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1632 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Onda de assassinatos em Caarapó mobiliza força-tarefa na região sul do Estado

    Viatura da PM no local da execução. (Foto: Portal Cidade de Caarapó) Entre confronto policial e ataques a tiros, cinco pessoas morreram em pouco mais de um mês Diante do avanço da criminalidade na região sul do Estado, principalmente em Caarapó, as forças de segurança de MS se reuniram na manhã desta sexta-feira (10). Os integrantes discutiram medidas de enfrentamento às ações criminosas na região. A reunião foi proposta pelo GGI (Gabinete de Gestão Integrada de Fronteiras e Divisas). Na reunião compareceram diversas autoridades policiais. Se reuniram membros da 2ª Companhia de Polícia Militar, da Delegacia Regional e da Delegacia local de Caarapó, além de Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), da PRF (Polícia Rodoviária Federal), da Polícia Penal, da Polícia Científica, do Detran e do Ministério Público Estadual. Em nota, o GGI afirmou que cada força de segurança terá autonomia para combater o avanço da criminalidade na região. Casos em Caarapó O caso mais recente foi na tarde desta sexta-feira (10), quando Irineu Aguajo Lescano, de 43 anos, morreu ao se envolver em confronto com militares do Choque. Já no início do mês de julho, um rapaz conhecido como ‘Arapongas’ morreu ao ser alvo de tiros em sua própria casa. O rapaz morava há pouco tempo no imóvel e tinha longa ficha criminal, inclusive em seu estado de origem, no Paraná. Na noite de quarta-feira (24) do mês de junho, um adolescente de 17 anos morreu ao ser baleado com cinco tiros. O adolescente é suspeito de estar pichando muros com a sigla da facção PCC (Primeiro Comando da Capital). Já no dia 9 de junho, o jovem Kaique Vior Ramos foi morto enquanto fazia uma espécie de ‘delivery de drogas’. Até o momento, já foram cinco mortes em pouco mais de um mês, envolvendo confronto policial e ataques com suspeita de motivação por ‘guerra’ de facções. Fonte: Midiamax

  • Juiz nega prisão domiciliar e Bernal voltará para presídio após receber alta da Santa Casa

    Ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal está preso desde 24 de março, no Presídio Militar Estadual. (Foto: Arquivo/Jornal Midiamax) Magistrado lembrou que ex-prefeito é atendido pelo SUS e que estará bem assistido no presídio O juiz Aluízio Pereira dos Santos, em substituição legal na 1ª Vara do Tribunal do Júri, negou pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Alcides Bernal, preso desde 24 de março após matar a tiros o fiscal tributário Roberto Carlos Mazzini. Bernal sofreu um infarto horas após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negar um pedido de liberdade, no início do mês. Desde então, foi submetido a uma cirurgia cardíaca e está internado na Santa Casa. O magistrado rebateu os argumentos da defesa do ex-prefeito de Campo Grande de que ele não teria condições adequadas no presídio, por haver ‘risco de morte súbita’. Então, o juiz lembrou que Bernal está fazendo todos os procedimentos pelo SUS. Logo, “o argumento não evidencia que a internação em domicílio particular (em casa) proporcionará melhores condições de assistência integral à saúde recebida no presídio onde se encontra“, argumentou o magistrado. O juiz ressaltou a celeridade com que a Justiça tem tratado o caso, devido à grande repercussão, pelo fato de ser um ex-prefeito, reforçando que o júri está próximo, no qual será dada uma sentença sobre se Bernal agiu por legítima defesa ou não. Por fim, o magistrado oficiou ao diretor do Presídio Militar para providenciar as condições adequadas para o tratamento médico de Bernal. Bernal fica em ‘sala especial’ de presídio, disse família da vítima Cadastrados como assistentes de acusação, os familiares de Mazzini alegam que o ex-prefeito não está em cela comum, mas sim em uma sala de Estado-Maior no Presídio Militar, recebendo assistência do Estado e até visita de médicos de sua preferência. Os promotores Lívia Carla Guadanhim Bariani e José Arturo Iunes Bobadilla Garcia afirmam que o ex-prefeito Alcides Bernal deve permanecer preso após receber alta da Santa Casa. Os promotores se manifestaram pela manutenção da prisão preventiva, justificando que o crime “é de extrema gravidade e possui elevada repercussão social”. Para eles, não houve fato novo que explique uma mudança no status do caso. Bernal vai a júri popular por homicídio O crime aconteceu em uma casa que pertenceu a Bernal, mas foi arrematada em um leilão por Mazzini, no ano passado. Na tarde de 24 de março, Roberto foi até lá, na presença de um chaveiro, a fim de tomar posse do imóvel, mas foi alvejado por ao menos dois tiros, que atingiram a região da costela, transfixando-a, e a dorsal da vítima. Após o crime, o ex-prefeito se entregou na delegacia de polícia. Bernal está preso desde então. O ex-prefeito tentou várias vezes conseguir a liberdade na Justiça, mas todas foram negadas. Alcides Bernal foi pronunciado por homicídio qualificado, cometido por meio cruel e por utilizar um recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ter uma causa especial de aumento de pena devido à idade da vítima, que era superior a 60 anos, e por invasão de domicílio. O ex-prefeito também foi pronunciado por porte ilegal de arma de fogo, nas modalidades “manter sob sua guarda” e “portar” em relação ao revólver de calibre .38 Special. Fonte: Midiamax

  • VÍDEO: Motociclista se ajoelha para agradecer após sair ileso de acidente em Coxim

    O acidente ocorreu na Avenida Virgínia Ferreira Câmeras de segurança registraram o exato momento em que um motociclista se ajoelhou e agradeceu por ter escapado ileso de um acidente na Avenida Virgínia Ferreira, em Coxim, a 253 km de Campo Grande. Na gravação, é possível ver um caminhão-caçamba, de cor azul, possivelmente desgovernado. Ele passa de raspão pelo motociclista e atinge um carro, de cor clara, que esperava para realizar uma possível conversão na avenida. O motociclista chega a se desequilibrar da moto — que cai no chão —, mas sai andando, sem ser atingido. Após analisar a situação e ver que tinha realmente escapado de um acidente, pelo qual poderia ter sido gravemente ferido, o motociclista ergue as mãos para o céu e se ajoelha, em uma forma de agradecimento pelo livramento. Caminhão desgovernado Segundo o Coxim Agora, o caminhão teria perdido os freios na noite de quarta-feira (8). Ele atingiu três veículos, parando somente após bater contra uma árvore no canteiro central da avenida. Conforme a imprensa local, o passageiro do caminhão informou que o motorista tentou dar uma nova partida, mas não conseguiu, o que teria provocado o desativamento do sistema de freios e feito o caminhão descer desgovernado. Com isso, o veículo pesado atingiu uma S10, que era ocupada por duas pessoas. Na sequência, colidiu com um Tracker e, posteriormente, com uma Ford Ranger, que estava estacionada no canteiro central da avenida. Após bater nos veículos, o caminhão colidiu com uma árvore do canteiro. O motorista apresentou escoriações e dores em um dos braços. Já o passageiro não se feriu. Caminhão parou somente após bater contra uma árvore. (Foto: Maikon Leal, Coxim Agora) Veículo com a lateral totalmente danificada. (Foto: Maikon Leal, Coxim Agora) Fonte: Midiamax

  • Assembleia na próxima segunda-feira pode definir greve de professores após as férias

