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- Agesul engatilha outro pacote bilionário de pavimentações
Atualmente está em andamento um pacote de R$ 2,6 bilhões que prevê 570 quilômetros de asfalto novo e 250 de recapeamento Estão em andamento ao menos 13 licitações para elaboração dos projetos prevendo a pavimentação de 605 quilômetros, o que exigira investimento de R$ 2,6 bilhões Depois do pacote de obras bancado com o financiamento de R$ 2,3 bilhões Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), e mais R$ 300 milhões de recursos próprios, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul prepara um novo pacote e com valores idênticos, da ordem de R$ 2,6 bilhões. Por enquanto, porém, a fonte para bancar estas obras não foi divulgado. Desde agosto deste ano a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul) lançou pelo menos 13 editais para contratação de empresas interessadas na elaboração dos projetos para execução de obras pavimentação em cerca de 20 municípios de todas as regiões do Estado. Caso estes projetos saiam do papel, serão em torno de 605 quilômetros de asfalto novo e com base nas recentes licitações do pacote de obras do BNDES, serão necessários em torno de R$ 2,6 bilhões, uma vez que o custo por quilômetro está na ordem de R$ 4,3 milhões. Somente para a elaboração dos projetos básico e executivo estão sendo destinados quase R$ 28 milhões, conforme a previsão de valor máximo estipulado nos editais das licitações. A previsão é de que até março do próximo ano as contratações estejam concluídas. A maior destas obras prevê a pavimentação de 101 quilômetros da MS-340, ligando as cidades de Rio Negro e Bandeirantes, encurtando em pelo menos 30 quilômetros a distância por rodovia asfaltada entre as duas cidades. Outro grande projeto é o que prevê a pavimentação de 95 quilômetros da MS-447 e da MS-345. Se sair do papel, haverá asfalto entre a cidade de Aquidauana e a chamada Ponte do Grego, passando pelos distritos de Limão Verde e Cipolândia. O asfalto entre a cidade de Terenos e a Ponte do Grego foi inaugurado em meados deste ano. Um terceiro importante projeto prevê a implantação de 68 quilômetros de asfalto ligando a BR-267 à cidade de Angélica, pela MS-141. No mesmo projeto também está previsto o asfaltamento de 18 quilômetros da MS-473, que já é parcialmente asfaltada.Os investimentos criarão uma nova ligação entre Angélica e Nova Andradina. E em meio ao andamento das obras milionárias de construção da ponte sobre o Rio Paraguai e dos 13 quilômetros da rodovia de acesso a esta ponte em Porto Murtinho, a Agesul projeta a construção de 50 quilômetros de uma rodovia para ligar Porto Murtinho à divisa com Paraguai, passando sobre o Rio Apa, que faz a divisa entre o Brasil e o Paraguai. Caso seja executada, a obra será fundamental para incrementar a chamada rota bioceânica, já que conectaria as cidades paraguaias localizadas na margem esquerda do Rio Paraguai a esta nova via. Porém, para que o projeto vire realidade, o Governo do Estado espera ajuda federal para construção da ponte sobre o Rio Apa. Mas, entre estes projetos lançados pela Agesul também exitem obras menores, como é o caso do projeto para pavimentação dos oito quilômetros ligando a BR-262 ao distrito de Piraputanga, povoado que está se destacando por conta de atrativos turísticos localizado na margem direita do Rio Aquidauana e às margens da MS-450, também conhecida como Estrada Parque Palmeiras-Piraputanga. PACOTE DO BNDES No pacote de obras que já está em andamento desde o começo deste ano, pelo menos 15 licitações para obras bancadas pelo BNDES já foram concluídas. A maior parte já está em andamento. A previsão é de que sejam construídos 570 quilômetros de asfalto novo e que seja feito o recapeamento de outros 250 quilômetros. Dos 13 projetos que foram encomendados agora pela Agesul, nenhum será para complementar as pavimentações que integram o pacote do BNDES, embora boa parte das obras seja somente relativa a trechos iniciais das rodovias que estão sendo asfaltadas. Fonte: Correio do Estado
- Agesul engatilha outro pacote bilionário de pavimentações
Atualmente está em andamento um pacote de R$ 2,6 bilhões que prevê 570 quilômetros de asfalto novo e 250 de recapeamento Estão em andamento ao menos 13 licitações para elaboração dos projetos prevendo a pavimentação de 605 quilômetros, o que exigira investimento de R$ 2,6 bilhões Depois do pacote de obras bancado com o financiamento de R$ 2,3 bilhões Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), e mais R$ 300 milhões de recursos próprios, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul prepara um novo pacote e com valores idênticos, da ordem de R$ 2,6 bilhões. Por enquanto, porém, a fonte para bancar estas obras não foi divulgado. Desde agosto deste ano a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul) lançou pelo menos 13 editais para contratação de empresas interessadas na elaboração dos projetos para execução de obras pavimentação em cerca de 20 municípios de todas as regiões do Estado. Caso estes projetos saiam do papel, serão em torno de 605 quilômetros de asfalto novo e com base nas recentes licitações do pacote de obras do BNDES, serão necessários em torno de R$ 2,6 bilhões, uma vez que o custo por quilômetro está na ordem de R$ 4,3 milhões. Somente para a elaboração dos projetos básico e executivo estão sendo destinados quase R$ 28 milhões, conforme a previsão de valor máximo estipulado nos editais das licitações. A previsão é de que até março do próximo ano as contratações estejam concluídas. A maior destas obras prevê a pavimentação de 101 quilômetros da MS-340, ligando as cidades de Rio Negro e Bandeirantes, encurtando em pelo menos 30 quilômetros a distância por rodovia asfaltada entre as duas cidades. Outro grande projeto é o que prevê a pavimentação de 95 quilômetros da MS-447 e da MS-345. Se sair do papel, haverá asfalto entre a cidade de Aquidauana e a chamada Ponte do Grego, passando pelos distritos de Limão Verde e Cipolândia. O asfalto entre a cidade de Terenos e a Ponte do Grego foi inaugurado em meados deste ano. Um terceiro importante projeto prevê a implantação de 68 quilômetros de asfalto ligando a BR-267 à cidade de Angélica, pela MS-141. No mesmo projeto também está previsto o asfaltamento de 18 quilômetros da MS-473, que já é parcialmente asfaltada.Os investimentos criarão uma nova ligação entre Angélica e Nova Andradina. E em meio ao andamento das obras milionárias de construção da ponte sobre o Rio Paraguai e dos 13 quilômetros da rodovia de acesso a esta ponte em Porto Murtinho, a Agesul projeta a construção de 50 quilômetros de uma rodovia para ligar Porto Murtinho à divisa com Paraguai, passando sobre o Rio Apa, que faz a divisa entre o Brasil e o Paraguai. Caso seja executada, a obra será fundamental para incrementar a chamada rota bioceânica, já que conectaria as cidades paraguaias localizadas na margem esquerda do Rio Paraguai a esta nova via. Porém, para que o projeto vire realidade, o Governo do Estado espera ajuda federal para construção da ponte sobre o Rio Apa. Mas, entre estes projetos lançados pela Agesul também exitem obras menores, como é o caso do projeto para pavimentação dos oito quilômetros ligando a BR-262 ao distrito de Piraputanga, povoado que está se destacando por conta de atrativos turísticos localizado na margem direita do Rio Aquidauana e às margens da MS-450, também conhecida como Estrada Parque Palmeiras-Piraputanga. PACOTE DO BNDES No pacote de obras que já está em andamento desde o começo deste ano, pelo menos 15 licitações para obras bancadas pelo BNDES já foram concluídas. A maior parte já está em andamento. A previsão é de que sejam construídos 570 quilômetros de asfalto novo e que seja feito o recapeamento de outros 250 quilômetros. Dos 13 projetos que foram encomendados agora pela Agesul, nenhum será para complementar as pavimentações que integram o pacote do BNDES, embora boa parte das obras seja somente relativa a trechos iniciais das rodovias que estão sendo asfaltadas. Fonte: Correio do Estado
- Agesul engatilha outro pacote bilionário de pavimentações
Atualmente está em andamento um pacote de R$ 2,6 bilhões que prevê 570 quilômetros de asfalto novo e 250 de recapeamento Estão em andamento ao menos 13 licitações para elaboração dos projetos prevendo a pavimentação de 605 quilômetros, o que exigira investimento de R$ 2,6 bilhões Depois do pacote de obras bancado com o financiamento de R$ 2,3 bilhões Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), e mais R$ 300 milhões de recursos próprios, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul prepara um novo pacote e com valores idênticos, da ordem de R$ 2,6 bilhões. Por enquanto, porém, a fonte para bancar estas obras não foi divulgado. Desde agosto deste ano a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul) lançou pelo menos 13 editais para contratação de empresas interessadas na elaboração dos projetos para execução de obras pavimentação em cerca de 20 municípios de todas as regiões do Estado. Caso estes projetos saiam do papel, serão em torno de 605 quilômetros de asfalto novo e com base nas recentes licitações do pacote de obras do BNDES, serão necessários em torno de R$ 2,6 bilhões, uma vez que o custo por quilômetro está na ordem de R$ 4,3 milhões. Somente para a elaboração dos projetos básico e executivo estão sendo destinados quase R$ 28 milhões, conforme a previsão de valor máximo estipulado nos editais das licitações. A previsão é de que até março do próximo ano as contratações estejam concluídas. A maior destas obras prevê a pavimentação de 101 quilômetros da MS-340, ligando as cidades de Rio Negro e Bandeirantes, encurtando em pelo menos 30 quilômetros a distância por rodovia asfaltada entre as duas cidades. Outro grande projeto é o que prevê a pavimentação de 95 quilômetros da MS-447 e da MS-345. Se sair do papel, haverá asfalto entre a cidade de Aquidauana e a chamada Ponte do Grego, passando pelos distritos de Limão Verde e Cipolândia. O asfalto entre a cidade de Terenos e a Ponte do Grego foi inaugurado em meados deste ano. Um terceiro importante projeto prevê a implantação de 68 quilômetros de asfalto ligando a BR-267 à cidade de Angélica, pela MS-141. No mesmo projeto também está previsto o asfaltamento de 18 quilômetros da MS-473, que já é parcialmente asfaltada.Os investimentos criarão uma nova ligação entre Angélica e Nova Andradina. E em meio ao andamento das obras milionárias de construção da ponte sobre o Rio Paraguai e dos 13 quilômetros da rodovia de acesso a esta ponte em Porto Murtinho, a Agesul projeta a construção de 50 quilômetros de uma rodovia para ligar Porto Murtinho à divisa com Paraguai, passando sobre o Rio Apa, que faz a divisa entre o Brasil e o Paraguai. Caso seja executada, a obra será fundamental para incrementar a chamada rota bioceânica, já que conectaria as cidades paraguaias localizadas na margem esquerda do Rio Paraguai a esta nova via. Porém, para que o projeto vire realidade, o Governo do Estado espera ajuda federal para construção da ponte sobre o Rio Apa. Mas, entre estes projetos lançados pela Agesul também exitem obras menores, como é o caso do projeto para pavimentação dos oito quilômetros ligando a BR-262 ao distrito de Piraputanga, povoado que está se destacando por conta de atrativos turísticos localizado na margem direita do Rio Aquidauana e às margens da MS-450, também conhecida como Estrada Parque Palmeiras-Piraputanga. PACOTE DO BNDES No pacote de obras que já está em andamento desde o começo deste ano, pelo menos 15 licitações para obras bancadas pelo BNDES já foram concluídas. A maior parte já está em andamento. A previsão é de que sejam construídos 570 quilômetros de asfalto novo e que seja feito o recapeamento de outros 250 quilômetros. Dos 13 projetos que foram encomendados agora pela Agesul, nenhum será para complementar as pavimentações que integram o pacote do BNDES, embora boa parte das obras seja somente relativa a trechos iniciais das rodovias que estão sendo asfaltadas. Fonte: Correio do Estado
- MS tem quase metade da população endividada e 119,8 mil empresas no "vermelho"
Homem segura boletos de dívidas de água e luz (Foto: Marcos Maluf) As dívidas dos sul-mato-grossenses chegam a acumular R$ 9.499.159.995,00 A inadimplência tem feito parte da vida de 1,2 milhão de sul-mato-grossenses, representando quase metade da população, que é de 2,9 milhões. Além disso, 119,8 mil empresas do Estado estão no "vermelho". Os dados foram divulgados pelo Serasa Experian, com base nos dados de novembro. As pessoas acumulam 5.514.201 dívidas, com total de R$ 9.499.159.995,00. A dívida tem ticket médio de R$ 1.722,67 e cada inadimplente acumula R$ 7.629,20. Se comparar outubro com novembro, a quantidade de devedores aumentou 0,82%, saindo de 1.234.934 para 1.245.106. Em Campo Grande, são 487.953 pessoas endividadas, com o valor total de R$ 4.372.822.540,00. Em seguida está Dourados, com 104.685 pessoas, que contabilizam R$ 806.726.707,00 em dívidas. Em Três Lagoas, são 56.642 inadimplentes, com o valor total de R$ 410.105.802,00. Em Corumbá, são 48.215 pessoas, com o valor total de R$ 333.020.315,00. Em Ponta Porã, o número de inadimplentes ficou em 39.589, com dívida total de R$ 260.915.689,00. Em relação ao segmento das dívidas, os bancos e cartões acometem 29,31% dos inadimplentes; telecomunicação, 3,71%; varejo, 10,51%; serviço, 15,52%; financeiro, 18,43%; securitizadoras, 2,62%; e cooperativas, 3,37%. Empresas – Em Mato Grosso do Sul, são 119,8 mil empresas no “vermelho”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 25.795,72 por CNPJ, com oito contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.256,71. No cenário nacional, são 8,7 milhões de companhias, que atingiram recorde em outubro. Trata-se do maior número de CNPJs negativados desde o início da série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Juntos, os negócios somaram 204,8 bilhões de reais em dívidas. ”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 23.658,74 por CNPJ, com 7 contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.329,50. Fonte: Campo Grande News
- MS tem quase metade da população endividada e 119,8 mil empresas no "vermelho"
