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População questiona atendimento nas UPAs de Campo Grande após morte de jovem por aneurisma

  • há 13 horas
  • 2 min de leitura
Relatos na sessão de comentários de publicação do Jornal Midiamax.
Relatos na sessão de comentários de publicação do Jornal Midiamax.

Pacientes apontam que, quando têm dor de cabeça, são mandados para casa apenas sob a recomendação de tomar analgésico


A morte repentina da jovem Gabriella Vieira Alexandre, de 23 anos, por aneurisma, na segunda-feira (27), abalou a população campo-grandense. Diversos relatos sobre o atendimento nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) da Capital vieram à tona, e pacientes apontam que, quando têm dor de cabeça, são mandados para casa apenas sob a recomendação de tomar analgésico.


“Como ela chega com imensa dor de cabeça e o médico não dá o atendimento correto, tais como deixar em observação e fazer exame? Na UPA, toda medicação chama dipirona, quanto custa fazer uma tomografia, uma ressonância magnética?”. O relato, publicado em post do Jornal Midiamax, é acompanhado de indignação.

A população denuncia que, ao chegarem à UPA com dores de cabeça fortes, a equipe médica diagnostica o caso como enxaqueca, sem antes fazer qualquer exame, e manda os pacientes de volta para casa com a recomendação de tomar dipirona.


“Eu estou passando praticamente toda semana na UPA porque estou sentindo dores de cabeça fortíssimas e eles me dão 2 g de dipirona na veia e falam que é crise de enxaqueca”, relata a leitora. Ela diz que tem tido dores de cabeça praticamente todos os dias da semana e acha a situação incomum, algo além de enxaqueca.

Outro leitor ainda questiona: “O que adianta ir na UPA e não pedir exames, só receitar analgésicos?”. A demora no atendimento também é pontuada e fragiliza quem precisa de atendimento emergencial. “Além da demora no atendimento e de não ter insumos para socorro emergencial, amigos meus já procuraram ajuda com sintomas visíveis de infarto e o classificaram na cor verde, ou seja, pode esperar o dia todo”, destaca o usuário.


“Quando foi atendido, a resposta do médico foi que não poderiam fazer nada por não ter vagas na enfermaria e o aparelho de eletrocardiograma estar quebrado e não ter em nenhuma das UPAs em funcionamento”, finaliza o relato.

Gabriella procurou atendimento

Gabriella foi encontrada morta no banheiro de casa no início da manhã de segunda-feira (27). Na ocasião, os bombeiros relataram que, quando chegaram ao imóvel, encontraram o companheiro da vítima realizando manobras de reanimação. A equipe continuou as manobras, mas a jovem não resistiu.


À polícia, foi relatado que Gabriella procurou a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na semana passada com queixas de dores de cabeça. Ela foi medicada e recebeu uma receita de analgésico. Entretanto, testemunhas afirmam que a jovem reclamava de dores de cabeça há mais tempo.


O Jornal Midiamax solicitou um posicionamento da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), diante das denúncias da população, e aguarda retorno.


Fonte: Midiamax

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