    Assembleia ACP debate proposta de reajuste enviada pela Prefeitura. (Madu Livramento, Midiamax) Durante o encontro, a nova proposta será apresentada, debatida e colocada em votação Professores da Reme (Rede Municipal de Ensino) de Campo Grande voltaram a negociar com a Prefeitura e vereadores na manhã desta sexta-feira (10), após rejeitarem a proposta de parcelamento do reajuste de 5,4% até janeiro de 2027. Ao fim da reunião, o Executivo se comprometeu a apresentar uma nova proposta sobre o cumprimento da política do Piso 20h da Reme. Segundo a ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), a categoria manteve o pedido para que o reajuste de 5,4%, previsto na política de valorização do magistério, seja pago conforme reivindicado pelos professores. Em resposta, a Prefeitura informou que encaminhará um novo texto, com alterações em relação às propostas anteriores. Além da reformulação da proposta, foram discutidas outras reivindicações da categoria. Elas serão apresentadas e debatidas junto do documento oficial que será enviado pelo Executivo. Em nota, a ACP informou que realizará uma Assembleia Geral Extraordinária na próxima segunda-feira (13), às 18h, em terceira chamada, no auditório da Fetems. Durante o encontro, a nova proposta será apresentada na íntegra, debatida e colocada em votação. No início da reunião desta sexta-feira, o presidente da ACP, Gilvano Bronzoni, afirmou que, caso não houvesse avanço nas negociações, a categoria poderia deflagrar greve e não retornar às aulas após o fim das férias escolares. Conforme o calendário letivo da Semed (Secretaria Municipal de Educação), o recesso vai de 15 a 31 de julho. Entenda o impasse As negociações entre professores e Prefeitura se arrastam desde junho. No dia 12, a categoria realizou um protesto na Avenida Afonso Pena e paralisou as aulas nas escolas municipais. Desde então, foram realizadas reuniões nos dias 15 e 24 de junho e em 1º, 3, 6 e 10 de julho. A ACP chegou a ameaçar iniciar uma “greve automática” caso a Prefeitura não apresentasse uma proposta de reajuste até terça-feira (7). O Executivo enviou um documento, mas a proposta foi rejeitada pelos professores. A Prefeitura manteve o reajuste de 5,4%, mas propôs que ele fosse pago de forma parcelada: 1,7% em setembro deste ano, 1,7% em dezembro e 2% em janeiro de 2027. A categoria, porém, defende que todo o reajuste seja concedido ainda em 2026. A Lei nº 7.523, sancionada em novembro de 2025, prevê três reajustes para os professores da Rede Municipal em 2026. O primeiro, de 2%, foi concedido em janeiro. O segundo corresponde à atualização anual do Piso Nacional do Magistério e, neste ano, é de 5,4%, percentual definido pelo Governo Federal em janeiro. O terceiro reajuste, de 3%, está previsto para setembro. É justamente a forma de pagamento desse segundo reajuste que está no centro do impasse. Limitações financeiras A Prefeitura argumenta que enfrenta dificuldades financeiras para conceder o reajuste de forma integral. Segundo o RGF (Relatório de Gestão Fiscal), as despesas com pessoal já representam 53,97% da receita corrente líquida do município, acima do limite prudencial de 51,3% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal e próximo do teto de 54%. Durante uma das reuniões de negociação, realizada em 15 de junho, o secretário municipal de Governo, Ulisses Rocha, afirmou que a Prefeitura enfrenta um déficit de R$ 138 milhões, o que exige readequações no orçamento antes da concessão do reajuste. Após a rejeição da proposta de parcelamento pela assembleia da ACP, a prefeita Adriane Lopes afirmou que as negociações com a categoria continuarão. Segundo ela, a administração municipal cumprirá a Lei do Piso do Magistério, mas precisa conciliar a valorização dos profissionais com a responsabilidade fiscal. Fonte: Midiamax

  • Morto em confronto com o Choque em Caarapó estaria envolvido em homicídios

    Arma apreendida com o suspeito. (Foto: Fala Povo Midiamax) Irineu Aguajo Lescano era considerado de alta periculosidade Irineu Aguajo Lescano, de 43 anos, foi identificado como o morto em confronto com policiais do Batalhão de Choque no fim da manhã desta sexta-feira (10), em Caarapó, a 273 km de Campo Grande. Ele é suspeito de ter envolvimento em homicídios na cidade. Conforme as informações preliminares apuradas pelo Jornal Midiamax, Lescano seria faccionado do CV (Comando Vermelho) e atuava como sicário – assassino contratado. Assim, era suspeito de estar envolvido em alguns homicídios na cidade. Com passagens pela polícia, ele era considerado criminoso de alta periculosidade. As equipes do Batalhão de Choque e da Perícia estão no local. Lá, foi apreendido um revólver calibre 22, com cinco munições intactas e uma deflagrada. Arma utilizada pelo suspeito. (Foto: Fala Povo Midiamax) Fonte: Midiamax

  • Juiz determina perícia em ação por rombo de R$ 19,5 milhões no TCE-MS

    Contrato da Pirâmide Informática com TCE-MS é questionado na Justiça. (Divulgação, TCE-MS) Denúncia do Ministério Público aponta para possível desvio de verba pública em contrato por 'software fantasma' A Justiça de Mato Grosso do Sul determinou a realização de perícias contábeis e de tecnologia da informação para rastrear o suposto desvio de R$ 19,5 milhões no TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul). A decisão, que saneou a Ação Civil de Improbidade Administrativa contra três servidores e quatro empresários, busca comprovar se um software milionário de extração de dados, contratado em 2016 junto à empresa Pirâmide Central Informática — atual Qliktec —, foi efetivamente desenvolvido, ou se o montante foi pago por um serviço fantasma. A ação é baseada em denúncia do Ministério Público de que a contratação de um software se deu somente com o objetivo de desviar recursos públicos. Um contrato inicial de R$ 9,4 milhões foi feito, mas os aditivos elevaram o valor para R$ 19,5 milhões. Esse processo é um desmembramento de outro envolvendo a mesma empresa, que também é ré por desvios no Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de MS), contratada durante a gestão de Gerson Claro (PP), atual presidente da Assembleia Legislativa. Tudo foi apurado na Operação Antivírus, do Gaeco, que prendeu, em 2017, parte da cúpula do Detran-MS, incluindo Gerson Claro, o qual deixou a chefia do órgão após o escândalo de corrupção. Depois, a Justiça separou os núcleos do Detran-MS e do TCE-MS. Neste último, constam como réus os ex-servidores Douglas Avedikian, Cleiton Barbosa da Silva e Parajara Moraes Alves Júnior, acusados de facilitar a fraude e liberar as verbas de forma irregular, além dos empresários José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga e Luiz Alberto de Oliveira Azevedo. Na mesma decisão que determinou as perícias, o juiz responsável pelo caso rejeitou todas as preliminares apresentadas pelas defesas, que alegavam desde a inépcia da petição inicial até a nulidade das provas, e deu o processo por saneado. Para a execução das novas provas técnicas, o juízo nomeou a Real Brasil Consultoria. A perícia em tecnologia da informação e engenharia de software tentará rastrear a existência de linhas de código ou a efetiva execução contratual, enquanto a perícia contábil vai avaliar o tamanho do dano ao erário e se houve evolução patrimonial incompatível por parte dos acusados. Fonte: Midiamax

  • Com prisão de Neno em aberto, Justiça valida operação contra o jogo do bicho em MS

    Operação Successione é um desdobramento da Omertà, que desmontou esquema de jogo do bicho em Campo Grande. ( Pietra Dorneles, Jornal Midiamax) Um dos acusados tentou anular o processo; pai e irmãos de Neno estão presos Por unanimidade, a 1ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) referendou a atuação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) na Operação Sucessione, que investiga organização criminosa armada e a exploração do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Enquanto isso, o ex-deputado Roberto Razuk Filho, o Neno Razuk, teve a prisão decretada e está sendo procurado pelo Gaeco. A defesa do ex-deputado diz que não teve acesso ainda à decisão, mas que o Neno “aguarda o acesso para que a defesa possa trabalhar” e que a decisão de se entregar caberá a ele. A decisão do TJMS se deu em habeas corpus impetrado por um dos acusados, Jonathan Gimenez Grance — primo do megatraficante Jarvis Pavão —, preso na última fase da Sucessione. Recentemente, Jonathan teve o pedido de liberdade negado. A defesa de Jonathan tentou anular o processo alegando violação ao ‘princípio do promotor natural’, já que a acusação estaria sendo feita por promotores do Gaeco e não pelos responsáveis pela 4ª Vara Criminal, onde o processo tramita. No entanto, o TJMS entendeu que a atuação dos promotores do Gaeco é legítima e que a ausência física de um promotor original não anula o processo, já que o Gaeco é autorizado a representar o Ministério Público. Além de Jonathan, estão presos o pai e os irmãos de Neno, Roberto Razuk, Jorge Razuk Neto e Rafael Godoy Razuk, respectivamente. O patriarca cumpre prisão domiciliar e está em estado grave de saúde, numa UTI. Gaeco aponta família Razuk como a responsável pela exploração do jogo do bicho em MS. (Reprodução) Família Razuk e mais 20 são denunciados e serão julgados por jogo do bicho O MPMS, por meio do Gaeco, ofereceu denúncia contra o deputado estadual Neno Razuk (PL); seu pai, o ex-deputado Roberto Razuk; e seus irmãos, Jorge Razuk Neto e Rafael Godoy Razuk. A peça acusatória, protocolada no dia 10 de dezembro de 2025 no âmbito da 4ª fase da Operação Successione, aponta o clã como a cúpula de uma organização criminosa armada dedicada à exploração ilegal de jogos de azar, utilizando-se de corrupção, lavagem de dinheiro e roubos para assegurar o monopólio da contravenção no Estado. Ao todo, 20 pessoas foram denunciadas. O MPMS requer, além da condenação pelos crimes imputados, o pagamento de R$ 36 milhões a título de reparação de danos, conforme o artigo 7º, inciso I, da Lei de Lavagem de Dinheiro. Em janeiro de 2026, a 4ª Vara Criminal de Campo Grande acatou a denúncia do MPMS. De acordo com o documento, a investigação identificou que, após a desarticulação da organização criminosa liderada pela família Name (alvo da Operação Omertà), o grupo liderado pelos Razuk iniciou uma ofensiva para preencher o vácuo de poder e assumir o “monopólio do jogo do bicho” em Campo Grande e regiões estratégicas. A denúncia detalha que a organização agia de forma violenta e estruturada. O Gaeco aponta que o grupo não apenas explorava a atividade ilícita, mas utilizava um aparato armado para cometer “roubos majorados” contra grupos rivais, visando enfraquecer a concorrência e tomar pontos de aposta à força. Fonte: Midiamax

  • ‘Vou falar em juízo’, diz Gerson Claro, sem negar uso de verba para locação de avião