Homem segura boletos de dívidas de água e luz (Foto: Marcos Maluf) As dívidas dos sul-mato-grossenses chegam a acumular R$ 9.499.159.995,00 A inadimplência tem feito parte da vida de 1,2 milhão de sul-mato-grossenses, representando quase metade da população, que é de 2,9 milhões. Além disso, 119,8 mil empresas do Estado estão no "vermelho". Os dados foram divulgados pelo Serasa Experian, com base nos dados de novembro. As pessoas acumulam 5.514.201 dívidas, com total de R$ 9.499.159.995,00. A dívida tem ticket médio de R$ 1.722,67 e cada inadimplente acumula R$ 7.629,20. Se comparar outubro com novembro, a quantidade de devedores aumentou 0,82%, saindo de 1.234.934 para 1.245.106. Em Campo Grande, são 487.953 pessoas endividadas, com o valor total de R$ 4.372.822.540,00. Em seguida está Dourados, com 104.685 pessoas, que contabilizam R$ 806.726.707,00 em dívidas. Em Três Lagoas, são 56.642 inadimplentes, com o valor total de R$ 410.105.802,00. Em Corumbá, são 48.215 pessoas, com o valor total de R$ 333.020.315,00. Em Ponta Porã, o número de inadimplentes ficou em 39.589, com dívida total de R$ 260.915.689,00. Em relação ao segmento das dívidas, os bancos e cartões acometem 29,31% dos inadimplentes; telecomunicação, 3,71%; varejo, 10,51%; serviço, 15,52%; financeiro, 18,43%; securitizadoras, 2,62%; e cooperativas, 3,37%. Empresas – Em Mato Grosso do Sul, são 119,8 mil empresas no “vermelho”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 25.795,72 por CNPJ, com oito contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.256,71. No cenário nacional, são 8,7 milhões de companhias, que atingiram recorde em outubro. Trata-se do maior número de CNPJs negativados desde o início da série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Juntos, os negócios somaram 204,8 bilhões de reais em dívidas. ”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 23.658,74 por CNPJ, com 7 contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.329,50. Fonte: Campo Grande News
- MS tem quase metade da população endividada e 119,8 mil empresas no "vermelho"
Homem segura boletos de dívidas de água e luz (Foto: Marcos Maluf) As dívidas dos sul-mato-grossenses chegam a acumular R$ 9.499.159.995,00 A inadimplência tem feito parte da vida de 1,2 milhão de sul-mato-grossenses, representando quase metade da população, que é de 2,9 milhões. Além disso, 119,8 mil empresas do Estado estão no "vermelho". Os dados foram divulgados pelo Serasa Experian, com base nos dados de novembro. As pessoas acumulam 5.514.201 dívidas, com total de R$ 9.499.159.995,00. A dívida tem ticket médio de R$ 1.722,67 e cada inadimplente acumula R$ 7.629,20. Se comparar outubro com novembro, a quantidade de devedores aumentou 0,82%, saindo de 1.234.934 para 1.245.106. Em Campo Grande, são 487.953 pessoas endividadas, com o valor total de R$ 4.372.822.540,00. Em seguida está Dourados, com 104.685 pessoas, que contabilizam R$ 806.726.707,00 em dívidas. Em Três Lagoas, são 56.642 inadimplentes, com o valor total de R$ 410.105.802,00. Em Corumbá, são 48.215 pessoas, com o valor total de R$ 333.020.315,00. Em Ponta Porã, o número de inadimplentes ficou em 39.589, com dívida total de R$ 260.915.689,00. Em relação ao segmento das dívidas, os bancos e cartões acometem 29,31% dos inadimplentes; telecomunicação, 3,71%; varejo, 10,51%; serviço, 15,52%; financeiro, 18,43%; securitizadoras, 2,62%; e cooperativas, 3,37%. Empresas – Em Mato Grosso do Sul, são 119,8 mil empresas no “vermelho”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 25.795,72 por CNPJ, com oito contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.256,71. No cenário nacional, são 8,7 milhões de companhias, que atingiram recorde em outubro. Trata-se do maior número de CNPJs negativados desde o início da série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Juntos, os negócios somaram 204,8 bilhões de reais em dívidas. ”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 23.658,74 por CNPJ, com 7 contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.329,50. Fonte: Campo Grande News
- MS tem quase metade da população endividada e 119,8 mil empresas no "vermelho"
Homem segura boletos de dívidas de água e luz (Foto: Marcos Maluf) As dívidas dos sul-mato-grossenses chegam a acumular R$ 9.499.159.995,00 A inadimplência tem feito parte da vida de 1,2 milhão de sul-mato-grossenses, representando quase metade da população, que é de 2,9 milhões. Além disso, 119,8 mil empresas do Estado estão no "vermelho". Os dados foram divulgados pelo Serasa Experian, com base nos dados de novembro. As pessoas acumulam 5.514.201 dívidas, com total de R$ 9.499.159.995,00. A dívida tem ticket médio de R$ 1.722,67 e cada inadimplente acumula R$ 7.629,20. Se comparar outubro com novembro, a quantidade de devedores aumentou 0,82%, saindo de 1.234.934 para 1.245.106. Em Campo Grande, são 487.953 pessoas endividadas, com o valor total de R$ 4.372.822.540,00. Em seguida está Dourados, com 104.685 pessoas, que contabilizam R$ 806.726.707,00 em dívidas. Em Três Lagoas, são 56.642 inadimplentes, com o valor total de R$ 410.105.802,00. Em Corumbá, são 48.215 pessoas, com o valor total de R$ 333.020.315,00. Em Ponta Porã, o número de inadimplentes ficou em 39.589, com dívida total de R$ 260.915.689,00. Em relação ao segmento das dívidas, os bancos e cartões acometem 29,31% dos inadimplentes; telecomunicação, 3,71%; varejo, 10,51%; serviço, 15,52%; financeiro, 18,43%; securitizadoras, 2,62%; e cooperativas, 3,37%. Empresas – Em Mato Grosso do Sul, são 119,8 mil empresas no “vermelho”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 25.795,72 por CNPJ, com oito contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.256,71. No cenário nacional, são 8,7 milhões de companhias, que atingiram recorde em outubro. Trata-se do maior número de CNPJs negativados desde o início da série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Juntos, os negócios somaram 204,8 bilhões de reais em dívidas. ”. Os proprietários acumulam dívida média de R$ 23.658,74 por CNPJ, com 7 contas atrasadas. O valor médio por cada dívida é de R$ 3.329,50. Fonte: Campo Grande News
- Aneel aciona bandeira verde e contas de luz ficam mais baratas em janeiro
Lâmpadas acesas em residência (Foto: Arquivo/Campo Grande News) Mudança da bandeira amarela para a verde elimina cobrança extra na tarifa de energia elétrica A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta terça-feira (23) que a conta de luz em janeiro será cobrada com bandeira verde, o que significa ausência de custo adicional para os consumidores. Com a decisão, as tarifas deixam de ter o acréscimo que vinha sendo aplicado com a bandeira amarela. De acordo com a Aneel, a mudança foi possível apesar de as chuvas estarem abaixo da média histórica. Segundo a agência, houve manutenção do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas nos últimos meses, o que reduziu a necessidade de acionar usinas termelétricas em maior escala, que têm custo de geração mais elevado. Em nota, a Aneel explicou que, em novembro e dezembro, o volume de chuvas e os níveis dos reservatórios se mantiveram estáveis em grande parte do país. Com isso, em janeiro não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, evitando a cobrança de custos adicionais na conta de energia dos consumidores. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar, de forma transparente, os custos variáveis da geração de energia elétrica no SIN (Sistema Interligado Nacional). As bandeiras sinalizam se a produção de energia está mais barata ou mais cara, refletindo diretamente no valor pago pelo consumidor final, seja em residências, comércios ou indústrias. Com a bandeira verde, as condições de geração são consideradas favoráveis e não há acréscimo na tarifa. Já a bandeira amarela indica condições menos favoráveis, com acréscimo de R$ 1,885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Na bandeira vermelha, patamar 1, o adicional é de R$ 4,463 por kWh, enquanto no patamar 2, o mais oneroso, o valor sobe para R$ 7,877 por kWh. Apesar do cenário mais positivo, a Aneel reforçou a importância do consumo consciente de energia elétrica. Segundo a agência, manter hábitos que evitem desperdícios é fundamental para a sustentabilidade do setor elétrico, mesmo quando as condições de geração são favoráveis. Fonte: Campo Grande News
- Aneel aciona bandeira verde e contas de luz ficam mais baratas em janeiro
Lâmpadas acesas em residência (Foto: Arquivo/Campo Grande News) Mudança da bandeira amarela para a verde elimina cobrança extra na tarifa de energia elétrica A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta terça-feira (23) que a conta de luz em janeiro será cobrada com bandeira verde, o que significa ausência de custo adicional para os consumidores. Com a decisão, as tarifas deixam de ter o acréscimo que vinha sendo aplicado com a bandeira amarela. De acordo com a Aneel, a mudança foi possível apesar de as chuvas estarem abaixo da média histórica. Segundo a agência, houve manutenção do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas nos últimos meses, o que reduziu a necessidade de acionar usinas termelétricas em maior escala, que têm custo de geração mais elevado. Em nota, a Aneel explicou que, em novembro e dezembro, o volume de chuvas e os níveis dos reservatórios se mantiveram estáveis em grande parte do país. Com isso, em janeiro não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, evitando a cobrança de custos adicionais na conta de energia dos consumidores. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar, de forma transparente, os custos variáveis da geração de energia elétrica no SIN (Sistema Interligado Nacional). As bandeiras sinalizam se a produção de energia está mais barata ou mais cara, refletindo diretamente no valor pago pelo consumidor final, seja em residências, comércios ou indústrias. Com a bandeira verde, as condições de geração são consideradas favoráveis e não há acréscimo na tarifa. Já a bandeira amarela indica condições menos favoráveis, com acréscimo de R$ 1,885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Na bandeira vermelha, patamar 1, o adicional é de R$ 4,463 por kWh, enquanto no patamar 2, o mais oneroso, o valor sobe para R$ 7,877 por kWh. Apesar do cenário mais positivo, a Aneel reforçou a importância do consumo consciente de energia elétrica. Segundo a agência, manter hábitos que evitem desperdícios é fundamental para a sustentabilidade do setor elétrico, mesmo quando as condições de geração são favoráveis. Fonte: Campo Grande News
- Aneel aciona bandeira verde e contas de luz ficam mais baratas em janeiro
Lâmpadas acesas em residência (Foto: Arquivo/Campo Grande News) Mudança da bandeira amarela para a verde elimina cobrança extra na tarifa de energia elétrica A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta terça-feira (23) que a conta de luz em janeiro será cobrada com bandeira verde, o que significa ausência de custo adicional para os consumidores. Com a decisão, as tarifas deixam de ter o acréscimo que vinha sendo aplicado com a bandeira amarela. De acordo com a Aneel, a mudança foi possível apesar de as chuvas estarem abaixo da média histórica. Segundo a agência, houve manutenção do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas nos últimos meses, o que reduziu a necessidade de acionar usinas termelétricas em maior escala, que têm custo de geração mais elevado. Em nota, a Aneel explicou que, em novembro e dezembro, o volume de chuvas e os níveis dos reservatórios se mantiveram estáveis em grande parte do país. Com isso, em janeiro não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, evitando a cobrança de custos adicionais na conta de energia dos consumidores. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar, de forma transparente, os custos variáveis da geração de energia elétrica no SIN (Sistema Interligado Nacional). As bandeiras sinalizam se a produção de energia está mais barata ou mais cara, refletindo diretamente no valor pago pelo consumidor final, seja em residências, comércios ou indústrias. Com a bandeira verde, as condições de geração são consideradas favoráveis e não há acréscimo na tarifa. Já a bandeira amarela indica condições menos favoráveis, com acréscimo de R$ 1,885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Na bandeira vermelha, patamar 1, o adicional é de R$ 4,463 por kWh, enquanto no patamar 2, o mais oneroso, o valor sobe para R$ 7,877 por kWh. Apesar do cenário mais positivo, a Aneel reforçou a importância do consumo consciente de energia elétrica. Segundo a agência, manter hábitos que evitem desperdícios é fundamental para a sustentabilidade do setor elétrico, mesmo quando as condições de geração são favoráveis. Fonte: Campo Grande News
- Aneel aciona bandeira verde e contas de luz ficam mais baratas em janeiro
Lâmpadas acesas em residência (Foto: Arquivo/Campo Grande News) Mudança da bandeira amarela para a verde elimina cobrança extra na tarifa de energia elétrica A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta terça-feira (23) que a conta de luz em janeiro será cobrada com bandeira verde, o que significa ausência de custo adicional para os consumidores. Com a decisão, as tarifas deixam de ter o acréscimo que vinha sendo aplicado com a bandeira amarela. De acordo com a Aneel, a mudança foi possível apesar de as chuvas estarem abaixo da média histórica. Segundo a agência, houve manutenção do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas nos últimos meses, o que reduziu a necessidade de acionar usinas termelétricas em maior escala, que têm custo de geração mais elevado. Em nota, a Aneel explicou que, em novembro e dezembro, o volume de chuvas e os níveis dos reservatórios se mantiveram estáveis em grande parte do país. Com isso, em janeiro não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, evitando a cobrança de custos adicionais na conta de energia dos consumidores. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar, de forma transparente, os custos variáveis da geração de energia elétrica no SIN (Sistema Interligado Nacional). As bandeiras sinalizam se a produção de energia está mais barata ou mais cara, refletindo diretamente no valor pago pelo consumidor final, seja em residências, comércios ou indústrias. Com a bandeira verde, as condições de geração são consideradas favoráveis e não há acréscimo na tarifa. Já a bandeira amarela indica condições menos favoráveis, com acréscimo de R$ 1,885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Na bandeira vermelha, patamar 1, o adicional é de R$ 4,463 por kWh, enquanto no patamar 2, o mais oneroso, o valor sobe para R$ 7,877 por kWh. Apesar do cenário mais positivo, a Aneel reforçou a importância do consumo consciente de energia elétrica. Segundo a agência, manter hábitos que evitem desperdícios é fundamental para a sustentabilidade do setor elétrico, mesmo quando as condições de geração são favoráveis. Fonte: Campo Grande News
