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Gente? Contrabandistas se superam e ‘Mounjaro’ chega disfarçado até de bomba calórica em MS

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 21 horas
  • 2 min de leitura
Contrabandistas estão colocando a criatividade ‘pra jogo’ para enviar emagrecedores clandestinos. (Imagens: Divulgação, Vigilância Sanitária)
Contrabandistas estão colocando a criatividade ‘pra jogo’ para enviar emagrecedores clandestinos. (Imagens: Divulgação, Vigilância Sanitária)

Quem desconfiaria? Remédio para emagrecer escondido em embalagem de chocolate: seria este o disfarce perfeito?


Não era pra emagrecer? Na tentativa de despistar a polícia, contrabandistas têm apelado para o contrassenso ao despachar emagrecedores pelos Correios, em Mato Grosso do Sul. Esta semana, por exemplo, frascos do medicamento foram apreendidos embalados em cascas de bombom; afinal, quem desconfiaria que um remédio para perder peso estaria disfarçado de uma bomba calórica de chocolate?


Aliás, o surto do “Mounjaro”, “Ozempic”, “Lipoless” e demais variações da medicação têm aflorado a criatividade dos criminosos. A cada nova apreensão da polícia, os emagrecedores aparecem contrabandeados das maneiras mais inusitadas possíveis no Estado.


Nos últimos dias, algumas ampolas enviadas pelos Correios já foram encontradas dentro de potes de creme de cabelo, copos térmicos, erva de tereré, sacos de feijão, bolsas, porta-joias, materiais escolares e, é claro, embalagens de bombons, como se fossem presentinhos.


Embalagens sofisticadas tentam ludibriar fiscalização

Conforme Matheus Pirolo, gerente do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária, os emagrecedores usados de forma indiscriminada, sem receita e acompanhamento médico geram riscos, e as embalagens sofisticadas tendem a ludibriar a fiscalização.


O ‘boom’ está tão fora do controle, que, só esta semana, uma força-tarefa, incluindo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Correios, CRF-MS (Conselho Regional de Farmácia) e Vigilância Sanitária da SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde) encontrou mais de 800 canetas e ampolas de retatrutida e tizerpatida, das marcas TG e Lipoless, disfarçadas de encomendas.


No total, a apreensão dos produtos foi avaliada em mais de R$ 1 milhão. “O retatrutida não é reconhecido oficialmente em nenhum país do mundo e é vendido no mercado clandestino como se fosse originário de países sérios, como Alemanha ou Reino Unido, o que não é verdade”, destaca o gerente do Sistema de Vigilância Sanitária.


Enquanto a criatividade dos contrabandistas emerge mais do que nunca para o envio dos medicamentos clandestinos e com armazenamento incorreto, Pirolo afirma que as apreensões seguirão nos Correios, mas também ocorrerão em transportadoras, aeroportos do Estado e rodovias federais e estaduais.


A ação é coordenada tanto pelos órgãos fiscalizadores quanto de segurança pública.


Fonte: Midiamax


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