    ‘Vou falar em juízo’, diz Gerson Claro, sem negar uso de verba para locação de avião Sobre gastos com viagens de avião fretado, Claro afirmou que faz 'tudo o que a lei permite — nada ilegal' O presidente da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), deputado Gerson Claro (PP), manifestou-se após a publicação da matéria em que o Jornal Midiamax mostra que, entre as despesas executadas pela Casa de Leis, está um gasto mensal fixo de R$ 850 mil registrado no Portal da Transparência. Sem responder formalmente via assessoria de imprensa da Alems — acionada na quarta-feira (8) às 8h43 —, Gerson afirmou ao contato funcional do jornal que “a matéria ficou boa para ação inibitória e indenização”. O deputado ainda disse que iria “falar em juízo”. O político também não descartou que a verba de locomoção, somada em R$ 4,2 milhões nos primeiros 5 meses de 2026, pudesse ter sido aplicada para locação de avião particular. Questionado sobre já ter utilizado recurso público para se deslocar com aeronaves fretadas, Claro afirmou: “Faço tudo o que a lei permite — nada ilegal”. Ele cogitou que os gastos com locação de aviões para agendas no interior pudessem ter sido custeados com verba indenizatória garantida a cada um dos 24 deputados. “Você está misturando indenização de deputado com despesa da Casa”, afirmou. Entretanto, ao consultar a Ceap (Cota do Exercício da Atividade Parlamentar) do presidente da Casa, os gastos com locomoção não superam R$ 1.745,00, reforçando o que disseram deputados ouvidos pela reportagem de que os gastos disponíveis na execução de despesas podem ter sido direcionados a proporcionar viagem mais ágil e confortável ao presidente da Alems. Gerson chegou a considerar as informações disponíveis no próprio Portal da Transparência como “informação maluca, sem nexo”. Ele afirmou ainda que há alguns anos os gastos com viagem ficam em torno de R$ 60 mil. Contudo, não é o que demonstra a execução mensal das despesas da Casa de Leis, conforme arquivo anexado ao final desta matéria. “Não existe esse gasto de passagem. Vou verificar com a [primeira] secretaria. O primeiro-secretário que é responsável. Efetivamente, essas despesas do portal são da Casa e dos 24 gabinetes”, afirmou o deputado. Gastos com deslocamento em ano eleitoral aumentaram mais de 1.000% A análise do Jornal Midiamax sobre as despesas da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) com deslocamento e passagens demonstrou aumento de 1.150% nos primeiros cinco meses de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os meses de janeiro e maio de 2025, o valor médio mensal empreendido para locomoção foi de R$ 68 mil, enquanto neste ano passou para R$ 850 mil, apontados mensalmente de forma fixa. O valor total neste ano, conforme os dados disponíveis no Portal da Transparência, chega, assim, a R$ 4,250 milhões, uma média de R$ 28,3 mil gastos diariamente, ao longo dos 150 dias, incluindo fins de semana e feriados, lançados mês a mês, em custo fixo, conforme o relatório de despesas mensal da Casa (de acordo com o anexo ao final da matéria, extraído do site da Transparência da Alems). A categoria não inclui custos com diárias ou alimentação. Trata-se apenas de passagem e locomoção em agendas pelo Estado. Procurada com 24 horas de antecedência à publicação da matéria, a Assembleia Legislativa não se manifestou nem explicou se os recursos foram gastos entre servidores e parlamentares. Vale destacar que cada deputado já possui cota de indenização por gastos com aluguel de carros e consumo de combustíveis, em valores separados dos contabilizados, que, até maio deste ano, chegam a R$ 85,9 milhões ao bolso do contribuinte sul-mato-grossense. Fonte: Midiamax

  • Entidades empresariais de Brasil e EUA tentam evitar taxação americana

    © luzitanija/ Adobe Stock Carta conjunta defendendo acordo é enviada a governos dos dois países Entidades empresariais do Brasil e dos Estados Unidos se uniram para tentar evitar um novo regime de tarifas do governo americano sobre produtos brasileiros. A Câmara Americana de Comércio para o Brasil, Amcham Brasil; a Confederação Nacional da Indústria, CNI; e a Câmara de Comércio dos Estados Unidos enviaram carta conjunta aos governos dos dois países defendendo um acordo de curto prazo dentro da investigação da Seção 301, que pode resultar em tarifa de 25% sobre exportações brasileiras. A decisão do governo Donald Trump é esperada para 15 de julho. No Brasil, o documento foi endereçado aos ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Nos Estados Unidos, os destinatários foram o secretário de Estado, Marco Rubio, e o representante comercial americano, Jamieson Greer. Agenda em duas etapas As entidades propõem uma agenda em duas etapas. No curto prazo, pedem avanços em acesso a mercados para insumos industriais e produtos ligados a data centers e inteligência artificial, cooperação regulatória nos setores automotivo e de saúde, aceleração na análise de patentes e cooperação em minerais críticos. Em um segundo momento, defendem ampliar as negociações para temas como economia digital, energia e agricultura. Para o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto, às vésperas do prazo final da investigação, é essencial um esforço concentrado dos dois governos para viabilizar um acordo que evite as tarifas e abra espaço para fortalecer a relação econômica bilateral. As três entidades representam, juntas, milhares de empresas brasileiras e norte-americanas. Fonte: Rádio Agência Nacional

  • Brasil estuda como aproveitar terras raras e minerais críticos

    © Gil Leonardi/Agência Minas País tem a segunda maior reserva do mundo desses recursos A exploração de terras raras e minerais críticos foram os temas de uma reunião nesta sexta-feira (10), no Palácio do Planalto. Participaram do encontro o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e especialistas do setor mineral. O objetivo é definir uma estratégia nacional de aproveitamento desses recursos, que são essenciais para a transição energética e para a indústria de tecnologia. O Brasil tem a segunda maior reserva mundial dos chamados minerais críticos, como nióbio, lítio, níquel e cobre, usados em baterias, painéis solares, carros elétricos e equipamentos eletrônicos. O tema vem ganhando relevância em meio à disputa global por esses insumos estratégicos, especialmente entre Estados Unidos e China. Diante desse cenário, o Ministério de Minas e Energia apresentou um plano para aumentar a participação brasileira na produção mundial, subindo dos atuais 8,3% para 12,2% até 2050. O principal entrave é o projeto de regulamentação, aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, mas sem previsão de votação no Senado Federal. A proposta restringe a exportação de minerais brutos para incentivar o beneficiamento no país, prevê incentivos fiscais progressivos e cria um fundo garantidor de R$ 5 bilhões para fomentar empreendimentos na área. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu a aprovação do projeto e citou o caso da Serra Verde, uma produtora de terras raras em Goiás, que foi comprada por uma empresa americana em abril por quase US$ 3 bilhões. O governo soube do negócio pela imprensa, o que na avaliação de Silveira reforça a necessidade de criação de mecanismos formais de acompanhamento. "Como aconteceu agora lá em Goiás, nós tivemos uma mudança do controle acionário de uma empresa que o poder público tomou conhecimento pela imprensa. Com o projeto, nós vamos poder controlar a mudança acionária das empresas que porventura queiram investir no Brasil, para ver se elas são de interesse nacional ou não, garantindo a nossa soberania." A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, afirmou que o governo já estuda desdobramentos para o setor de mineração independentemente da votação do projeto no Senado. “Nós já tivemos um passo importante, que foi a aprovação do PL na Câmara. Dependemos da aprovação no Senado, mas já estamos caminhando para o desdobramento que é possível o governo brasileiro fazer, independentemente da aprovação final do projeto de lei no Congresso Nacional." A reunião também discutiu parcerias internacionais, capacidade tecnológica e instrumentos de financiamento. O presidente Lula sugeriu a criação de um conselho especial, responsável por monitorar contratos, acordos e parcerias internacionais que envolvam o fornecimento desses minerais críticos. Ele também disse que o Brasil não quer ser apenas exportador de matéria-prima. “Nós não queremos ser vendedores de matéria-prima. Nós queremos ser exportadores de inteligência, de conhecimento." A avaliação do governo é a de que o país pode precisar de auxílio tecnológico na exploração desses mineirais, mas defende a soberania sobre a produção e o beneficiamento dos minerais críticos. Fonte: Rádio Agência Nacional

  • Dino determina bloqueio de R$ 119 milhões de Valdemar da Costa Neto

    © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Decisão é desdobramento da Operação Transparência, da Polícia Federal O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou, nesta sexta-feira (10), o bloqueio de R$ 119 milhões de bens do presidente do PL, Valdemar da Costa Neto. A decisão é um desdobramento da Operação Transparência, da Polícia Federal (PF), que apura desvios na destinação de emendas parlamentares. Segundo a investigação, Costa Neto, mesmo sem mandato de deputado, teria atuado na indicação de emendas parlamentares com apoio de três servidores da Câmara. A apuração da PF indica que, como presidente do Partido Liberal, Valdemar direcionava recursos das emendas como se fossem de sua cota pessoal. Os recursos eram solicitados falsamente por deputados federais para conferir legalidade às indicações. O dinheiro foi para as áreas de saúde, cidades e turismo e foi destinado, em sua maioria, para municípios paulistas. Segundo a investigação, houve um alinhamento entre servidores para contemplar uma pessoa que não pertence ao parlamento com emendas de forma ilegal. Flávio Dino decidiu ainda pela suspensão imediata da execução de todas das emendas indicadas por Valdemar da Costa Neto. A Câmara dos Deputados deve enviar ao STF todos os documentos de tramitação interna das emendas identificadas no processo. Defesa Em nota, a defesa de Valdemar da Costa Neto nega a prática de qualquer crime. Diz ainda que é natural e legítimo que um presidente partidário dialogue com parlamentares, defenda prioridades pragmáticas, articule interesses nacional e regionais e influencie politicamente sua bancada. Os advogados afirmam ainda que tomarão as medidas cabíveis para demonstrar a improcedência das imputações contra o presidente do PL. Fonte: Rádio Agência Nacional