- Governo de MS expande investimentos para ações de combate as endemias
Com reforço de investimentos nas ações de combate as endemias nos municípios de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado fortalece o trabalho de vigilância em saúde. O governador Eduardo Riedel entregou nesta sexta-feira (19) mais dois veículos, para os municípios de Vicentina e Fátima do Sul, que vão ser usados em ações de controle epidemiológico. O trabalho mostra resultados, e pelo segundo ano consecutivo, o número de casos de dengue diminuiu no Estado. Dados do último boletim epidemiológico da SES – divulgado no dia 9 – mostram que até o início do mês, MS registrou pouco mais de 14 mil casos, enquanto no ano passado foram 19,4 mil e 45,5 mil em 2023. “Esta entrega tem um simbolismo muito grande. Os veículos serão empregados para auxiliar no atendimento de saúde, na atenção primária. E quando a gente fortalece esta área, melhoramos todos os sistemas de saúde do Estado”, disse Riedel. Os veículos foram adquiridos pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), para contribuir com as atividades de vigilância e combate às endemias em diferentes regiões do Estado, permitindo maior agilidade no deslocamento das equipes, ampliando a capacidade de resposta nas ações de controle e prevenção de doenças como dengue, chikungunya e Zika. Com a entrega de hoje, Mato Grosso do Sul contabiliza 51 veículos que vão auxiliar o trabalho das equipes municipais que atuam diretamente no controle de vetores e na promoção da saúde ambiental. O investimento global no fortalecimento das ações de vigilância em saúde supera R$ 11,5 milhões. A SES tem ampliado a estrutura de apoio aos municípios e às unidades de saúde de MS. Este ano, as entregas já realizadas representam um investimento de R$ 26,5 milhões em veículos voltados ao fortalecimento da vigilância em saúde, transporte assistencial e suporte às equipes municipais. “Entregas como esta são fundamentais para que possamos fortalecer as ações de vigilância em saúde. As arboviroses são um problema de saúde pública, afetam e causam sobrecarga no sistema. Ter toda a estrutura, as caminhonetes, contribuem para o trabalho dos nossos agentes”, afirmou a secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Bruno Rezende/Secom Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Governo de MS expande investimentos para ações de combate as endemias
Com reforço de investimentos nas ações de combate as endemias nos municípios de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado fortalece o trabalho de vigilância em saúde. O governador Eduardo Riedel entregou nesta sexta-feira (19) mais dois veículos, para os municípios de Vicentina e Fátima do Sul, que vão ser usados em ações de controle epidemiológico. O trabalho mostra resultados, e pelo segundo ano consecutivo, o número de casos de dengue diminuiu no Estado. Dados do último boletim epidemiológico da SES – divulgado no dia 9 – mostram que até o início do mês, MS registrou pouco mais de 14 mil casos, enquanto no ano passado foram 19,4 mil e 45,5 mil em 2023. “Esta entrega tem um simbolismo muito grande. Os veículos serão empregados para auxiliar no atendimento de saúde, na atenção primária. E quando a gente fortalece esta área, melhoramos todos os sistemas de saúde do Estado”, disse Riedel. Os veículos foram adquiridos pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), para contribuir com as atividades de vigilância e combate às endemias em diferentes regiões do Estado, permitindo maior agilidade no deslocamento das equipes, ampliando a capacidade de resposta nas ações de controle e prevenção de doenças como dengue, chikungunya e Zika. Com a entrega de hoje, Mato Grosso do Sul contabiliza 51 veículos que vão auxiliar o trabalho das equipes municipais que atuam diretamente no controle de vetores e na promoção da saúde ambiental. O investimento global no fortalecimento das ações de vigilância em saúde supera R$ 11,5 milhões. A SES tem ampliado a estrutura de apoio aos municípios e às unidades de saúde de MS. Este ano, as entregas já realizadas representam um investimento de R$ 26,5 milhões em veículos voltados ao fortalecimento da vigilância em saúde, transporte assistencial e suporte às equipes municipais. “Entregas como esta são fundamentais para que possamos fortalecer as ações de vigilância em saúde. As arboviroses são um problema de saúde pública, afetam e causam sobrecarga no sistema. Ter toda a estrutura, as caminhonetes, contribuem para o trabalho dos nossos agentes”, afirmou a secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Bruno Rezende/Secom Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Governo de MS expande investimentos para ações de combate as endemias
Com reforço de investimentos nas ações de combate as endemias nos municípios de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado fortalece o trabalho de vigilância em saúde. O governador Eduardo Riedel entregou nesta sexta-feira (19) mais dois veículos, para os municípios de Vicentina e Fátima do Sul, que vão ser usados em ações de controle epidemiológico. O trabalho mostra resultados, e pelo segundo ano consecutivo, o número de casos de dengue diminuiu no Estado. Dados do último boletim epidemiológico da SES – divulgado no dia 9 – mostram que até o início do mês, MS registrou pouco mais de 14 mil casos, enquanto no ano passado foram 19,4 mil e 45,5 mil em 2023. “Esta entrega tem um simbolismo muito grande. Os veículos serão empregados para auxiliar no atendimento de saúde, na atenção primária. E quando a gente fortalece esta área, melhoramos todos os sistemas de saúde do Estado”, disse Riedel. Os veículos foram adquiridos pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), para contribuir com as atividades de vigilância e combate às endemias em diferentes regiões do Estado, permitindo maior agilidade no deslocamento das equipes, ampliando a capacidade de resposta nas ações de controle e prevenção de doenças como dengue, chikungunya e Zika. Com a entrega de hoje, Mato Grosso do Sul contabiliza 51 veículos que vão auxiliar o trabalho das equipes municipais que atuam diretamente no controle de vetores e na promoção da saúde ambiental. O investimento global no fortalecimento das ações de vigilância em saúde supera R$ 11,5 milhões. A SES tem ampliado a estrutura de apoio aos municípios e às unidades de saúde de MS. Este ano, as entregas já realizadas representam um investimento de R$ 26,5 milhões em veículos voltados ao fortalecimento da vigilância em saúde, transporte assistencial e suporte às equipes municipais. “Entregas como esta são fundamentais para que possamos fortalecer as ações de vigilância em saúde. As arboviroses são um problema de saúde pública, afetam e causam sobrecarga no sistema. Ter toda a estrutura, as caminhonetes, contribuem para o trabalho dos nossos agentes”, afirmou a secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Bruno Rezende/Secom Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Justiça condena Neno Razuk a 15 anos de prisão por liderar jogo do bicho em MS
Em 3 de dezembro, Neno Razuk falou com a imprensa pela primeira vez após operação que prendeu pai e irmãos do deputado. (Leonardo de França, Jornal Midiamax) Decisão também condena outros 11 implicados em ação contra organização criminosa O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) condenou o deputado estadual Roberto Razuk Filho, o Neno Razuk (PL), a mais de 15 anos de prisão. O parlamentar responde ação sobre esquema de jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Outras 11 pessoas também foram condenadas. A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina a sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Apelação em liberdade Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Demais implicados Além disso, a Justiça concedeu o mesmo direito de apelação em liberdade a três outros condenados. São eles: Diogo Francisco, Edilson Rodrigues Ferreira, Julio Cezar Ferreira dos Santos e Valnir Queiroz Martinelli. José Eduardo Abdulahad, apesar da condenação em regime fechado, permanecerá em casa com monitoramento eletrônico. O recolhimento domiciliar ocorre devido ao estado de saúde do réu. Três pessoas foram absolvidas com a decisão e terão os mandados de prisão revogados: Tiano Waldenor de Moraes, Diego de Sousa Nunes e Luiz Paulo Bernardes Braga. Confira a lista completa de réus condenados e as penas aplicadas: Roberto Razuk Filho: 15 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão; 5 meses de detenção; 559 dias-multa. Gilberto Luis dos Santos: 16 anos, 4 meses e 29 dias de reclusão; 6 meses de detenção; 661 dias-multa. Manoel José Ribeiro: 13 anos, 7 meses e 1 dia de reclusão; 5 meses de detenção; 465 dias-multa. Carlito Gonçalves Miranda: 10 anos, 9 meses e 24 dias de reclusão; 360 dias-multa. José Eduardo Abdulahad: 4 anos e 1 mês de reclusão; 4 meses de detenção; 95 dias-multa. Edilson Rodrigues Ferreira: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Diogo Francisco: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Valnir Queiroz Martinelli: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Wilson Souza Goulart: 4 anos, 2 meses e 22 dias de reclusão; 5 meses de detenção; 146 dias-multa. Julio Cezar Ferreira dos Santos: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Taygor Ivan Moretto Pelissari: 4 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão; 6 meses de detenção; 243 dias-multa. Mateus Aquino Junior: 11 anos e 7 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 298 dias-multa. Neno é apontado como líder Já Neno é apontado pelo Gaeco como o líder operacional do grupo. No entanto, a investigação reforça que tudo tinha que passar pelo aval do pai, Roberto Razuk. Em 25 de novembro de 2025, o Gaeco/MPMS (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) deflagrou a quarta fase da Operação Successione, contra uma organização criminosa que explora jogos ilegais. As investigações do Gaeco apontam que Roberto Razuk era o chefe do grupo criminoso que explora o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Preso preventivamente na operação, o ex-deputado conseguiu decisão na Justiça para cumprir em prisão domiciliar. Agora, em estado gravíssimo de saúde, foi internado. Conforme documentos obtidos com exclusividade pelo Jornal Midiamax, o patriarca do clã Razuk é quem detinha a decisão final sobre as questões mais relevantes do grupo, inclusive estando acima na hierarquia em relação ao filho, o deputado estadual Neno Razuk. O papel de Roberto pai era decidir sobre questões como expansão do grupo, investimentos e articulações importantes. Fonte: Midiamax
- Justiça condena Neno Razuk a 15 anos de prisão por liderar jogo do bicho em MS
Em 3 de dezembro, Neno Razuk falou com a imprensa pela primeira vez após operação que prendeu pai e irmãos do deputado. (Leonardo de França, Jornal Midiamax) Decisão também condena outros 11 implicados em ação contra organização criminosa O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) condenou o deputado estadual Roberto Razuk Filho, o Neno Razuk (PL), a mais de 15 anos de prisão. O parlamentar responde ação sobre esquema de jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Outras 11 pessoas também foram condenadas. A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina a sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Apelação em liberdade Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Demais implicados Além disso, a Justiça concedeu o mesmo direito de apelação em liberdade a três outros condenados. São eles: Diogo Francisco, Edilson Rodrigues Ferreira, Julio Cezar Ferreira dos Santos e Valnir Queiroz Martinelli. José Eduardo Abdulahad, apesar da condenação em regime fechado, permanecerá em casa com monitoramento eletrônico. O recolhimento domiciliar ocorre devido ao estado de saúde do réu. Três pessoas foram absolvidas com a decisão e terão os mandados de prisão revogados: Tiano Waldenor de Moraes, Diego de Sousa Nunes e Luiz Paulo Bernardes Braga. Confira a lista completa de réus condenados e as penas aplicadas: Roberto Razuk Filho: 15 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão; 5 meses de detenção; 559 dias-multa. Gilberto Luis dos Santos: 16 anos, 4 meses e 29 dias de reclusão; 6 meses de detenção; 661 dias-multa. Manoel José Ribeiro: 13 anos, 7 meses e 1 dia de reclusão; 5 meses de detenção; 465 dias-multa. Carlito Gonçalves Miranda: 10 anos, 9 meses e 24 dias de reclusão; 360 dias-multa. José Eduardo Abdulahad: 4 anos e 1 mês de reclusão; 4 meses de detenção; 95 dias-multa. Edilson Rodrigues Ferreira: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Diogo Francisco: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Valnir Queiroz Martinelli: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Wilson Souza Goulart: 4 anos, 2 meses e 22 dias de reclusão; 5 meses de detenção; 146 dias-multa. Julio Cezar Ferreira dos Santos: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Taygor Ivan Moretto Pelissari: 4 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão; 6 meses de detenção; 243 dias-multa. Mateus Aquino Junior: 11 anos e 7 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 298 dias-multa. Neno é apontado como líder Já Neno é apontado pelo Gaeco como o líder operacional do grupo. No entanto, a investigação reforça que tudo tinha que passar pelo aval do pai, Roberto Razuk. Em 25 de novembro de 2025, o Gaeco/MPMS (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) deflagrou a quarta fase da Operação Successione, contra uma organização criminosa que explora jogos ilegais. As investigações do Gaeco apontam que Roberto Razuk era o chefe do grupo criminoso que explora o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Preso preventivamente na operação, o ex-deputado conseguiu decisão na Justiça para cumprir em prisão domiciliar. Agora, em estado gravíssimo de saúde, foi internado. Conforme documentos obtidos com exclusividade pelo Jornal Midiamax, o patriarca do clã Razuk é quem detinha a decisão final sobre as questões mais relevantes do grupo, inclusive estando acima na hierarquia em relação ao filho, o deputado estadual Neno Razuk. O papel de Roberto pai era decidir sobre questões como expansão do grupo, investimentos e articulações importantes. Fonte: Midiamax
- Justiça condena Neno Razuk a 15 anos de prisão por liderar jogo do bicho em MS
