Mãe de bebê que teria sido estuprada pelo padrasto é presa em Campo Grande
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A bebê de um ano tinha vários ferimentos pelo corpo e está internada
O padrasto suspeito de esturpar o próprio enteado, bebê de apenas um ano, na manhã desta terça-feira (28), no bairro Vila Santa Luzia, em Campo Grande, afirmou que a criança teria sofrido uma queda no banheiro, nessa segunda-feira (27), mas que não teria sido levada ao hospital.
A vítima, de 1 ano e 8 meses, foi deixada aos cuidados do padrasto por volta das 6h, porque a mãe, de 31 anos, precisou sair. Durante o trajeto até a Santa Casa de Campo Grande, o médico constatou que o bebê apresentava diversos hematomas pelo corpo, além de indícios de possível abuso sexual na região íntima.
Segundo o boletim de ocorrência, o padrasto afirma que, quando foi pegar o enteado para dar banho, percebeu que ele estava sem movimentos. Ele, então, teria acionado o Samu (Serviço Móvel de Urgência) e ligado para sua esposa.
Ainda no local do crime, o médico verificou um hematoma na região da cabeça da criança, que se estendia até a área dos olhos. O padrasto relatou que a criança teria sofrido uma queda no banheiro, nessa segunda-feira (27), mas que não teria sido levada ao hospital.
Na coberta do bebê e na cama do casal havia vestígios de sangue, o que levantou suspeita na equipe policial de possível abuso sexual. Dessa forma, o padrasto e a mãe da criança foram conduzidos à DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Prisão em flagrante
O padrasto foi autuado em flagrante por maus-tratos majorado e estupro de vulnerável, com causa de aumento de pena. A autoridade policial representou pela prisão preventiva, por conta da gravidade dos fatos.
Quanto à mãe da criança, foi autuada em flagrante pelo crime de maus-tratos majorado. Ambos aguardam audiência de custódia.
Na varanda da casa onde o crime aconteceu ainda foi encontrada porção de maconha. A mulher informou que na noite passada o casal fez uso da substância.
Informação ao leitor
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Caso necessário, o responsável deve acionar à DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Agradecemos a compreensão.
Fonte: Midiamax







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