  • Flávio critica decisão de Dino contra Valdemar: ‘Perseguição precisa parar’

    Flávio Bolsonaro durante coletiva de imprensa - Bruno Peres/Agência Brasil Nesta sexta (10), o ministro do STF determinou o bloqueio de R$ 119,2 milhões em bens do presidente do PL O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro comentou nesta sexta-feira (10) que é “perseguição” a decisão de Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre determinar o bloqueio de R$ 119,2 milhões em bens do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. “Essa perseguição precisa parar”. A medida foi tomada no âmbito da investigação que apura um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares revelado a partir dos desdobramentos da Operação Transparência, da Polícia Federal (PF). “Lamentável ver a PF atuando de forma seletiva para constranger um adversário político do atual governo. A Polícia Federal, que diz não ter efetivo, nem recursos para investigar as denúncias contra Lulinha, filho do presidente Lula, mais uma vez mobiliza recursos para atacar adversários do presidente”, disse Flávio. Flávio afirmou que tem certeza que o presidente do PL vai ter explicações para o caso. “Tenho certeza que o presidente Valdemar saberá dar todas as respostas aos pontos levantados”, escreveu. Ele disse ainda que, como o presidente do maior partido do Brasil, é “natural” que Valdemar atue politicamente junto a deputados federais, “em especial os do próprio PL”. Determinação do STF Na decisão, Dino afirma haver “veementes indícios” de que Valdemar, mesmo sem exercer mandato parlamentar, teria atuado diretamente na definição do destino de recursos públicos, utilizando servidores da Câmara dos Deputados para operacionalizar as indicações. Segundo o ministro, as investigações apontam para um “arranjo decisório paralelo” na distribuição das emendas. A Jovem Pan teve acesso à íntegra da decisão, que cita planilhas, conversas por aplicativos de mensagens e documentos apreendidos pela Polícia Federal. O material, segundo o STF, indica que servidores tratavam internamente de “emendas do Valdemar”, organizavam planilhas, negociavam valores e registravam outros deputados como autores formais das indicações para ocultar o verdadeiro interessado. De acordo com a investigação, pelo menos 21 emendas parlamentares, que somam R$ 119,2 milhões, teriam sido direcionadas dessa forma. Para Dino, há indícios de peculato-desvio e de burla às regras de transparência e rastreabilidade impostas pelo Supremo após os julgamentos sobre o orçamento secreto. Na decisão, o ministro afirma que “o orçamento público não pode ser tratado como patrimônio privado” de partidos políticos ou de seus dirigentes. Além do bloqueio patrimonial, o ministro determinou a suspensão da execução das emendas investigadas e requisitou à Câmara dos Deputados toda a documentação sobre a tramitação desses recursos para aprofundar as investigações. Nota do Valdemar A defesa de Valdemar Costa Neto, emitiu um pronunciamento também nesta sexta se declarando surpresa com a decisão do ministro do STF Flávio Dino, que determina o bloqueio de R$ 119,2 milhões em bens por suspeita de desvio de emendas. De acordo com os advogados do político, a decisão do STF parte de “premissas frágeis, inferências subjetivas e de uma indevida criminalização da atividade político-partidária”, o que criminaliza a articulação do partido. Valdemar nega que tenha cometido qualquer tipo de crime e afirma que não há provas de que ele tenha participado de esquemas criminosos, justificando que as articulações pelas quais é investigado são legítimas do funcionamento partidário no sistema democrático. “É natural e legítimo, no sistema democrático, que um presidente partidário dialogue com parlamentares, defenda prioridades programáticas, articule interesses nacionais e regionais e influencie politicamente sua bancada. Nada há de criminoso nisso”, disse a nota. De acordo com o presidente do PL, sua atuação político-partidária só poderia ser penalizada se houvessem provas de que cometeu fraude com as contas públicas, o que ele nega e afirma não haver indícios de que tenha obtido qualquer vantagem pessoal. A defesa do político salienta que o bloqueio foi decidido com base em suposições sem nenhuma base concreta. Fonte: Jovem Pan

  • Valdemar Costa Neto diz ter preferência por Tereza Cristina para vice de Flávio

    Valdemar Costa Neto - Reprodução/Youtube/JovemPanNews O presidente do PL deu declaração em entrevista exclusiva ao 3 em 1, da Jovem Pan O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse nesta sexta-feira (10) ter preferência pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) para ser vice do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração foi dada em entrevista exclusiva ao 3 em 1, da Jovem Pan. Valdemar afirmou que Tereza Cristina e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro são as duas mulheres que “mais têm prestígio no Brasil hoje”. Entretanto, ponderou que a decisão final do nome para fechar a chapa cabe ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a Flávio. O presidente do PL expôs também que essa decisão pode não ser tomada antes da convenção que lançará a candidatura de Flávio ao Palácio do Planalto, em 25 de julho. Fonte: Jovem Pan

  • Arma nunca chegou às mãos de Bolsonaro, apesar de registrada em seu nome, diz PF

    Espingarda do Bolsonaro - Imagem de arquivo/Jovem Pan A reportagem apurou que a espingarda foi doada a Bolsonaro em agosto de 2021, durante uma feira do segmento em Joinville, Santa Catarina A Polícia Federal apreendeu, em 9 de julho, uma espingarda registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, em cumprimento a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, na Execução Penal nº 169. Um relatório de diligência detalha como a arma foi localizada em um apartamento em Cachoeirinha (RS), confirmando o que a Jovem Pan já havia antecipado sobre a dinâmica da entrega. A reportagem apurou que a espingarda foi doada a Bolsonaro em agosto de 2021, durante uma feira do segmento em Joinville, Santa Catarina. Apesar da doação, o ex-presidente nunca teve contato com o equipamento, que permaneceu todo esse tempo na posse do doador. Segundo o relatório da PF, a arma, marca Maestro Arms Company, modelo AR-05-16, calibre 12, estava registrada em nome de Bolsonaro desde 2022, mas nunca saiu fisicamente da posse do antigo dono. A transferência ocorreu apenas no sistema de controle de armas, sem que a tradição física do bem se concretizasse. Foi o o antigo dono quem procurou a PF por WhatsApp em 8 de julho, alegando não ter mais autorização para transportar a arma até a corporação. Ele pediu que uma equipe fosse até sua casa receber a entrega voluntária, marcada para as 15h do mesmo dia. A diligência foi autorizada pelo superintendente da PF no RS, Alessandro Maciel Lopes, e chefiada pelo delegado Alexandre Lourenço Pauli. Segundo o relatório, o antigo proprietário recebeu os policiais de forma colaborativa e assinou termo de consentimento de busca. A arma foi encontrada em um estojo rígido, com carregadores sem munição, customizada com as cores da bandeira nacional e a inscrição “Ordem e Progresso”. O armamento foi levado à sede da PF no Rio Grande do Sul, onde permanece sob custódia, à disposição do STF. Fonte: Jovem Pan