Em 3 de dezembro, Neno Razuk falou com a imprensa pela primeira vez após operação que prendeu pai e irmãos do deputado. (Leonardo de França, Jornal Midiamax) Decisão também condena outros 11 implicados em ação contra organização criminosa O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) condenou o deputado estadual Roberto Razuk Filho, o Neno Razuk (PL), a mais de 15 anos de prisão. O parlamentar responde ação sobre esquema de jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Outras 11 pessoas também foram condenadas. A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina a sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Apelação em liberdade Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Demais implicados Além disso, a Justiça concedeu o mesmo direito de apelação em liberdade a três outros condenados. São eles: Diogo Francisco, Edilson Rodrigues Ferreira, Julio Cezar Ferreira dos Santos e Valnir Queiroz Martinelli. José Eduardo Abdulahad, apesar da condenação em regime fechado, permanecerá em casa com monitoramento eletrônico. O recolhimento domiciliar ocorre devido ao estado de saúde do réu. Três pessoas foram absolvidas com a decisão e terão os mandados de prisão revogados: Tiano Waldenor de Moraes, Diego de Sousa Nunes e Luiz Paulo Bernardes Braga. Confira a lista completa de réus condenados e as penas aplicadas: Roberto Razuk Filho: 15 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão; 5 meses de detenção; 559 dias-multa. Gilberto Luis dos Santos: 16 anos, 4 meses e 29 dias de reclusão; 6 meses de detenção; 661 dias-multa. Manoel José Ribeiro: 13 anos, 7 meses e 1 dia de reclusão; 5 meses de detenção; 465 dias-multa. Carlito Gonçalves Miranda: 10 anos, 9 meses e 24 dias de reclusão; 360 dias-multa. José Eduardo Abdulahad: 4 anos e 1 mês de reclusão; 4 meses de detenção; 95 dias-multa. Edilson Rodrigues Ferreira: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Diogo Francisco: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Valnir Queiroz Martinelli: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Wilson Souza Goulart: 4 anos, 2 meses e 22 dias de reclusão; 5 meses de detenção; 146 dias-multa. Julio Cezar Ferreira dos Santos: 3 anos e 6 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 55 dias-multa. Taygor Ivan Moretto Pelissari: 4 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão; 6 meses de detenção; 243 dias-multa. Mateus Aquino Junior: 11 anos e 7 meses de reclusão; 4 meses de detenção; 298 dias-multa. Neno é apontado como líder Já Neno é apontado pelo Gaeco como o líder operacional do grupo. No entanto, a investigação reforça que tudo tinha que passar pelo aval do pai, Roberto Razuk. Em 25 de novembro de 2025, o Gaeco/MPMS (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) deflagrou a quarta fase da Operação Successione, contra uma organização criminosa que explora jogos ilegais. As investigações do Gaeco apontam que Roberto Razuk era o chefe do grupo criminoso que explora o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Preso preventivamente na operação, o ex-deputado conseguiu decisão na Justiça para cumprir em prisão domiciliar. Agora, em estado gravíssimo de saúde, foi internado. Conforme documentos obtidos com exclusividade pelo Jornal Midiamax, o patriarca do clã Razuk é quem detinha a decisão final sobre as questões mais relevantes do grupo, inclusive estando acima na hierarquia em relação ao filho, o deputado estadual Neno Razuk. O papel de Roberto pai era decidir sobre questões como expansão do grupo, investimentos e articulações importantes. Fonte: Midiamax
- Neno pode perder mandato na Alems por liderar jogo do bicho em MS
Neno em reunião da CCJR uma semana após operação do Gaeco. (Léo de França, Jornal Midiamax) Justiça determinou a perda do mandato após o fim dos recursos cabíveis O deputado Neno Razuk (PL), Roberto Razuk Filho, pode perder mandato na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) por liderar o jogo do bicho no Estado. Isso porque a sentença, que condena o parlamentar a 15 anos de prisão, também determina a perda do mandato eletivo. Com o trânsito em julgado da sentença, a Justiça determina a perda do mandato eletivo. Ou seja, quando a decisão for definitiva e os recursos esgotados, o deputado poderá perder a cadeira na Assembleia de MS. Além disso, a decisão prevê a interdição de Neno para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de 8 anos. O prazo é subsequente ao cumprimento da pena. Decisão A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina o documento. Outros 11 também foram condenados na mesma sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Ademais, a reportagem também entrou em contato com a assessoria da Alems, para esclarecimentos sobre a questão. Fonte: Midiamax
- Neno pode perder mandato na Alems por liderar jogo do bicho em MS
Neno em reunião da CCJR uma semana após operação do Gaeco. (Léo de França, Jornal Midiamax) Justiça determinou a perda do mandato após o fim dos recursos cabíveis O deputado Neno Razuk (PL), Roberto Razuk Filho, pode perder mandato na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) por liderar o jogo do bicho no Estado. Isso porque a sentença, que condena o parlamentar a 15 anos de prisão, também determina a perda do mandato eletivo. Com o trânsito em julgado da sentença, a Justiça determina a perda do mandato eletivo. Ou seja, quando a decisão for definitiva e os recursos esgotados, o deputado poderá perder a cadeira na Assembleia de MS. Além disso, a decisão prevê a interdição de Neno para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de 8 anos. O prazo é subsequente ao cumprimento da pena. Decisão A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina o documento. Outros 11 também foram condenados na mesma sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Ademais, a reportagem também entrou em contato com a assessoria da Alems, para esclarecimentos sobre a questão. Fonte: Midiamax
- Neno pode perder mandato na Alems por liderar jogo do bicho em MS
Neno em reunião da CCJR uma semana após operação do Gaeco. (Léo de França, Jornal Midiamax) Justiça determinou a perda do mandato após o fim dos recursos cabíveis O deputado Neno Razuk (PL), Roberto Razuk Filho, pode perder mandato na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) por liderar o jogo do bicho no Estado. Isso porque a sentença, que condena o parlamentar a 15 anos de prisão, também determina a perda do mandato eletivo. Com o trânsito em julgado da sentença, a Justiça determina a perda do mandato eletivo. Ou seja, quando a decisão for definitiva e os recursos esgotados, o deputado poderá perder a cadeira na Assembleia de MS. Além disso, a decisão prevê a interdição de Neno para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de 8 anos. O prazo é subsequente ao cumprimento da pena. Decisão A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina o documento. Outros 11 também foram condenados na mesma sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Ademais, a reportagem também entrou em contato com a assessoria da Alems, para esclarecimentos sobre a questão. Fonte: Midiamax
- Neno pode perder mandato na Alems por liderar jogo do bicho em MS
Neno em reunião da CCJR uma semana após operação do Gaeco. (Léo de França, Jornal Midiamax) Justiça determinou a perda do mandato após o fim dos recursos cabíveis O deputado Neno Razuk (PL), Roberto Razuk Filho, pode perder mandato na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) por liderar o jogo do bicho no Estado. Isso porque a sentença, que condena o parlamentar a 15 anos de prisão, também determina a perda do mandato eletivo. Com o trânsito em julgado da sentença, a Justiça determina a perda do mandato eletivo. Ou seja, quando a decisão for definitiva e os recursos esgotados, o deputado poderá perder a cadeira na Assembleia de MS. Além disso, a decisão prevê a interdição de Neno para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de 8 anos. O prazo é subsequente ao cumprimento da pena. Decisão A decisão é da 4ª Vara Criminal de Campo Grande. O juiz José Henrique Kaster Franco assina o documento. Outros 11 também foram condenados na mesma sentença. Ao deputado, foram atribuídos os crimes de formação de organização criminosa armada, exploração de jogos do bicho e roubos. “Nenhum desses delitos têm a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas e exigíveis de um deputado estadual”, destacou o magistrado. Neno está no segundo mandato da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). “Não há nexo entre o exercício do cargo e os delitos a ele atribuídos”, reforçou o juiz. Franco ainda pontuou a necessidade da condenação. “Não cabe aqui, em outras palavras, proteger a pessoa do réu em face do livre exercício do cargo, mas justamente o contrário, proteger o exercício do múnus público dos crimes tributados a ele”, diz a decisão. Assim, segundo o juiz, o deputado poderá apelar em liberdade. O Jornal Midiamax acionou a assessoria do parlamentar, bem como o advogado de defesa. No entanto, não houve retorno até a publicação da matéria. Ademais, a reportagem também entrou em contato com a assessoria da Alems, para esclarecimentos sobre a questão. Fonte: Midiamax
- Governo de MS inaugura centro de triagem de animais silvestres em Três Lagoas
A genética forense se tornou uma aliada central da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Em 2025, a Polícia Científica atingiu a marca de 1.100 laudos de DNA emitidos entre janeiro e novembro, contribuindo diretamente para a elucidação de crimes graves e para a exclusão de inocentes em investigações criminais. No mesmo período, o Estado ultrapassou 5,4 mil perfis genéticos inseridos na RIBPG (Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos), posicionando-se entre os mais consistentes do país na utilização dessa ferramenta. Os exames são realizados pelo IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), órgão da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, que atua com procedimentos padronizados, rastreabilidade total das amostras e auditorias periódicas. As rotinas seguem as diretrizes da própria RIBPG e as recomendações do SWGDAM (Scientific Working Group on DNA Analysis Methods), grupo internacional que estabelece parâmetros técnicos para laboratórios de DNA. De acordo com a diretora do IALF, perita criminal Josemirtes Prado da Silva, os resultados refletem um trabalho contínuo de qualificação. “Cada amostra é acompanhada desde a coleta até a emissão do laudo, com documentação completa e controle em todas as etapas. Isso garante segurança, rigor científico e confiança para o sistema de justiça”, explica. Rigor e qualidade reconhecidos Perita criminal atua em equipamento de genética forense no IALF. Laboratório segue padrões internacionais de qualidade e alcançou 100% de acerto nos testes de proficiência. O laboratório passa por avaliações constantes. Além das auditorias internas anuais, a unidade é submetida a auditorias externas do Ministério da Justiça e participa dos testes de proficiência do GITAD (Grupo Ibero-Americano de Trabalho em DNA), nos quais vem alcançando 100% de aproveitamento. Esses resultados reforçam a credibilidade dos laudos produzidos em Mato Grosso do Sul e sustentam decisões do Judiciário e do Ministério Público baseadas em evidências científicas. A diretora destaca ainda que o trabalho não se limita ao ambiente laboratorial. A Polícia Científica promove capacitações regulares voltadas à coleta e preservação adequada de vestígios biológicos, envolvendo peritos criminais, médicos-legistas e profissionais das forças de segurança. “Quando o vestígio chega bem coletado e corretamente acondicionado, toda a cadeia de custódia se fortalece. É um esforço integrado”, completa Josemirtes. Centro de Pesquisas Perspectiva do CEPPCi, que reunirá ambientes de inovação, laboratórios modernos e espaços de capacitação para fortalecer a pesquisa aplicada na perícia oficial. O Governo do Estado deu um passo inédito na modernização da perícia oficial ao emitir a ordem de serviço para a construção do CEPPCi (Centro de Estudos e Pesquisas da Polícia Científica). Com investimento superior a R$ 12 milhões, o projeto é considerado um dos mais ambiciosos do país no setor e representa uma mudança estrutural para a produção de conhecimento, inovação e qualificação técnica em genética forense e outras áreas periciais. A nova estrutura vai reunir laboratórios de pesquisa aplicada, espaços de capacitação, ambientes modernos para validação de métodos e áreas dedicadas ao desenvolvimento tecnológico. A iniciativa coloca Mato Grosso do Sul em posição pioneira entre os estados brasileiros, ao integrar ciência, inovação e segurança pública em um único complexo especializado. Segundo a diretora do IALF, o CEPPCi permitirá ampliar significativamente o alcance e a qualidade das atividades periciais. “O Centro vai fortalecer a formação continuada, expandir as possibilidades de pesquisa e aproximar ainda mais a perícia das universidades e do meio científico. É um investimento que projeta Mato Grosso do Sul para o futuro da ciência forense”, afirma. Com resultados consistentes, processos auditados e investimento estruturante, a genética forense de Mato Grosso do Sul, por meio da Polícia Científica, segue como referência nacional e confirma o compromisso do Estado com a modernização, a inovação e a segurança pública baseada em evidências. Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Governo de MS inaugura centro de triagem de animais silvestres em Três Lagoas
