhões de reais, e, a partir daí, a gente vai avançar fortemente nessa agenda de concessões hidroviárias brasileiras”, afirmou o ministro em Brasília. Em 15 de agosto, o ministério encaminhou o projeto da concessão hidroviária ao TCU (Tribunal de Contas da União). Então, o projeto da hidrovia do Rio Paraguai conta com cerca de 600 quilômetros de extensão em território brasileiro. Logo, o ministério destaca que a rota “é estratégica para o escoamento de cargas no Centro-Oeste”. Ademais, a pasta destaca que a concessão compreende o Tramo Sul do rio, com trecho entre Corumbá (MS) e a foz do Rio Apa, na fronteira com o Paraguai. Projeto O projeto prevê dragagem do rio, que deve tomar a maior parte do investimento. Além disso, o ministério projeta que as concessões hidroviárias prestem serviços essenciais para o funcionamento da navegação. Entre eles: operação 24 horas, controle do tráfego e das condições do rio, sistemas de sinalização e balizamento, monitoramento ambiental, ações de segurança e manutenção da infraestrutura. Os custos iniciais do projeto apontavam R$ 14,4 milhões para aquisição de draga do tipo sucção e recalque, dragagens no Tramo Sul estimadas em R$ 10,8 milhões e investimentos no Canal do Tamengo. Por fim, o projeto prevê R$ 6 milhões para derrocamento da formação rochosa sinalizada pelo Farol Balduíno. Fonte: Midiamax






