  • Pai que chutou filha no PR é suspeito de agredir enteado de 5 anos

    Pai agride filha de 3 anos com chute - Reprodução/Redes Sociais Violência teria ocorrido semanas antes; investigação aponta que o menino pode ter sido atingido no rosto com algum objeto O homem que agrediu a filha de três anos com um chute no rosto em Francisco Beltrão, no Paraná, também é suspeito de cometer violência física contra o enteado, um menino de cinco anos, informou nesta quinta-feira (9) um dos delegados responsáveis pelo caso, Ricardo Moraes. Segundo Moraes, as agressões teriam ocorrido algumas semanas antes do chute na criança mais nova, que foi gravado por uma câmera de segurança na rua em que andavam. A suspeita é de que o menino tenha sido atingido no rosto com um cinto ou um pedaço de madeira e o garoto ainda teria algumas marcas, cujas provas foram incluídas no inquérito. A reportagem não localizou a defesa do pai, que não teve a identidade revelada. “Há indícios de que aquela agressão não foi a única e tampouco só contra a menina. O outro menino, que seria enteado dele, também já teria sofrido algumas agressões pretéritas. Todo esse contexto foi levado ao conhecimento do Ministério Público e do Poder Judiciário, que expediu o mandado de prisão”, afirmou o delegado Ricardo Moraes em entrevista coletiva. O suspeito foi preso definitivamente ainda nesta quinta-feira (9). Entenda o caso A Polícia Civil do Paraná investiga um homem que foi filmado agredindo a própria filha, de 3 anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do estado. O caso aconteceu no último domingo (5) e ganhou repercussão após imagens de câmeras de segurança circularem nas redes sociais. As gravações mostram o homem caminhando com a menina e outro filho, de 5 anos. Em determinado momento, ele desfere um chute na criança, que cai no chão. Logo depois, um terceiro homem tenta intervir, mas é confrontado pelo pai. A mãe das crianças tomou conhecimento da agressão ao ver o vídeo compartilhado nas redes sociais e registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (7). Em resposta à Jovem Pan, a Polícia Civil informou que o investigado compareceu à unidade policial e foi ouvido na tarde de quarta-feira (8). Ele confirmou a agressão e alegou que foi motivado pelo choro da criança, porém disse não se recordar completamente dos fatos. Além disso, a Polícia confirmou que segue com a oitiva de testemunhas e está em busca de mais imagens de câmeras de videomonitoramento de todo o trajeto percorrido pelo suspeito e pelas crianças. A vítima foi submetida a exame de lesão corporal e a PCPR também aguarda a conclusão do laudo pericial. Como não houve prisão em flagrante, o investigado foi liberado após ser ouvido. De acordo com o delegado Anderson Andrei, foi instaurado um inquérito e o homem responderá pelo crime de lesão corporal. *Com informações do Estadão Conteúdo Fonte: Jovem Pan

  • STF conclui julgamento sobre revisão da vida toda no INSS; entenda o caso

    Prédio do INSS - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O placar da votação foi de 7 votos a 3 para rejeitar pedidos feitos pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) em favor dos aposentados O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira, 9, o julgamento sobre a chamada “revisão da vida toda” do INSS para quem havia pleiteado o recálculo da aposentadoria em um período específico. A Corte já havia decidido contra a tese em junho, no plenário virtual, e agora considera o caso como “transitado em julgado” – ou seja, finalizado e com baixa no sistema. O placar da votação foi de 7 votos a 3 para rejeitar pedidos feitos pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) em favor dos aposentados. A organização tentava reverter decisão contrária à revisão ou ao menos garantir o pagamento para parte dos beneficiados. A tese da “revisão da vida toda” buscava incluir, no cálculo dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), os salários anteriores a julho de 1994, quando foi implantado o Plano Real. Entenda idas e vindas O Supremo foi favorável à tese da revisão em dezembro de 2022. Contudo, em abril de 2024, a Corte decidiu afastar sua aplicação, frustrando a expectativa de aposentados e pensionistas. A mudança de posição foi no julgamento de outra ação, que tratava sobre o fator previdenciário. Na ocasião, os ministros decidiram que a regra que conta os salários a partir de 1994 é obrigatória e os aposentados não podem escolher o cálculo mais favorável. O caso tem grande relevância fiscal para a União, que estimou impacto de até R$ 480 bilhões para as contas públicas caso o Supremo concordasse com a revisão dos benefícios. O Supremo também já decidiu que os segurados não deverão devolver benefícios pagos com base na “revisão da vida toda” até 5 de abril de 2024 – data em que o Supremo decidiu derrubar a tese. Os honorários e custas judiciais das ações até aquela data também não poderão ser cobrados. Fonte: Jovem Pan

  • Rumble ganha mais tempo para se defender em processo contra Moraes nos EUA

    A AGU conquistou em junho o direito de o Brasil atuar como parte no processo contra o ministro - Reprodução / X / @ChrisPavlovski A magistrada Mary Stenson Scriven manteve pendente a análise do pedido de extinção da ação A Justiça dos Estados Unidos deu às empresas Rumble e Trump Media até o dia 14 de julho para que elas se manifestem sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para extinguir a ação movida contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão da juíza Mary Stenson Scriven, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Central da Flórida, atendeu ao pedido das empresas para aumentar o prazo anterior, que se encerraria no dia 7. A magistrada manteve pendente a análise do pedido de extinção da ação e afirmou que eventuais questões sobre a atuação do Brasil no processo poderão ser tratadas pelas empresas em sua resposta. A AGU conquistou em junho o direito de o Brasil atuar como parte no processo contra o ministro. Segundo o órgão, a ação é, em última análise, “uma tentativa de ofensa à soberania nacional e à independência do Poder Judiciário brasileiro”. A juíza negou, então, o pedido da Rumble e da Trump Media para que Moraes fosse julgado à revelia, sem que tivesse se manifestado nos autos. O magistrado é alvo das empresas por ter determinado remoções de conteúdo e perfis nessas redes sociais. As plataformas acusam Moraes de violar a soberania americana e a Primeira Emenda da Constituição do país, referente à liberdade de expressão. Também alegam que as determinações do ministro contrariam leis americanas relacionadas à atuação de plataformas digitais e interferem nas atividades comerciais das empresas nos EUA. Após obter autorização para intervir no caso, a AGU passou a pleitear a extinção do processo. Um dos argumentos é que a ação é movida contra um juiz brasileiro por decisões que ele proferiu no exercício da função, o que faz do Brasil a verdadeira parte interessada no processo. A Advocacia-Geral da União também alega que os fatos não se enquadram nas exceções que permitem aos Estados Unidos processarem um Estado estrangeiro (Lei de Imunidades Soberanas Estrangeiras, FSIA na sigla em inglês). A ação judicial foi aberta no ano passado como mais uma medida contra o ministro em meio ao julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. Na época, o governo do presidente Donald Trump também suspendeu o visto do ministro e aplicou sanções financeiras com base na Lei Magnitsky, criada para punir terroristas e ditadores, bloqueando seu acesso ao sistema financeiro dos EUA. Fonte: Jovem Pan

  • Passageiro é parcialmente sugado por janela de avião após decolagem na Grécia

    Ryanair - Portuguese Gravity/Unsplash Pessoas que estavam sentadas próximas conseguiram puxá-lo de volta para dentro da aeronave Um passageiro foi parcialmente sugado por uma janela de um avião logo após a decolagem nesta sexta-feira (10) durante um voo da Ryanair entre a Grécia e a Alemanha. Pessoas que estavam sentadas próximas conseguiram puxá-lo de volta para dentro da aeronave. Segundo um representante de um hospital grego, o homem, de 61 anos, foi atendido com lesões no pescoço e no ombro, além de queimaduras provocadas pelo atrito. O funcionário falou sob condição de anonimato porque não estava autorizado a comentar o caso publicamente. O voo partiu pela manhã de Tessalônica, no norte da Grécia, com destino a Memmingen, cidade próxima a Munique, na Alemanha, e era operado pela Malta Air, subsidiária da Ryanair. Em nota, a companhia aérea informou que a aeronave “retornou a Tessalônica logo após a decolagem, depois que a janela de um passageiro se desprendeu durante o voo”. Ainda segundo a empresa, o pouso ocorreu normalmente e os passageiros desembarcaram de volta no terminal. Um dos ocupantes recebeu atendimento médico em solo, em Tessalônica. Posteriormente, uma aeronave substituta foi disponibilizada para concluir a viagem até a Alemanha. Passageiros relataram à imprensa grega que ouviram um forte estrondo, as máscaras de oxigênio foram acionadas e o avião começou a perder altitude. Uma passageira identificada apenas como Christina contou a uma rádio de Tessalônica que houve pânico a bordo e que um dos ocupantes foi parcialmente sugado pela janela. “A cabeça, o pescoço e os ombros dele” ficaram para fora da aeronave, afirmou ela, acrescentando que passageiros que estavam ao lado conseguiram puxá-lo de volta. “A maioria das pessoas estava dormindo, com os olhos fechados. Ouvimos um barulho que parecia um pneu estourando, mas muito mais alto”, relatou. “Percebemos imediatamente que a cabine havia perdido pressão, porque o avião começou a perder altitude. Houve gritos, berros e muita confusão.” A aeronave envolvida no incidente era um Boeing 737-800, modelo com capacidade para até 189 passageiros. Segundo o site de monitoramento de voos Flightradar24, o avião foi entregue novo à Ryanair em 2008. De acordo com os registros de voo do Flightradar24, cerca de seis minutos após a decolagem a aeronave alcançou mais de 15 mil pés (4.570 metros) de altitude e, em seguida, iniciou uma descida imediata até aproximadamente 6 mil pés (1.830 metros). O avião permaneceu voando por cerca de 30 minutos para consumir combustível antes de retornar a Tessalônica aproximadamente uma hora após a decolagem. Fonte: Jovem Pan