A genética forense se tornou uma aliada central da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Em 2025, a Polícia Científica atingiu a marca de 1.100 laudos de DNA emitidos entre janeiro e novembro, contribuindo diretamente para a elucidação de crimes graves e para a exclusão de inocentes em investigações criminais. No mesmo período, o Estado ultrapassou 5,4 mil perfis genéticos inseridos na RIBPG (Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos), posicionando-se entre os mais consistentes do país na utilização dessa ferramenta. Os exames são realizados pelo IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), órgão da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, que atua com procedimentos padronizados, rastreabilidade total das amostras e auditorias periódicas. As rotinas seguem as diretrizes da própria RIBPG e as recomendações do SWGDAM (Scientific Working Group on DNA Analysis Methods), grupo internacional que estabelece parâmetros técnicos para laboratórios de DNA. De acordo com a diretora do IALF, perita criminal Josemirtes Prado da Silva, os resultados refletem um trabalho contínuo de qualificação. “Cada amostra é acompanhada desde a coleta até a emissão do laudo, com documentação completa e controle em todas as etapas. Isso garante segurança, rigor científico e confiança para o sistema de justiça”, explica. Rigor e qualidade reconhecidos Perita criminal atua em equipamento de genética forense no IALF. Laboratório segue padrões internacionais de qualidade e alcançou 100% de acerto nos testes de proficiência. O laboratório passa por avaliações constantes. Além das auditorias internas anuais, a unidade é submetida a auditorias externas do Ministério da Justiça e participa dos testes de proficiência do GITAD (Grupo Ibero-Americano de Trabalho em DNA), nos quais vem alcançando 100% de aproveitamento. Esses resultados reforçam a credibilidade dos laudos produzidos em Mato Grosso do Sul e sustentam decisões do Judiciário e do Ministério Público baseadas em evidências científicas. A diretora destaca ainda que o trabalho não se limita ao ambiente laboratorial. A Polícia Científica promove capacitações regulares voltadas à coleta e preservação adequada de vestígios biológicos, envolvendo peritos criminais, médicos-legistas e profissionais das forças de segurança. “Quando o vestígio chega bem coletado e corretamente acondicionado, toda a cadeia de custódia se fortalece. É um esforço integrado”, completa Josemirtes. Centro de Pesquisas Perspectiva do CEPPCi, que reunirá ambientes de inovação, laboratórios modernos e espaços de capacitação para fortalecer a pesquisa aplicada na perícia oficial. O Governo do Estado deu um passo inédito na modernização da perícia oficial ao emitir a ordem de serviço para a construção do CEPPCi (Centro de Estudos e Pesquisas da Polícia Científica). Com investimento superior a R$ 12 milhões, o projeto é considerado um dos mais ambiciosos do país no setor e representa uma mudança estrutural para a produção de conhecimento, inovação e qualificação técnica em genética forense e outras áreas periciais. A nova estrutura vai reunir laboratórios de pesquisa aplicada, espaços de capacitação, ambientes modernos para validação de métodos e áreas dedicadas ao desenvolvimento tecnológico. A iniciativa coloca Mato Grosso do Sul em posição pioneira entre os estados brasileiros, ao integrar ciência, inovação e segurança pública em um único complexo especializado. Segundo a diretora do IALF, o CEPPCi permitirá ampliar significativamente o alcance e a qualidade das atividades periciais. “O Centro vai fortalecer a formação continuada, expandir as possibilidades de pesquisa e aproximar ainda mais a perícia das universidades e do meio científico. É um investimento que projeta Mato Grosso do Sul para o futuro da ciência forense”, afirma. Com resultados consistentes, processos auditados e investimento estruturante, a genética forense de Mato Grosso do Sul, por meio da Polícia Científica, segue como referência nacional e confirma o compromisso do Estado com a modernização, a inovação e a segurança pública baseada em evidências. Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Governo de MS inaugura centro de triagem de animais silvestres em Três Lagoas
A genética forense se tornou uma aliada central da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Em 2025, a Polícia Científica atingiu a marca de 1.100 laudos de DNA emitidos entre janeiro e novembro, contribuindo diretamente para a elucidação de crimes graves e para a exclusão de inocentes em investigações criminais. No mesmo período, o Estado ultrapassou 5,4 mil perfis genéticos inseridos na RIBPG (Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos), posicionando-se entre os mais consistentes do país na utilização dessa ferramenta. Os exames são realizados pelo IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), órgão da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, que atua com procedimentos padronizados, rastreabilidade total das amostras e auditorias periódicas. As rotinas seguem as diretrizes da própria RIBPG e as recomendações do SWGDAM (Scientific Working Group on DNA Analysis Methods), grupo internacional que estabelece parâmetros técnicos para laboratórios de DNA. De acordo com a diretora do IALF, perita criminal Josemirtes Prado da Silva, os resultados refletem um trabalho contínuo de qualificação. “Cada amostra é acompanhada desde a coleta até a emissão do laudo, com documentação completa e controle em todas as etapas. Isso garante segurança, rigor científico e confiança para o sistema de justiça”, explica. Rigor e qualidade reconhecidos Perita criminal atua em equipamento de genética forense no IALF. Laboratório segue padrões internacionais de qualidade e alcançou 100% de acerto nos testes de proficiência. O laboratório passa por avaliações constantes. Além das auditorias internas anuais, a unidade é submetida a auditorias externas do Ministério da Justiça e participa dos testes de proficiência do GITAD (Grupo Ibero-Americano de Trabalho em DNA), nos quais vem alcançando 100% de aproveitamento. Esses resultados reforçam a credibilidade dos laudos produzidos em Mato Grosso do Sul e sustentam decisões do Judiciário e do Ministério Público baseadas em evidências científicas. A diretora destaca ainda que o trabalho não se limita ao ambiente laboratorial. A Polícia Científica promove capacitações regulares voltadas à coleta e preservação adequada de vestígios biológicos, envolvendo peritos criminais, médicos-legistas e profissionais das forças de segurança. “Quando o vestígio chega bem coletado e corretamente acondicionado, toda a cadeia de custódia se fortalece. É um esforço integrado”, completa Josemirtes. Centro de Pesquisas Perspectiva do CEPPCi, que reunirá ambientes de inovação, laboratórios modernos e espaços de capacitação para fortalecer a pesquisa aplicada na perícia oficial. O Governo do Estado deu um passo inédito na modernização da perícia oficial ao emitir a ordem de serviço para a construção do CEPPCi (Centro de Estudos e Pesquisas da Polícia Científica). Com investimento superior a R$ 12 milhões, o projeto é considerado um dos mais ambiciosos do país no setor e representa uma mudança estrutural para a produção de conhecimento, inovação e qualificação técnica em genética forense e outras áreas periciais. A nova estrutura vai reunir laboratórios de pesquisa aplicada, espaços de capacitação, ambientes modernos para validação de métodos e áreas dedicadas ao desenvolvimento tecnológico. A iniciativa coloca Mato Grosso do Sul em posição pioneira entre os estados brasileiros, ao integrar ciência, inovação e segurança pública em um único complexo especializado. Segundo a diretora do IALF, o CEPPCi permitirá ampliar significativamente o alcance e a qualidade das atividades periciais. “O Centro vai fortalecer a formação continuada, expandir as possibilidades de pesquisa e aproximar ainda mais a perícia das universidades e do meio científico. É um investimento que projeta Mato Grosso do Sul para o futuro da ciência forense”, afirma. Com resultados consistentes, processos auditados e investimento estruturante, a genética forense de Mato Grosso do Sul, por meio da Polícia Científica, segue como referência nacional e confirma o compromisso do Estado com a modernização, a inovação e a segurança pública baseada em evidências. Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Governo de MS inaugura centro de triagem de animais silvestres em Três Lagoas
A genética forense se tornou uma aliada central da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Em 2025, a Polícia Científica atingiu a marca de 1.100 laudos de DNA emitidos entre janeiro e novembro, contribuindo diretamente para a elucidação de crimes graves e para a exclusão de inocentes em investigações criminais. No mesmo período, o Estado ultrapassou 5,4 mil perfis genéticos inseridos na RIBPG (Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos), posicionando-se entre os mais consistentes do país na utilização dessa ferramenta. Os exames são realizados pelo IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), órgão da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, que atua com procedimentos padronizados, rastreabilidade total das amostras e auditorias periódicas. As rotinas seguem as diretrizes da própria RIBPG e as recomendações do SWGDAM (Scientific Working Group on DNA Analysis Methods), grupo internacional que estabelece parâmetros técnicos para laboratórios de DNA. De acordo com a diretora do IALF, perita criminal Josemirtes Prado da Silva, os resultados refletem um trabalho contínuo de qualificação. “Cada amostra é acompanhada desde a coleta até a emissão do laudo, com documentação completa e controle em todas as etapas. Isso garante segurança, rigor científico e confiança para o sistema de justiça”, explica. Rigor e qualidade reconhecidos Perita criminal atua em equipamento de genética forense no IALF. Laboratório segue padrões internacionais de qualidade e alcançou 100% de acerto nos testes de proficiência. O laboratório passa por avaliações constantes. Além das auditorias internas anuais, a unidade é submetida a auditorias externas do Ministério da Justiça e participa dos testes de proficiência do GITAD (Grupo Ibero-Americano de Trabalho em DNA), nos quais vem alcançando 100% de aproveitamento. Esses resultados reforçam a credibilidade dos laudos produzidos em Mato Grosso do Sul e sustentam decisões do Judiciário e do Ministério Público baseadas em evidências científicas. A diretora destaca ainda que o trabalho não se limita ao ambiente laboratorial. A Polícia Científica promove capacitações regulares voltadas à coleta e preservação adequada de vestígios biológicos, envolvendo peritos criminais, médicos-legistas e profissionais das forças de segurança. “Quando o vestígio chega bem coletado e corretamente acondicionado, toda a cadeia de custódia se fortalece. É um esforço integrado”, completa Josemirtes. Centro de Pesquisas Perspectiva do CEPPCi, que reunirá ambientes de inovação, laboratórios modernos e espaços de capacitação para fortalecer a pesquisa aplicada na perícia oficial. O Governo do Estado deu um passo inédito na modernização da perícia oficial ao emitir a ordem de serviço para a construção do CEPPCi (Centro de Estudos e Pesquisas da Polícia Científica). Com investimento superior a R$ 12 milhões, o projeto é considerado um dos mais ambiciosos do país no setor e representa uma mudança estrutural para a produção de conhecimento, inovação e qualificação técnica em genética forense e outras áreas periciais. A nova estrutura vai reunir laboratórios de pesquisa aplicada, espaços de capacitação, ambientes modernos para validação de métodos e áreas dedicadas ao desenvolvimento tecnológico. A iniciativa coloca Mato Grosso do Sul em posição pioneira entre os estados brasileiros, ao integrar ciência, inovação e segurança pública em um único complexo especializado. Segundo a diretora do IALF, o CEPPCi permitirá ampliar significativamente o alcance e a qualidade das atividades periciais. “O Centro vai fortalecer a formação continuada, expandir as possibilidades de pesquisa e aproximar ainda mais a perícia das universidades e do meio científico. É um investimento que projeta Mato Grosso do Sul para o futuro da ciência forense”, afirma. Com resultados consistentes, processos auditados e investimento estruturante, a genética forense de Mato Grosso do Sul, por meio da Polícia Científica, segue como referência nacional e confirma o compromisso do Estado com a modernização, a inovação e a segurança pública baseada em evidências. Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Junta Comercial ultrapassa 12 mil registros de novas empresas no Estado em novembro
A Junta Comercial de Mato Grosso do Sul registrou 917 novas empresas em novembro, totalizando 12.296 cadastros durante o ano. O número já é maior que o total apurado durante os 12 meses do ano passado: 11.164. O setor de Serviços novamente acumula a maior quantidade de registros (691) no mês de novembro, seguido do Comércio (193) e da Indústria (33). No ano, Serviços também lideram o ranking de novas empresas com 9.242, Comércio vem em segundo com 2.611 e Indústria, 443. Na distribuição regional, Campo Grande, a capital do Estado, concentra o maior número de novos registros com 442, seguido de Dourados (102), Três Lagoas (38), Ponta Porã (33), Maracaju (25), Nova Andradina (18), Chapadão do Sul e Naviraí (17), Corumbá (14), Sidrolândia (13), Ribas do Rio Pardo (11), Inocência (10), Aparecida do Taboado (9), Paranaíba e Ivinhema (8). João Prestes, Comunicação Semadesc Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Junta Comercial ultrapassa 12 mil registros de novas empresas no Estado em novembro
A Junta Comercial de Mato Grosso do Sul registrou 917 novas empresas em novembro, totalizando 12.296 cadastros durante o ano. O número já é maior que o total apurado durante os 12 meses do ano passado: 11.164. O setor de Serviços novamente acumula a maior quantidade de registros (691) no mês de novembro, seguido do Comércio (193) e da Indústria (33). No ano, Serviços também lideram o ranking de novas empresas com 9.242, Comércio vem em segundo com 2.611 e Indústria, 443. Na distribuição regional, Campo Grande, a capital do Estado, concentra o maior número de novos registros com 442, seguido de Dourados (102), Três Lagoas (38), Ponta Porã (33), Maracaju (25), Nova Andradina (18), Chapadão do Sul e Naviraí (17), Corumbá (14), Sidrolândia (13), Ribas do Rio Pardo (11), Inocência (10), Aparecida do Taboado (9), Paranaíba e Ivinhema (8). João Prestes, Comunicação Semadesc Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Junta Comercial ultrapassa 12 mil registros de novas empresas no Estado em novembro
A Junta Comercial de Mato Grosso do Sul registrou 917 novas empresas em novembro, totalizando 12.296 cadastros durante o ano. O número já é maior que o total apurado durante os 12 meses do ano passado: 11.164. O setor de Serviços novamente acumula a maior quantidade de registros (691) no mês de novembro, seguido do Comércio (193) e da Indústria (33). No ano, Serviços também lideram o ranking de novas empresas com 9.242, Comércio vem em segundo com 2.611 e Indústria, 443. Na distribuição regional, Campo Grande, a capital do Estado, concentra o maior número de novos registros com 442, seguido de Dourados (102), Três Lagoas (38), Ponta Porã (33), Maracaju (25), Nova Andradina (18), Chapadão do Sul e Naviraí (17), Corumbá (14), Sidrolândia (13), Ribas do Rio Pardo (11), Inocência (10), Aparecida do Taboado (9), Paranaíba e Ivinhema (8). João Prestes, Comunicação Semadesc Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Junta Comercial ultrapassa 12 mil registros de novas empresas no Estado em novembro
A Junta Comercial de Mato Grosso do Sul registrou 917 novas empresas em novembro, totalizando 12.296 cadastros durante o ano. O número já é maior que o total apurado durante os 12 meses do ano passado: 11.164. O setor de Serviços novamente acumula a maior quantidade de registros (691) no mês de novembro, seguido do Comércio (193) e da Indústria (33). No ano, Serviços também lideram o ranking de novas empresas com 9.242, Comércio vem em segundo com 2.611 e Indústria, 443. Na distribuição regional, Campo Grande, a capital do Estado, concentra o maior número de novos registros com 442, seguido de Dourados (102), Três Lagoas (38), Ponta Porã (33), Maracaju (25), Nova Andradina (18), Chapadão do Sul e Naviraí (17), Corumbá (14), Sidrolândia (13), Ribas do Rio Pardo (11), Inocência (10), Aparecida do Taboado (9), Paranaíba e Ivinhema (8). João Prestes, Comunicação Semadesc Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo Fonte: Agência de Notícias de Mato Grosso do Sul
- Congresso cobra Exército na fronteira e pressiona por sistema contra facções
Militares em treinamento na fronteira com o Paraguai (Foto: Divulgação) Livre da tutela militar que remonta ao período colonial e se encerrou simbolicamente este ano, com a condenação e prisão de oficiais envolvidos na tentativa de golpe de 2022, o Congresso decidiu, enfim, legislar sobre o papel das Forças Armadas como participante do esforço institucional para enfrentar o avanço das facções criminosas que transformaram o Brasil, especialmente Mato Grosso do Sul, em corredor de drogas. Especialistas e parlamentares ouvidos pelo Campo Grande News são unânimes ao defender atuação mais efetiva do Exército nas fronteiras com países produtores de cocaína (Bolívia, Colômbia e Peru) e o Paraguai, onde se abrigam facções e operam entrepostos de drogas. Nesse contexto, o uso do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) é apontado como ferramenta essencial para auxiliar ações de polícia. Relator do PL (Projeto de Lei) Antifacção e da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou ao Campo Grande News que as Forças Armadas não atuarão diretamente no combate à criminalidade em geral, mas considera urgente reforçar a presença do Exército nos corredores por onde passam armas e drogas. “As Forças Armadas têm atribuição de proteção das fronteiras, e é justamente por elas que ingressam armas e drogas”, disse. Ele lembra que o Exército tem legitimidade para agir nos 150 quilômetros da faixa de fronteira terrestre e pode integrar forças-tarefa quando necessário. “Isso não impede cooperação. Vamos deixar isso mais claro no texto: o formato que desenhamos é o preferencial, e outras atividades podem acontecer. Elas têm papel fundamental nas fronteiras. E esse papel exige investimento, mais qualificação, mais pessoal e tecnologia.” Na costura política para oferecer ao governo alternativas consistentes de enfrentamento, o relator evita criar hierarquia ou subordinação entre órgãos: “Não existe subordinação das Forças Armadas à Polícia Federal. Existe coordenação administrativa. Cada força tem autonomia, vivemos num pacto federativo.” R$ 5 bilhões extras e a promessa de destravar o Sisfron O Congresso já destinou R$ 5 bilhões extras ao orçamento do Ministério da Defesa para 2026, recursos que devem impulsionar o Sisfron, ainda precário apesar de cerca de R$ 11 bilhões já investidos em equipamentos, muitos deles obsoletos. “Se os R$ 5 bilhões já destinados não forem suficientes, o Congresso vai realizar o processo necessário”, assegura Vieira. Parte dessa cobrança ganhou força a partir de depoimentos na CPI. O senador Angelo Coronel (PSD-BA), que acompanha a execução do Sisfron, afirma que o sistema está “com apenas 30% do cronograma inicial” cumprido e, no ritmo atual, pode terminar “lá pelo ano de 2065”. Coronel considera inaceitável: “Se o nosso problema é a droga entrando no Brasil, se são as facções, não entendo por que o governo não ataca o problema. Todo mundo sabe onde está o foco”. Para ele, a conclusão do Sisfron, com satélites e pontos físicos de vigilância em localidades estratégicas, é condição para “ações pontuais e mais efetivas”. O senador Nelsinho Trad, suplente da CPI, também vê o Sisfron como essencial, mas ressalta que o sistema somente terá impacto real quando concluído e integrado às demais instituições. “É muito bom. A inteligência é fantástica. Mas não está funcionando porque precisa ser concluído.” O fundo das bets e o financiamento do combate às facções A grande novidade do relatório apresentado nesta quarta-feira (03 de novembro) — e que deve ser consolidada na conclusão da CPI — é a criação de uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre as bets. Já pactuada com a área econômica do governo federal, a nova cobrança tem potencial de gerar cerca de R$ 30 bilhões por ano, recursos exclusivos para o combate ao crime organizado pela Polícia Federal, polícias estaduais, polícias militares e demais órgãos de inteligência e investigação. “Sem orçamento não adianta falar em segurança pública”, afirma o relator. Vieira destaca que o fundo traz “dinheiro novo em volume muito mais alto do que qualquer outro”. E que, ao vinculá-lo diretamente à repressão de facções, elimina a captura corporativa: “Questões salariais e demandas internas devem ser atendidas no orçamento regular. Aqui tratamos de medidas especiais para combater o crime organizado.” Equipamentos para ativação do Sisfron (Foto: Divulgação) Militares nas fronteiras: unanimidade nas entrevistas O consenso político em torno da participação militar nas fronteiras aparece com clareza nas declarações reunidas pelo Campo Grande News. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), general de Exército da reserva e ex-comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, defende a ampliação da atuação do Exército no apoio às ações contra o tráfico. Ele lembra que as Forças Armadas já atuam na faixa de fronteira, com poder de polícia formalmente legalizado. "Sempre podemos evoluir e apoiar mais as demandas do país, sem esquecer que a missão principal é a defesa da pátria.” Mourão pondera que, nas áreas sensíveis, o Exército busca manter maior proporção de profissionais do que de recrutas e conclui: “Julgo que as Forças Armadas terão que dar uma contribuição maior do que têm dado hoje.” O deputado Vander Loubet, do PT-MS, segue a mesma linha. Para ele, a participação de Exército, Marinha e Aeronáutica é “importante e necessária”, sobretudo para compensar o déficit de efetivos e a dificuldade de patrulhamento contínuo. Ele frisa que foi o presidente Lula quem sancionou, ainda em 2010, a lei que ampliou a atuação militar em patrulhamento e fiscalização. A senadora Tereza Cristina (PP) concorda, mas ressalta que o Exército não pode ser subordinado institucionalmente à Polícia Federal: integração, sim — vinculação, não. Cooperação, retaguarda e inteligência Nas palavras do deputado Dr. Luiz Ovando (PP), a atuação militar não pode ser confundida com protagonismo policial. Ele defende o Exército como “retaguarda”, capaz de oferecer informações privilegiadas e reforço de vigilância. Ovando também aponta o Sisfron como instrumento para aproximar militares da realidade das operações. No campo técnico, a visão convergente vem do professor Francisco Teixeira, da UFF (Universidade Federal Fluminense). Segundo ele, a legislação brasileira já atribui às Forças Armadas papel de proteção na faixa de fronteira, contemplando crimes transfronteiriços como tráfico, contrabando e exploração ilegal de recursos. Mas o papel é complementar, jamais substitutivo: “O Exército não é preparado para função policial. Soldado não prende, não usa algema.” Ele vê o emprego militar nas funções de inteligência, monitoramento aéreo, logística e vigilância como adequado e necessário. Teixeira chama atenção para uma fragilidade estrutural decisiva: a falta de recursos nos quartéis. Quando o orçamento mensal se esgota, quadrilhas e contrabandistas “operam com folga”. E alerta que, hoje, a principal rota já não é só o eixo do Mato Grosso do Sul, mas a Rota do Solimões, controlada pelo Comando Vermelho e pela Família do Norte. “É essa rota que precisa ser vigiada pelo Exército e pela Polícia Federal.” Diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno (Foto: Reprodução) Ceticismo e alerta de entidades de segurança Na outra ponta do debate, a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, disse, em entrevista ao Estadão, que o Exército “se recusa na prática” a atuar de forma integrada e efetiva com as forças de segurança locais. Para ela, o controle fronteiriço passa por investimento e ampliação dos efetivos da PF (Polícia Federal) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal), mas também por engajamento militar mais profundo. O historiador Francisco Teixeira ressalva, no entanto, que o Exército não quer é assumir o papel da polícia. O delegado federal Leandro Almada, diretor de inteligência da PF, adotou postura intermediária no depoimento que prestou à CPI do Crime Organizado. Ele considera os militares “parceiros” e reconhece seu “poder legal e legítimo” para atuar nos 150 km de fronteira. Mas alerta que o combate ao crime transnacional não se resolve com soluções físicas ou militarizadas. “É inteligência, cooperação e fortalecimento das polícias. Isso exige recursos, investigação estruturada e responsabilidade compartilhada, sem terceirizar o problema às Forças Armadas.” O CCPI (Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia), coordenado pela PF, reúne instituições nacionais e estrangeiras na prevenção e investigação de crimes na região amazônica. O Exército participa, mas na condição de “outra agência”. A estrutura não confere papel central à única instituição que possui efetivo físico permanente ao longo de 17 mil quilômetros de fronteira. A presença militar fica restrita a operações conjuntas contra crimes ambientais, garimpo e ilícitos específicos. Inauguração do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (Foto: Ricardo Stuckert/Agência Brasil) A CPI e o desenho do modelo militar O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato, evita antecipar posição pessoal, mas admite que a comissão discutirá o tema e que deve apresentar recomendações. “Se não for propositiva, vira palanque político. Tem que propor, endurecer penas, articular Executivo, União, Estados e Municípios. Segurança pública exige orçamento.” Nelsinho Trad complementa: “Tudo que vier para aumentar a segurança e endurecer contra facções, eu sou a favor. Mas precisa organizar o comando.” O movimento do Congresso, alinhado a uma mudança de entendimento no Palácio do Planalto sobre o real poder das facções, também responde ao alerta continental verbalizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo quem nenhum país que permita o fluxo de drogas para território norte-americano está livre de ataques como os realizados contra a Venezuela. No mesmo dia, em negociação sobre retirada de tarifas americanas para produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a Trump um acordo de cooperação internacional contra o crime, gesto elogiado por Vieira: “Vejo com bons olhos a manifestação pública do presidente pedindo cooperação com governos estrangeiros, especialmente os Estados Unidos.” Em declarações recentes, Lula faz seu próprio limite: “Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido. Não é esse o papel das Forças Armadas. Enquanto eu for presidente, não tem GLO.” Militares contra o crime pelo mundo A força militar do Estado de Michoacán, no México, participante da guerra contra o narcotráfico. (Foto: Agência Brasil)) O debate brasileiro sobre o papel das Forças Armadas nas fronteiras não acontece isoladamente. Em diversos países, a presença militar em operações contra narcotráfico e crimes transnacionais tornou-se resposta consolidada, ainda que cercada de críticas e dilemas institucionais. México e Colômbia são os dois exemplos mais emblemáticos: desde meados dos anos 2000, ambos empregam tropas em ações de vigilância, inteligência, cerco territorial, apoio logístico e cooperação com polícias federais no enfrentamento de cartéis e organizações criminosas. No Peru, em zonas amazônicas e áreas de fronteira, Forças Armadas também são acionadas para conter fluxos ilícitos quando a estrutura civil não dá conta da capilaridade do território. Esse movimento não se limita à América Latina. Nos Estados Unidos, a guinada da administração Donald Trump recolocou meios militares no centro de operações antidrogas, classificando cartéis como “organizações terroristas” e autorizando ações navais e aéreas contra embarcações suspeitas no Caribe e no Pacífico. O modelo rompeu com o paradigma tradicional, historicamente ancorado na DEA (Drug Enforcement Administration), agência antidrogas norte-americana, e reacendeu a discussão global sobre militarização de fronteiras e seus limites jurídicos. Apesar dos formatos distintos, há um ponto de convergência: quando se trata de rotas internacionais, contrabando, tráfico de armas, droga e biomassa ilegal, os países tendem a acionar a capacidade tecnológica, logística e territorial das Forças Armadas. Satélites, radares, inteligência, transporte aéreo, controle de pistas clandestinas e monitoramento de rios e selvas aparecem como funções recorrentes — enquanto a repressão direta, prisões, investigação e contato com o crime organizado permanecem sob responsabilidade de polícias especializadas. No Brasil, porém, o limite político foi verbalizado diretamente por Lula. A fronteira é vista como espaço de responsabilidade militar e de cooperação com órgãos civis, mas o emprego na repressão urbana é rejeitado com veemência: “Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido.” O consenso ouvido pela reportagem confirma essa lógica. Mesmo entre parlamentares que pedem reforço militar e ampliação da presença nas linhas de fronteira, não se fala em militarização da segurança pública. O papel é o de apoio, monitoramento, inteligência, cooperação e logística, nunca substituição do trabalho policial ou transferência de competências que pertencem à PF e às polícias estaduais. Uma disputa estratégica: integração ou militarização? Da ala técnica à ala política, um ponto se impõe com força: o Exército não substituirá a polícia. A fronteira militarizada pelo combate direto não encontra respaldo técnico, doutrinário ou jurídico entre os entrevistados. E se há divergências pontuais, a maior parte dos especialistas e parlamentares converge numa solução: investir em Sisfron, inteligência, compartilhamento de dados, operações conjuntas, mais qualificação e presença constante nos corredores do tráfico. O professor Francisco Teixeira vai além: a demanda brasileira é o motor que alimenta a desestabilização na Bolívia e no Paraguai. Para ele, sem mudança estrutural, rotas mudam e facções se adaptam. Alessandro Vieira, no centro do debate legislativo, sintetiza o desafio sem euforia: endurecer penas não basta. Marcola, lembra ele, já tem mais de 300 anos de condenação, e nada mudou. “Só muda se houver financiamento e integração no combate. Aí sim fazemos asfixia da facção”, afirma. Fonte: Campo Grande News