  • EUA aplicam novas sanções contra Irã por ataques a navios no Estreito de Ormuz

    Os Estados Unidos penalizou empresas ligadas a bancos iranianos sancionados e ao líder supremo do país - Pexels Banqueiro iraniano, donos de casas de câmbio e empresas foram alvo de punições econômicas do Departamento do Tesouro norte-americano O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (10) a aplicação de sanções econômicas contra cidadãos e empresas iranianas. O órgão norte-americano disse ter adotado a medida após a “retomada de ataques do Irã contra navios no Estreito de Ormuz”. Um dos sancionados é o banqueiro e empresário iraniano Ali Ansari. O Departamento do Tesouro alegou que ele “supervisiona uma extensa rede global de ativos que beneficiam o líder do Irã, Mojtaba Khamenei, e outras elites do regime”. “Ansari institucionalizou, na prática, o desfalque em larga escala dentro do regime iraniano, desviando recursos públicos para um amplo portfólio de imóveis e participações comerciais no exterior, enriquecendo a si mesmo, as elites do regime — incluindo figuras importantes do Gabinete do Líder Supremo — e a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC)”, afirmou o órgão norte-americano. Também foram sancionados: Mohammad Darbani; Shokufeh Rostam Abadi; Zahra Sarshari; Ahmad Navai Lavasani; Amir Navai Lavasani; Mohsen Khandan; Ali Asghar Khandan. Eles são donos de casas de câmbio que também sofreram punições econômicas dos Estados Unidos nesta sexta-feira. Segundo o Departamento de Tesouro, a Mohammad Darbani and Partners Exchange General Partnership Company teria facilitado transações e movimentado centenas de milhões de dólares em moeda estrangeira em nome de bancos iranianos sancionados. Já a Lavasani and Partners General Partnership Company e a Mohsen Khandan and Partners General Partnership Company teriam firmado contratos com bancos do Irã penalizados economicamente por Washington. “Essas casas de câmbio movimentam e administram o equivalente a bilhões de dólares anualmente em nome de bancos iranianos sancionados, que realizam transações por meio de vastas camadas de empresas de fachada que ocultam as partes comerciais iranianas sancionadas que, em última instância, estão por trás dessas transações”, disse o Departamento do Tesouro. Também foram alvo de sanções nesta sexta a CDM Trading Limited, com sede em Hong Kong, que teria sido usada como empresa de fachada para casas de câmbio iranianas fazerem transações financeiras. Da mesma forma, a Naba Alzaki Raw Materials Trading LLC, sediada nos Emirados Árabes Unidos, seria utilizada pela Mohsen Khandan and Partners General Partnership Company como parte da rede ligada ao líder supremo do Irã. Fonte: Jovem Pan

  • Trump diz que cessar-fogo terminou, mas aceita negociar com o Irã

    Ambos os lados se agrediram em diversas ocasiões nesta semana - SAUL LOEB / AFP O presidente também acusou os iranianos de deturpar repetidamente o que foi acordado no protocolo O presidente Donald Trump disse, nesta sexta-feira (10), que os Estados Unidos aceitaram continuar as negociações com o Irã, mas reiterou que o cessar-fogo entre os dois países chegou ao fim. O cessar-fogo de 8 de abril pôs fim a semanas de guerra que se seguiram ao ataque israelense-americano ao Irã, que desencadeou o conflito em 28 de fevereiro, mas foi marcado por repetidos confrontos de menor intensidade. “O Irã nos pediu que continuássemos as ‘conversas’. Nós aceitamos fazer isso, mas os Estados Unidos informaram, sem margem para dúvidas, que o cessar-fogo TERMINOU”, afirmou Trump em sua plataforma Truth Social. Durante a cúpula da Otan em Ancara, no início desta semana, Trump afirmou que, no que lhe dizia respeito, o cessar-fogo de abril havia terminado e chamou as autoridades iranianas de “lixo” e “doentes”. O presidente também acusou o Irã de deturpar repetidamente o que foi acordado no protocolo do acordo assinado entre Washington e Teerã em 17 de junho, que reafirmou o cessar-fogo de abril. O presidente americano também disse em Ancara que conversaria com seu enviado especial, o empresário Steve Witkoff, e com seu genro, Jared Kushner, que têm negociado com os iranianos, mas insistiu que cabe a Teerã retornar à mesa de negociações. Ambos os lados se agrediram em diversas ocasiões nesta semana: Teerã alvejou navios mercantes e Washington realizou ataques aéreos retaliatórios, enquanto o Irã atacou alvos americanos em países do Oriente Médio com drones e mísseis. Fonte: Jovem Pan

  • Delcy Rodriguez agradece a Lula pela ajuda enviada à Venezuela após terremotos

    Lula se disponibilizou a continuar dando auxílio para a Venezuela diante da crise humanitária - FEDERICO PARRA / AFP Brasil já deslocou para o país caribenho seis aeronaves com 60 toneladas de suprimentos O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone nesta sexta-feira (10) com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez. No telefonema, Delcy agradeceu a Lula pela ajuda humanitária após os graves terremotos que assolaram o país no dia 24 de junho. “Durante a conversa, os dois líderes trataram das perdas humanas e materiais provocadas pelos graves terremotos ocorridos em 24 de junho. A presidenta Delcy agradeceu a ajuda humanitária enviada pelo Brasil e informou que as buscas pelas vítimas seguem em curso, bem como as ações de assistência à população afetada”, disse a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), em nota. Ainda segundo a Secom, Lula se disponibilizou a continuar dando auxílio para a Venezuela diante da crise humanitária. Desde os terremotos, já foram deslocadas para o país caribenho seis aeronaves com 60 toneladas de suprimentos, além de medicamentos, um hospital de campanha, bombeiros, militares e técnicos da Defesa Civil e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “Ao reiterar a solidariedade do povo e do governo brasileiros, o presidente Lula reafirmou a disposição do Brasil de continuar contribuindo para os esforços de reconstrução e para apoiar a população venezuelana neste momento de adversidade”, declara a nota da Secom. Segundo balanço desta quinta-feira (9), os terremotos deixaram 3.889 mortos, 16.740 feridos e 17.907 desalojados, além de milhares de desaparecidos. Os sismos do dia 24 tiveram níveis de 7.2 e 7.5 na escala Richter. Fonte: Jovem Pan

  • Adriane processa Érika Hilton por crítica à lei que proíbe trans em banheiro

    Publicação da deputada federal Érika Hilton (PSOL) à legislação de Campo Grande que proíbe mulheres trans de usarem banheiros femininos (Foto:Reprodução) Juiz negou o pedido para tirar do ar a publicação da deputada federal A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), entrou na Justiça contra a deputada federal Érika Hilton (PSOL) após publicação da parlamentar criticando a lei campo-grandense que proíbe mulheres trans de usarem o banheiro feminino. Na liminar, a progressista pediu o arquivamento da publicação e indenização de R$ 15 mil por danos morais. No final da manhã desta quinta-feira (9), o juiz de Direito da 12ª Vara Cível de Campo Grande, Marcus Abreu de Magalhães, negou o pedido de retirada imediata das críticas porque o processo está no início e não houve manifestação da deputada federal. O juiz ainda determinou a realização de audiência de conciliação, marcada para a próxima quinta-feira (16), às 13h. Segundo o despacho, a sessão será por videoconferência. As críticas foram publicadas no dia 5 de maio, duas semanas depois da sanção da legislação, quando Érika acionou a PGR (Procuradoria-Geral da República) apontando a inconstitucionalidade da mudança. Nas redes sociais, a parlamentar acusou a prefeita de ser investigada por corrupção, ser impopular e liderar o ranking das piores prefeituras do Brasil. No pedido protocolado nesta segunda-feira (6), a prefeita aponta que a publicação não tinha o objetivo de informar, "mas sim de alterar a realidade dos fatos, cujo único intuito é tentar execrar publicamente [sua] imagem". Segundo o documento, a progressista ainda chegou a expedir uma notificação extrajudicial, dando prazo de 72 horas para a deputada apresentar todos os documentos, provas, decisões judiciais ou administrativas sobre as acusações. A defesa afirmou que após o prazo houve a deputada se manteve "absoluto silêncio". "Não apresentando qualquer elemento comprobatório, não retificando as informações divulgadas e tampouco removendo ou arquivando as publicações, que permanecem ativas até a presente data, continuando a causar danos à imagem e à honra da [prefeita] a cada momento que se passa", diz a petição. Desde maio, a publicação teve 60.800 curtidas, 3.376 comentários, 4.740 compartilhamentos e 3.422 envios diretos. Ao Campo Grande News, a deputada federal classificou o pedido da prefeita como uma tentativa de censura e afirmou que as críticas que fez à gestão em maio foram baseadas em dados, informações e levantamentos disponíveis ao público geral. Fonte: Campo Grande News