- Congresso cobra Exército na fronteira e pressiona por sistema contra facções
Militares em treinamento na fronteira com o Paraguai (Foto: Divulgação) Livre da tutela militar que remonta ao período colonial e se encerrou simbolicamente este ano, com a condenação e prisão de oficiais envolvidos na tentativa de golpe de 2022, o Congresso decidiu, enfim, legislar sobre o papel das Forças Armadas como participante do esforço institucional para enfrentar o avanço das facções criminosas que transformaram o Brasil, especialmente Mato Grosso do Sul, em corredor de drogas. Especialistas e parlamentares ouvidos pelo Campo Grande News são unânimes ao defender atuação mais efetiva do Exército nas fronteiras com países produtores de cocaína (Bolívia, Colômbia e Peru) e o Paraguai, onde se abrigam facções e operam entrepostos de drogas. Nesse contexto, o uso do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) é apontado como ferramenta essencial para auxiliar ações de polícia. Relator do PL (Projeto de Lei) Antifacção e da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou ao Campo Grande News que as Forças Armadas não atuarão diretamente no combate à criminalidade em geral, mas considera urgente reforçar a presença do Exército nos corredores por onde passam armas e drogas. “As Forças Armadas têm atribuição de proteção das fronteiras, e é justamente por elas que ingressam armas e drogas”, disse. Ele lembra que o Exército tem legitimidade para agir nos 150 quilômetros da faixa de fronteira terrestre e pode integrar forças-tarefa quando necessário. “Isso não impede cooperação. Vamos deixar isso mais claro no texto: o formato que desenhamos é o preferencial, e outras atividades podem acontecer. Elas têm papel fundamental nas fronteiras. E esse papel exige investimento, mais qualificação, mais pessoal e tecnologia.” Na costura política para oferecer ao governo alternativas consistentes de enfrentamento, o relator evita criar hierarquia ou subordinação entre órgãos: “Não existe subordinação das Forças Armadas à Polícia Federal. Existe coordenação administrativa. Cada força tem autonomia, vivemos num pacto federativo.” R$ 5 bilhões extras e a promessa de destravar o Sisfron O Congresso já destinou R$ 5 bilhões extras ao orçamento do Ministério da Defesa para 2026, recursos que devem impulsionar o Sisfron, ainda precário apesar de cerca de R$ 11 bilhões já investidos em equipamentos, muitos deles obsoletos. “Se os R$ 5 bilhões já destinados não forem suficientes, o Congresso vai realizar o processo necessário”, assegura Vieira. Parte dessa cobrança ganhou força a partir de depoimentos na CPI. O senador Angelo Coronel (PSD-BA), que acompanha a execução do Sisfron, afirma que o sistema está “com apenas 30% do cronograma inicial” cumprido e, no ritmo atual, pode terminar “lá pelo ano de 2065”. Coronel considera inaceitável: “Se o nosso problema é a droga entrando no Brasil, se são as facções, não entendo por que o governo não ataca o problema. Todo mundo sabe onde está o foco”. Para ele, a conclusão do Sisfron, com satélites e pontos físicos de vigilância em localidades estratégicas, é condição para “ações pontuais e mais efetivas”. O senador Nelsinho Trad, suplente da CPI, também vê o Sisfron como essencial, mas ressalta que o sistema somente terá impacto real quando concluído e integrado às demais instituições. “É muito bom. A inteligência é fantástica. Mas não está funcionando porque precisa ser concluído.” O fundo das bets e o financiamento do combate às facções A grande novidade do relatório apresentado nesta quarta-feira (03 de novembro) — e que deve ser consolidada na conclusão da CPI — é a criação de uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre as bets. Já pactuada com a área econômica do governo federal, a nova cobrança tem potencial de gerar cerca de R$ 30 bilhões por ano, recursos exclusivos para o combate ao crime organizado pela Polícia Federal, polícias estaduais, polícias militares e demais órgãos de inteligência e investigação. “Sem orçamento não adianta falar em segurança pública”, afirma o relator. Vieira destaca que o fundo traz “dinheiro novo em volume muito mais alto do que qualquer outro”. E que, ao vinculá-lo diretamente à repressão de facções, elimina a captura corporativa: “Questões salariais e demandas internas devem ser atendidas no orçamento regular. Aqui tratamos de medidas especiais para combater o crime organizado.” Equipamentos para ativação do Sisfron (Foto: Divulgação) Militares nas fronteiras: unanimidade nas entrevistas O consenso político em torno da participação militar nas fronteiras aparece com clareza nas declarações reunidas pelo Campo Grande News. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), general de Exército da reserva e ex-comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, defende a ampliação da atuação do Exército no apoio às ações contra o tráfico. Ele lembra que as Forças Armadas já atuam na faixa de fronteira, com poder de polícia formalmente legalizado. "Sempre podemos evoluir e apoiar mais as demandas do país, sem esquecer que a missão principal é a defesa da pátria.” Mourão pondera que, nas áreas sensíveis, o Exército busca manter maior proporção de profissionais do que de recrutas e conclui: “Julgo que as Forças Armadas terão que dar uma contribuição maior do que têm dado hoje.” O deputado Vander Loubet, do PT-MS, segue a mesma linha. Para ele, a participação de Exército, Marinha e Aeronáutica é “importante e necessária”, sobretudo para compensar o déficit de efetivos e a dificuldade de patrulhamento contínuo. Ele frisa que foi o presidente Lula quem sancionou, ainda em 2010, a lei que ampliou a atuação militar em patrulhamento e fiscalização. A senadora Tereza Cristina (PP) concorda, mas ressalta que o Exército não pode ser subordinado institucionalmente à Polícia Federal: integração, sim — vinculação, não. Cooperação, retaguarda e inteligência Nas palavras do deputado Dr. Luiz Ovando (PP), a atuação militar não pode ser confundida com protagonismo policial. Ele defende o Exército como “retaguarda”, capaz de oferecer informações privilegiadas e reforço de vigilância. Ovando também aponta o Sisfron como instrumento para aproximar militares da realidade das operações. No campo técnico, a visão convergente vem do professor Francisco Teixeira, da UFF (Universidade Federal Fluminense). Segundo ele, a legislação brasileira já atribui às Forças Armadas papel de proteção na faixa de fronteira, contemplando crimes transfronteiriços como tráfico, contrabando e exploração ilegal de recursos. Mas o papel é complementar, jamais substitutivo: “O Exército não é preparado para função policial. Soldado não prende, não usa algema.” Ele vê o emprego militar nas funções de inteligência, monitoramento aéreo, logística e vigilância como adequado e necessário. Teixeira chama atenção para uma fragilidade estrutural decisiva: a falta de recursos nos quartéis. Quando o orçamento mensal se esgota, quadrilhas e contrabandistas “operam com folga”. E alerta que, hoje, a principal rota já não é só o eixo do Mato Grosso do Sul, mas a Rota do Solimões, controlada pelo Comando Vermelho e pela Família do Norte. “É essa rota que precisa ser vigiada pelo Exército e pela Polícia Federal.” Diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno (Foto: Reprodução) Ceticismo e alerta de entidades de segurança Na outra ponta do debate, a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, disse, em entrevista ao Estadão, que o Exército “se recusa na prática” a atuar de forma integrada e efetiva com as forças de segurança locais. Para ela, o controle fronteiriço passa por investimento e ampliação dos efetivos da PF (Polícia Federal) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal), mas também por engajamento militar mais profundo. O historiador Francisco Teixeira ressalva, no entanto, que o Exército não quer é assumir o papel da polícia. O delegado federal Leandro Almada, diretor de inteligência da PF, adotou postura intermediária no depoimento que prestou à CPI do Crime Organizado. Ele considera os militares “parceiros” e reconhece seu “poder legal e legítimo” para atuar nos 150 km de fronteira. Mas alerta que o combate ao crime transnacional não se resolve com soluções físicas ou militarizadas. “É inteligência, cooperação e fortalecimento das polícias. Isso exige recursos, investigação estruturada e responsabilidade compartilhada, sem terceirizar o problema às Forças Armadas.” O CCPI (Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia), coordenado pela PF, reúne instituições nacionais e estrangeiras na prevenção e investigação de crimes na região amazônica. O Exército participa, mas na condição de “outra agência”. A estrutura não confere papel central à única instituição que possui efetivo físico permanente ao longo de 17 mil quilômetros de fronteira. A presença militar fica restrita a operações conjuntas contra crimes ambientais, garimpo e ilícitos específicos. Inauguração do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (Foto: Ricardo Stuckert/Agência Brasil) A CPI e o desenho do modelo militar O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato, evita antecipar posição pessoal, mas admite que a comissão discutirá o tema e que deve apresentar recomendações. “Se não for propositiva, vira palanque político. Tem que propor, endurecer penas, articular Executivo, União, Estados e Municípios. Segurança pública exige orçamento.” Nelsinho Trad complementa: “Tudo que vier para aumentar a segurança e endurecer contra facções, eu sou a favor. Mas precisa organizar o comando.” O movimento do Congresso, alinhado a uma mudança de entendimento no Palácio do Planalto sobre o real poder das facções, também responde ao alerta continental verbalizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo quem nenhum país que permita o fluxo de drogas para território norte-americano está livre de ataques como os realizados contra a Venezuela. No mesmo dia, em negociação sobre retirada de tarifas americanas para produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a Trump um acordo de cooperação internacional contra o crime, gesto elogiado por Vieira: “Vejo com bons olhos a manifestação pública do presidente pedindo cooperação com governos estrangeiros, especialmente os Estados Unidos.” Em declarações recentes, Lula faz seu próprio limite: “Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido. Não é esse o papel das Forças Armadas. Enquanto eu for presidente, não tem GLO.” Militares contra o crime pelo mundo A força militar do Estado de Michoacán, no México, participante da guerra contra o narcotráfico. (Foto: Agência Brasil)) O debate brasileiro sobre o papel das Forças Armadas nas fronteiras não acontece isoladamente. Em diversos países, a presença militar em operações contra narcotráfico e crimes transnacionais tornou-se resposta consolidada, ainda que cercada de críticas e dilemas institucionais. México e Colômbia são os dois exemplos mais emblemáticos: desde meados dos anos 2000, ambos empregam tropas em ações de vigilância, inteligência, cerco territorial, apoio logístico e cooperação com polícias federais no enfrentamento de cartéis e organizações criminosas. No Peru, em zonas amazônicas e áreas de fronteira, Forças Armadas também são acionadas para conter fluxos ilícitos quando a estrutura civil não dá conta da capilaridade do território. Esse movimento não se limita à América Latina. Nos Estados Unidos, a guinada da administração Donald Trump recolocou meios militares no centro de operações antidrogas, classificando cartéis como “organizações terroristas” e autorizando ações navais e aéreas contra embarcações suspeitas no Caribe e no Pacífico. O modelo rompeu com o paradigma tradicional, historicamente ancorado na DEA (Drug Enforcement Administration), agência antidrogas norte-americana, e reacendeu a discussão global sobre militarização de fronteiras e seus limites jurídicos. Apesar dos formatos distintos, há um ponto de convergência: quando se trata de rotas internacionais, contrabando, tráfico de armas, droga e biomassa ilegal, os países tendem a acionar a capacidade tecnológica, logística e territorial das Forças Armadas. Satélites, radares, inteligência, transporte aéreo, controle de pistas clandestinas e monitoramento de rios e selvas aparecem como funções recorrentes — enquanto a repressão direta, prisões, investigação e contato com o crime organizado permanecem sob responsabilidade de polícias especializadas. No Brasil, porém, o limite político foi verbalizado diretamente por Lula. A fronteira é vista como espaço de responsabilidade militar e de cooperação com órgãos civis, mas o emprego na repressão urbana é rejeitado com veemência: “Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido.” O consenso ouvido pela reportagem confirma essa lógica. Mesmo entre parlamentares que pedem reforço militar e ampliação da presença nas linhas de fronteira, não se fala em militarização da segurança pública. O papel é o de apoio, monitoramento, inteligência, cooperação e logística, nunca substituição do trabalho policial ou transferência de competências que pertencem à PF e às polícias estaduais. Uma disputa estratégica: integração ou militarização? Da ala técnica à ala política, um ponto se impõe com força: o Exército não substituirá a polícia. A fronteira militarizada pelo combate direto não encontra respaldo técnico, doutrinário ou jurídico entre os entrevistados. E se há divergências pontuais, a maior parte dos especialistas e parlamentares converge numa solução: investir em Sisfron, inteligência, compartilhamento de dados, operações conjuntas, mais qualificação e presença constante nos corredores do tráfico. O professor Francisco Teixeira vai além: a demanda brasileira é o motor que alimenta a desestabilização na Bolívia e no Paraguai. Para ele, sem mudança estrutural, rotas mudam e facções se adaptam. Alessandro Vieira, no centro do debate legislativo, sintetiza o desafio sem euforia: endurecer penas não basta. Marcola, lembra ele, já tem mais de 300 anos de condenação, e nada mudou. “Só muda se houver financiamento e integração no combate. Aí sim fazemos asfixia da facção”, afirma. Fonte: Campo Grande News