  • Gaeco e Segurança Pública se calam sobre ordem de prisão para Neno Razuk

    Ex-deputado estadual, Neno Razuk teve prisão decretada pela Justiça. (Foto: Divulgação) Justiça decretou medida após político perder mandato na Assembleia Legislativa O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e a Segurança Pública se calaram sobre a decretação da prisão do ex-deputado estadual Roberto Razuk Filho (PL), o Neno Razuk. O ex-parlamentar tem endereço em Campo Grande, no Residencial Damha III, apesar da família ser de Dourados, onde mãe e pai de Neno vivem. Também não há informações se ele está em Mato Grosso do Sul. Desde ontem (dia 8), o Campo Grande News questiona quem vai cumprir a ordem de prisão e se o ex-deputado já é considerado foragido. A resposta foi o silêncio. A reportagem enviou os questionamentos para o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), ao qual o Gaeco é vinculado, à Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública), Polícia Civil e Polícia Militar. O Gaeco tem uma força policial própria e, nesses casos, costuma cumprir as ordens de prisão. Mas nem em Dourados, nem em Campo Grande há qualquer informação sobre tentativa de prender Neno. Apenas a Polícia Civil de Dourados falou sobre o caso, informando que "como a investigação é do Gaeco, estamos a disposição caso seja necessário apoio. Mas está a cargo do Gaeco o cumprimento". A defesa disse nesta quinta-feira (dia 9) que chegou a ir pessoalmente ao Gaeco, mas ainda não há informações sobre o pedido e a decretação da prisão. “A defesa ainda não teve acesso nem ao pedido, nem ao decreto prisional nos autos do processo. A gente continua aguardando para definir quais medidas serão tomadas ou para fazer qualquer declaração a respeito”, diz o advogado Roberto Razuk Neto, filho do ex-deputado. Alvo de fases da Operação Successione desde dezembro de 2023, Neno Razuk já foi condenado em primeira instância a 15 anos, 7 meses e 15 dias de prisão por organização criminosa armada, roubo majorado e exploração do jogo do bicho, mas recorria em liberdade. Em maio, após recontagem de votos pela Justiça Eleitoral, Neno perdeu a cadeira na Assembleia Legislativa. Sem o cargo, ele deixou de ter as proteções institucionais de deputado estadual. Dentre elas, o foro por prerrogativa de função, quando determinadas autoridades são julgadas diretamente por tribunais em casos ligados ao exercício do cargo. Além da condenação, o ex-deputado estadual é réu na quarta fase da Successione, que foi realizada em 25 de novembro de 2025. A ação prendeu Roberto Razuk, Jorge Razuk Neto e Rafael Godoy Razuk. O primeiro é o pai de Neno, enquanto os outros dois são irmãos. Segundo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o trio forma o núcleo duro da organização A Successione investiga os crimes de organização criminosa, roubo, corrupção passiva e ativa, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro e contravenção penal de estabelecimento e exploração de jogos de azar. Durante as diligências, foram apreendidas mais de 700 máquinas de apostas, armas de fogo, munições e mais de R$ 270 mil em dinheiro. Documentos financeiros também indicam a aquisição de bens móveis e imóveis em nome de terceiros como estratégia para ocultar a origem dos recursos. A primeira fase da operação foi deflagrada pelo Gaeco em 5 de dezembro de 2023, após disputa pelo jogo do bicho em Campo Grande. O ex-deputado estadual sempre negou envolvimento com o crime. Fonte: Campo Grande News

  • Relatório preliminar aponta perda de controle em avião que caiu em Campo Grande

    Destroços de avião em área de mata próximo ao Aeroporto Santa Maria (Foto: Juliano Almeida) Documento do Cenipa indica que aeronave ficou instável durante a subida após a decolagem O relatório preliminar divulgado pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) sobre a queda do avião que matou o piloto Henrique Martin e a pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff aponta que a aeronave perdeu o controle ainda nos primeiros instantes do voo, durante a fase de subida. O documento foi disponibilizado nesta quinta-feira (9) no portal da Aeronáutica e representa a primeira manifestação oficial do órgão responsável pela investigação técnica do acidente ocorrido na última sexta-feira (3), em uma área de mata próxima ao Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande. Conforme o reporte, o bimotor decolou do Aeródromo Estância Santa Maria com destino à Fazenda Barranco Alto, em Aquidauana, transportando um piloto e um passageiro. Durante a subida inicial, a aeronave perdeu o controle em voo e colidiu contra o solo. Equipes no Cenipa fazendo estudos no local (Foto: Maya Severino) O Cenipa classificou a ocorrência inicialmente como perda de controle em voo, categoria utilizada em investigações aeronáuticas para acidentes em que a aeronave deixa de responder de forma controlada durante o voo. Apesar da classificação, o órgão ressalta que o reporte preliminar não apresenta conclusões sobre as causas do acidente. O próprio documento destaca que os trabalhos de investigação continuam em andamento e que as informações podem ser alteradas até a divulgação do relatório final. A investigação busca identificar quais fatores contribuíram para a perda de controle da aeronave. Entre as hipóteses já levantadas nos primeiros dias após a queda estão as condições meteorológicas registradas no momento do voo, mas nenhuma delas foi confirmada até agora. Motor do avião ainda está sendo avaliado (Foto: Maya Severino) O relatório também informa que o avião, um bimotor Neiva EMB-810D fabricado em 1983, ficou destruído com o impacto. As duas pessoas que estavam a bordo morreram no local. Paralelamente à apuração do Cenipa, a Polícia Civil também acompanha o caso. Nos próximos meses, os investigadores devem analisar os destroços da aeronave, registros operacionais, condições climáticas e demais elementos capazes de esclarecer o que provocou a perda de controle logo após a decolagem. Fonte: Campo Grande News

  • Operaçãor busca 4º membro da família Jafar; mãe e 2 filhos já estão presos

    Da esquerda para a direita, Olívia, Giovanni, Felipe e Rossana Jafar, outro núcleo familiar preso na operação (Foto: Reprodução das redes sociais) Giovanni Paroschi e o estrategista educacional Heyder Bartz continuam com mandados de prisão preventiva Operação Gutenberg, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na terça-feira (7), continua à procura de Giovanni Paroschi Jafar, que se tornou o quarto integrante da família Paroschi Jafar alvo da investigação. Além dele, também permanece com mandado de prisão preventiva pendente de cumprimento o estrategista educacional Heyder Bartz, conforme consulta ao BNMP (Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões). Com Giovanni, quatro integrantes da mesma família passaram a figurar entre os investigados na operação. Já foram presos a cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar e os filhos Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar. Giovanni é o único membro da família que ainda não foi localizado pelas autoridades. Conforme apurado pelo Campo Grande News, Giovanni Paroschi Jafar é sócio-administrador da Bold Tech Ltda, empresa sediada na Rua Antônio Maria Coelho, em Campo Grande, cuja atividade principal cadastrada é a impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas. O outro investigado que ainda não teve o mandado cumprido é Heyder Bartz, que se apresenta nas redes profissionais como estrategista educacional e diretor executivo de projetos voltados à área de educação. Em seu perfil público, afirma atuar na liderança de iniciativas que unem inovação, desenvolvimento de metodologias e mentorias. Os mandados de prisão preventiva contra Giovanni e Heyder foram expedidos pelo Núcleo de Garantias de Campo Grande e constam no BNMP com pendência de cumprimento desde 24 de junho de 2026. Na decisão que autorizou as prisões, o Judiciário considerou haver indícios suficientes da participação dos investigados nos crimes apurados, entendendo que a medida é necessária para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal. A Operação Gutenberg foi deflagrada para cumprir 16 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho, além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO). Até a tarde de quarta-feira (8), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul informou que as ordens judiciais ainda não haviam sido integralmente cumpridas. Entre os presos identificados estão o ex-coordenador estadual de Regulação Assistencial Ed Carlo Britto Burgatt, a filha dele Jessyka Duarte Burgatt, a cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar, os filhos Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar, o empresário Joatan Gomes Peixoto, proprietário da Editora Avante, o filho dele Matheus Oliveira Peixoto, Francisco Anizio dos Santos, Paulo Rogério de Melo e o filho Douglas Henrique de Melo, além dos advogados Geancarlos Leal de Freitas e Gabriel Taquino de Paula. Fonte: Campo Grande News

  • Adriane Lopes assina convênio do ‘Vira CG Saúde’ com Hospital São Julião nesta quinta

    Prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP). (Foto: Arquivo Midiamax) Parceria soma mais de 1,4 mil procedimentos realizados na rede pública de Campo Grande A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), participa nesta tarde de quinta-feira (9) da cerimônia de assinatura do convênio do programa ‘Vira CG Saúde’ com o Hospital São Julião. O evento será realizado na própria unidade, localizada na Rua Lino Villacha, nº 1250, no bairro Nova Lima, região norte da Capital. A iniciativa faz parte da estratégia da Prefeitura para ampliar o acesso a procedimentos especializados e agilizar os fluxos de atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde) municipal, com foco em maior resolutividade. De acordo com o Executivo, o hospital já iniciou os atendimentos por meio do programa, e os números apresentados até o momento são expressivos. Foram realizados mais de mil procedimentos oftalmológicos, entre cirurgias de catarata e correção de estrabismo. Na área de cirurgia geral, já se somam mais de 400 procedimentos, incluindo colecistectomias e herniorrafias. Também foram feitas 70 postectomias. O ‘Vira CG Saúde’ busca reduzir filas de espera e levar atendimento especializado para mais perto da população, utilizando a capacidade instalada de hospitais parceiros da rede. Fonte: Midiamax

  • Pontes destruídas por enchentes em MS vão custar mais de R$ 2 milhões ao Estado