- Congresso cobra Exército na fronteira e pressiona por sistema contra facções
Militares em treinamento na fronteira com o Paraguai (Foto: Divulgação) Livre da tutela militar que remonta ao período colonial e se encerrou simbolicamente este ano, com a condenação e prisão de oficiais envolvidos na tentativa de golpe de 2022, o Congresso decidiu, enfim, legislar sobre o papel das Forças Armadas como participante do esforço institucional para enfrentar o avanço das facções criminosas que transformaram o Brasil, especialmente Mato Grosso do Sul, em corredor de drogas. Especialistas e parlamentares ouvidos pelo Campo Grande News são unânimes ao defender atuação mais efetiva do Exército nas fronteiras com países produtores de cocaína (Bolívia, Colômbia e Peru) e o Paraguai, onde se abrigam facções e operam entrepostos de drogas. Nesse contexto, o uso do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) é apontado como ferramenta essencial para auxiliar ações de polícia. Relator do PL (Projeto de Lei) Antifacção e da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou ao Campo Grande News que as Forças Armadas não atuarão diretamente no combate à criminalidade em geral, mas considera urgente reforçar a presença do Exército nos corredores por onde passam armas e drogas. “As Forças Armadas têm atribuição de proteção das fronteiras, e é justamente por elas que ingressam armas e drogas”, disse. Ele lembra que o Exército tem legitimidade para agir nos 150 quilômetros da faixa de fronteira terrestre e pode integrar forças-tarefa quando necessário. “Isso não impede cooperação. Vamos deixar isso mais claro no texto: o formato que desenhamos é o preferencial, e outras atividades podem acontecer. Elas têm papel fundamental nas fronteiras. E esse papel exige investimento, mais qualificação, mais pessoal e tecnologia.” Na costura política para oferecer ao governo alternativas consistentes de enfrentamento, o relator evita criar hierarquia ou subordinação entre órgãos: “Não existe subordinação das Forças Armadas à Polícia Federal. Existe coordenação administrativa. Cada força tem autonomia, vivemos num pacto federativo.” R$ 5 bilhões extras e a promessa de destravar o Sisfron O Congresso já destinou R$ 5 bilhões extras ao orçamento do Ministério da Defesa para 2026, recursos que devem impulsionar o Sisfron, ainda precário apesar de cerca de R$ 11 bilhões já investidos em equipamentos, muitos deles obsoletos. “Se os R$ 5 bilhões já destinados não forem suficientes, o Congresso vai realizar o processo necessário”, assegura Vieira. Parte dessa cobrança ganhou força a partir de depoimentos na CPI. O senador Angelo Coronel (PSD-BA), que acompanha a execução do Sisfron, afirma que o sistema está “com apenas 30% do cronograma inicial” cumprido e, no ritmo atual, pode terminar “lá pelo ano de 2065”. Coronel considera inaceitável: “Se o nosso problema é a droga entrando no Brasil, se são as facções, não entendo por que o governo não ataca o problema. Todo mundo sabe onde está o foco”. Para ele, a conclusão do Sisfron, com satélites e pontos físicos de vigilância em localidades estratégicas, é condição para “ações pontuais e mais efetivas”. O senador Nelsinho Trad, suplente da CPI, também vê o Sisfron como essencial, mas ressalta que o sistema somente terá impacto real quando concluído e integrado às demais instituições. “É muito bom. A inteligência é fantástica. Mas não está funcionando porque precisa ser concluído.” O fundo das bets e o financiamento do combate às facções A grande novidade do relatório apresentado nesta quarta-feira (03 de novembro) — e que deve ser consolidada na conclusão da CPI — é a criação de uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre as bets. Já pactuada com a área econômica do governo federal, a nova cobrança tem potencial de gerar cerca de R$ 30 bilhões por ano, recursos exclusivos para o combate ao crime organizado pela Polícia Federal, polícias estaduais, polícias militares e demais órgãos de inteligência e investigação. “Sem orçamento não adianta falar em segurança pública”, afirma o relator. Vieira destaca que o fundo traz “dinheiro novo em volume muito mais alto do que qualquer outro”. E que, ao vinculá-lo diretamente à repressão de facções, elimina a captura corporativa: “Questões salariais e demandas internas devem ser atendidas no orçamento regular. Aqui tratamos de medidas especiais para combater o crime organizado.” Equipamentos para ativação do Sisfron (Foto: Divulgação) Militares nas fronteiras: unanimidade nas entrevistas O consenso político em torno da participação militar nas fronteiras aparece com clareza nas declarações reunidas pelo Campo Grande News. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), general de Exército da reserva e ex-comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, defende a ampliação da atuação do Exército no apoio às ações contra o tráfico. Ele lembra que as Forças Armadas já atuam na faixa de fronteira, com poder de polícia formalmente legalizado. "Sempre podemos evoluir e apoiar mais as demandas do país, sem esquecer que a missão principal é a defesa da pátria.” Mourão pondera que, nas áreas sensíveis, o Exército busca manter maior proporção de profissionais do que de recrutas e conclui: “Julgo que as Forças Armadas terão que dar uma contribuição maior do que têm dado hoje.” O deputado Vander Loubet, do PT-MS, segue a mesma linha. Para ele, a participação de Exército, Marinha e Aeronáutica é “importante e necessária”, sobretudo para compensar o déficit de efetivos e a dificuldade de patrulhamento contínuo. Ele frisa que foi o presidente Lula quem sancionou, ainda em 2010, a lei que ampliou a atuação militar em patrulhamento e fiscalização. A senadora Tereza Cristina (PP) concorda, mas ressalta que o Exército não pode ser subordinado institucionalmente à Polícia Federal: integração, sim — vinculação, não. Cooperação, retaguarda e inteligência Nas palavras do deputado Dr. Luiz Ovando (PP), a atuação militar não pode ser confundida com protagonismo policial. Ele defende o Exército como “retaguarda”, capaz de oferecer informações privilegiadas e reforço de vigilância. Ovando também aponta o Sisfron como instrumento para aproximar militares da realidade das operações. No campo técnico, a visão convergente vem do professor Francisco Teixeira, da UFF (Universidade Federal Fluminense). Segundo ele, a legislação brasileira já atribui às Forças Armadas papel de proteção na faixa de fronteira, contemplando crimes transfronteiriços como tráfico, contrabando e exploração ilegal de recursos. Mas o papel é complementar, jamais substitutivo: “O Exército não é preparado para função policial. Soldado não prende, não usa algema.” Ele vê o emprego militar nas funções de inteligência, monitoramento aéreo, logística e vigilância como adequado e necessário. Teixeira chama atenção para uma fragilidade estrutural decisiva: a falta de recursos nos quartéis. Quando o orçamento mensal se esgota, quadrilhas e contrabandistas “operam com folga”. E alerta que, hoje, a principal rota já não é só o eixo do Mato Grosso do Sul, mas a Rota do Solimões, controlada pelo Comando Vermelho e pela Família do Norte. “É essa rota que precisa ser vigiada pelo Exército e pela Polícia Federal.” Diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno (Foto: Reprodução) Ceticismo e alerta de entidades de segurança Na outra ponta do debate, a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, disse, em entrevista ao Estadão, que o Exército “se recusa na prática” a atuar de forma integrada e efetiva com as forças de segurança locais. Para ela, o controle fronteiriço passa por investimento e ampliação dos efetivos da PF (Polícia Federal) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal), mas também por engajamento militar mais profundo. O historiador Francisco Teixeira ressalva, no entanto, que o Exército não quer é assumir o papel da polícia. O delegado federal Leandro Almada, diretor de inteligência da PF, adotou postura intermediária no depoimento que prestou à CPI do Crime Organizado. Ele considera os militares “parceiros” e reconhece seu “poder legal e legítimo” para atuar nos 150 km de fronteira. Mas alerta que o combate ao crime transnacional não se resolve com soluções físicas ou militarizadas. “É inteligência, cooperação e fortalecimento das polícias. Isso exige recursos, investigação estruturada e responsabilidade compartilhada, sem terceirizar o problema às Forças Armadas.” O CCPI (Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia), coordenado pela PF, reúne instituições nacionais e estrangeiras na prevenção e investigação de crimes na região amazônica. O Exército participa, mas na condição de “outra agência”. A estrutura não confere papel central à única instituição que possui efetivo físico permanente ao longo de 17 mil quilômetros de fronteira. A presença militar fica restrita a operações conjuntas contra crimes ambientais, garimpo e ilícitos específicos. Inauguração do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (Foto: Ricardo Stuckert/Agência Brasil) A CPI e o desenho do modelo militar O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato, evita antecipar posição pessoal, mas admite que a comissão discutirá o tema e que deve apresentar recomendações. “Se não for propositiva, vira palanque político. Tem que propor, endurecer penas, articular Executivo, União, Estados e Municípios. Segurança pública exige orçamento.” Nelsinho Trad complementa: “Tudo que vier para aumentar a segurança e endurecer contra facções, eu sou a favor. Mas precisa organizar o comando.” O movimento do Congresso, alinhado a uma mudança de entendimento no Palácio do Planalto sobre o real poder das facções, também responde ao alerta continental verbalizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo quem nenhum país que permita o fluxo de drogas para território norte-americano está livre de ataques como os realizados contra a Venezuela. No mesmo dia, em negociação sobre retirada de tarifas americanas para produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a Trump um acordo de cooperação internacional contra o crime, gesto elogiado por Vieira: “Vejo com bons olhos a manifestação pública do presidente pedindo cooperação com governos estrangeiros, especialmente os Estados Unidos.” Em declarações recentes, Lula faz seu próprio limite: “Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido. Não é esse o papel das Forças Armadas. Enquanto eu for presidente, não tem GLO.” Militares contra o crime pelo mundo A força militar do Estado de Michoacán, no México, participante da guerra contra o narcotráfico. (Foto: Agência Brasil)) O debate brasileiro sobre o papel das Forças Armadas nas fronteiras não acontece isoladamente. Em diversos países, a presença militar em operações contra narcotráfico e crimes transnacionais tornou-se resposta consolidada, ainda que cercada de críticas e dilemas institucionais. México e Colômbia são os dois exemplos mais emblemáticos: desde meados dos anos 2000, ambos empregam tropas em ações de vigilância, inteligência, cerco territorial, apoio logístico e cooperação com polícias federais no enfrentamento de cartéis e organizações criminosas. No Peru, em zonas amazônicas e áreas de fronteira, Forças Armadas também são acionadas para conter fluxos ilícitos quando a estrutura civil não dá conta da capilaridade do território. Esse movimento não se limita à América Latina. Nos Estados Unidos, a guinada da administração Donald Trump recolocou meios militares no centro de operações antidrogas, classificando cartéis como “organizações terroristas” e autorizando ações navais e aéreas contra embarcações suspeitas no Caribe e no Pacífico. O modelo rompeu com o paradigma tradicional, historicamente ancorado na DEA (Drug Enforcement Administration), agência antidrogas norte-americana, e reacendeu a discussão global sobre militarização de fronteiras e seus limites jurídicos. Apesar dos formatos distintos, há um ponto de convergência: quando se trata de rotas internacionais, contrabando, tráfico de armas, droga e biomassa ilegal, os países tendem a acionar a capacidade tecnológica, logística e territorial das Forças Armadas. Satélites, radares, inteligência, transporte aéreo, controle de pistas clandestinas e monitoramento de rios e selvas aparecem como funções recorrentes — enquanto a repressão direta, prisões, investigação e contato com o crime organizado permanecem sob responsabilidade de polícias especializadas. No Brasil, porém, o limite político foi verbalizado diretamente por Lula. A fronteira é vista como espaço de responsabilidade militar e de cooperação com órgãos civis, mas o emprego na repressão urbana é rejeitado com veemência: “Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido.” O consenso ouvido pela reportagem confirma essa lógica. Mesmo entre parlamentares que pedem reforço militar e ampliação da presença nas linhas de fronteira, não se fala em militarização da segurança pública. O papel é o de apoio, monitoramento, inteligência, cooperação e logística, nunca substituição do trabalho policial ou transferência de competências que pertencem à PF e às polícias estaduais. Uma disputa estratégica: integração ou militarização? Da ala técnica à ala política, um ponto se impõe com força: o Exército não substituirá a polícia. A fronteira militarizada pelo combate direto não encontra respaldo técnico, doutrinário ou jurídico entre os entrevistados. E se há divergências pontuais, a maior parte dos especialistas e parlamentares converge numa solução: investir em Sisfron, inteligência, compartilhamento de dados, operações conjuntas, mais qualificação e presença constante nos corredores do tráfico. O professor Francisco Teixeira vai além: a demanda brasileira é o motor que alimenta a desestabilização na Bolívia e no Paraguai. Para ele, sem mudança estrutural, rotas mudam e facções se adaptam. Alessandro Vieira, no centro do debate legislativo, sintetiza o desafio sem euforia: endurecer penas não basta. Marcola, lembra ele, já tem mais de 300 anos de condenação, e nada mudou. “Só muda se houver financiamento e integração no combate. Aí sim fazemos asfixia da facção”, afirma. Fonte: Campo Grande News