    Ponte foi levada pelo rio após chuvas intensas. (Reprodução) Mato Grosso do Sul dispensou licitação para a contratação das empresas responsáveis pelas obras A reconstrução de três pontes de madeira, destruídas com as enchentes que atingiram as cidades de Corguinho e Rio Negro, em fevereiro deste ano, vai custar R$ 2,2 milhões ao Governo do Estado, de acordo com a publicação do DOE (Diário Oficial do Estado) desta quinta-feira (9). Entre as empresas contratadas para dar andamento às obras, no município de Corguinho, está a Construtora Buriti LTDA, que vai reconstruir uma ponte de 36 metros sobre o Rio Taboco por R$ 513.645,08, enquanto a Belter Construções e Transportes LTDA reerguerá outra de 44 metros, no mesmo rio, ao custo de R$ 1.176.999,55, ambas na rodovia MS-352. Na mesma estrada, mas já no município de Rio Negro, a Construtora Buriti fará uma ponte de 18 metros sobre o Córrego Santo Onofre, pelo valor de R$ 513.645,08. Conforma a publicação do DOE, na página 66, as estruturas danificadas afetam o escoamento da produção e o tráfego de moradores das regiões afetadas. Além disso, foi dispensada a licitação para as obras. Fonte: Midiamax

  • Secretaria cancela 16 inscrições de empresas na Capital e no interior de MS

    (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax) Suspensão impede operação no comércio e emissão de notas fiscais Em Mato Grosso do Sul, 16 empresas tiveram as inscrições estaduais canceladas pela Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda). A medida está publicada no DOE (Diário Oficial do Estado) desta quinta-feira (9). Esse cancelamento impede a operação no comércio, bem como a emissão de notas fiscais. Além disso, o empresário fica impedido de receber mercadorias de outros estados e usufruir de incentivos fiscais já concedidos. As empresas punidas estão em Campo Grande, Dourados, Ponta Porã e Bataguassu, atuando em ramos que vão desde a venda de sementes e cosméticos até eletrônicos e alimentos. Para se regularizar, o empresário deve acessar o sistema e-Fazenda, no site da Sefaz. A lista completa de empresas suspensas está disponível no DOE desta quinta, a partir da página 6 (clique aqui e acesse). Fonte: Midiamax

  • De roupas a perfumes, consumidor deve gastar até R$ 472 com presentes no Dia dos Pais

    Centro de Campo Grande. (Arquivo, Jornal Midiamax) Data deve movimentar R$ 339,2 milhões no comércio, a maior parte com comemorações O consumidor sul-mato-grossense deve gastar em média R$ 472,04 com presentes e comemorações do Dia dos Pais em 2026. É o que mostra pesquisa da Fecomércio-MS (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul) e do Sebrae-MS (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa de MS). A data deve movimentar aproximadamente R$ 339,22 milhões, 8% a mais que em 2025. Desse total, R$ 153,41 milhões serão em presentes. Quem pretende presentear o pai deve investir, em média, R$ 232,69. Já as comemorações da data devem movimentar R$ 185,80 milhões, com gasto médio de R$ 239,35 — 51,73% dos entrevistados disseram que irão comemorar. “Esse resultado confirma que o comércio sul-mato-grossense segue como um dos grandes motores da economia do Estado, mesmo em um cenário de cautela. O crescimento na intenção de consumo para o Dia dos Pais é uma ótima notícia para os empresários dos nossos 79 municípios e reforça a importância de datas comemorativas como essa para o faturamento do varejo local”, declarou o presidente da Fecomércio MS e conselheiro do Sebrae/MS, Juliano Wertheimer. Entre os que pretendem presentear, 74,75% afirmaram que irão contemplar o pai e 23,08% o esposo ou namorado. A compra presencial em loja física segue soberana: 73,33% dos consumidores pretendem adquirir os presentes dessa forma, enquanto 12,39% devem comprar de uma loja física por meio da modalidade on-line, e 12,21% pretendem fazer a compra on-line de um profissional autônomo. A maior fatia dos consumidores (44,39%) pretende gastar entre R$ 100 e R$ 200 com o presente, e os itens mais desejados são roupas (37,29%), calçados (22,26%) e perfumes/cosméticos (21,90%). A qualidade do produto (48,14%) e o benefício ou desconto no pagamento à vista (66,15%) aparecem como os principais fatores que definem a compra. A entrega pessoal do presente é amplamente preferida, citada por 92,31% dos entrevistados. Na comemoração, o hábito predominante é cozinhar em casa para a família (82,17%), com gasto médio previsto entre R$ 100 e R$ 200 para 33,67% dos entrevistados. “Quando se fala em Dia dos Pais, quase todo mundo pensa em presente, mas a maior movimentação da data está nas comemorações em família. Mais da metade dos consumidores pretende comemorar, a maioria dentro de casa, e isso muda a lógica da oportunidade para o pequeno negócio: supermercados, açougues, padarias, hortifrútis e lojas de bebidas podem crescer oferecendo kits prontos e soluções práticas para essa celebração”, avaliou o analista técnico do Sebrae-MS, Paulo Maciel. Fonte: Midiamax

  • Morto em confronto, ‘Moleque Conquista’ era suspeito de integrar facção criminosa em MS

    Leandro Tavares Nunes, de 34 anos, conhecido como 'Moleque Conquista' e 'X'. (Reprodução, Jornal da Nova) Leandro morreu em confronto com a PM em Nova Andradina durante onda de violência na cidade Leandro Tavares Nunes, de 34 anos, conhecido como “Moleque Conquista” e “X”, morreu em confronto com a equipe do 8º BPM (Batalhão da Polícia Militar), em Nova Andradina, a 298 quilômetros de Campo Grande, na tarde de quarta-feira (8). O confronto aconteceu durante onda de mortes violentas em meio a uma disputa entre facções criminosas em Nova Andradina. Em quatro dias, duas pessoas foram assassinadas, além do confronto que terminou com a morte de Leandro Tavares. Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, Leandro acumulava passagens por lesão corporal dolosa, ameaça, perseguição e injúria, todas no âmbito da violência doméstica. Ele também possuía passagens por tráfico de drogas e furto. Em março de 2014, “Moleque Conquista” foi preso por tráfico de drogas em uma quitinete no município de Batayporã. A PM (Polícia Militar) foi até a quitinete para averiguar uma denúncia de venda de drogas e encontrou porções de maconha, dinheiro e plásticos usados para embalar os entorpecentes. Anos depois, em 2022, Leandro foi capturado em decorrência de um mandado de prisão em Nova Andradina. A captura aconteceu no dia 17 de outubro, após a polícia tomar conhecimento de que o suspeito estaria envolvido em diversos crimes na cidade. Ele também foi apontado como membro de facção criminosa, de acordo com o Jornal da Nova. Na ocasião, Leandro estava acompanhado da esposa. Ele foi capturado e teve o celular apreendido, pois havia indícios de que o aparelho era usado para tratar assuntos do mundo do crime. Confronto As equipes do 8º BPM estavam em diligências na região do bairro Argemiro Ortega, quando tentaram abordar o suspeito, e ele fugiu pulando muros das residências. Em perseguição, “Moleque Conquista” teria sacado um revólver de calibre .38 e apontado em direção aos militares. Ele foi baleado e morreu no local. Diante dos fatos, a Polícia Civil e a perícia foram acionadas para os levantamentos. Após a onda de mortes violentas em meio a uma disputa entre facções criminosas, Nova Andradina recebe reforço policial, segundo o prefeito da cidade, Leandro Fedossi (PSDB). Fonte: Midiamax

  • Como funciona? Entenda o monitoramento dos patinetes elétricos em Campo Grande

    Patinetes elétricos estão espalhados pelo Centro de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio/Jornal Midiamax) Aparelhos contam com GPS e recebem manutenções de equipes Os patinetes elétricos compartilhados chegaram a Campo Grande na terça-feira (7) como novas opções de mobilidade urbana. Os veículos são disponibilizados para aluguel e passam pela fase de testes, limitados a bairros da região central da cidade. Nos primeiros dias, campo-grandenses avaliaram os patinetes como boas alternativas de baixo custo. No entanto, também começaram a surgir diversas dúvidas quanto à segurança, ao monitoramento e aos danos do patinete. O Jornal Midiamax acionou o suporte da JET Brasil, empresa responsável pelos aparelhos, que concedeu esclarecimentos sobre o funcionamento dos aparelhos elétricos. Como os patinetes são monitorados? No aplicativo da JET, cada patinete é numerado com seis dígitos que identificam os aparelhos. A localização deles é compartilhada no app para que os usuários possam encontrá-los para alugar. Já os patinetes que estão em uso seguem sendo monitorados, via GPS, pelo sistema de rastreamento integrado pela empresa. Além disso, depois do fim de uma corrida, é exibido todo o trajeto percorrido pelo usuário. Com isso, os aparelhos correm menos risco de serem furtados. Vale lembrar que, mesmo nas áreas vermelhas, o patinete continua sendo monitorado, mas passa a não funcionar mais. Se o patinete for roubado durante uma corrida ativa, segundo o suporte da JET, basta fazer um boletim de ocorrência em até 24 horas e enviar o número do caso à empresa, que não fará cobranças. Onde deixar os patinetes? Após o fim de uma corrida, os patinetes devem ser devolvidos aos pontos de estacionamento, simbolizados com um “P” no mapa do aplicativo. Além disso, o aparelho deve ser estacionado de maneira organizada, sem que atrapalhe o fluxo de pedestres ou outros veículos. Caso a corrida acabe antes de chegar a um ponto de estacionamento, basta levar o patinete manualmente ao local. No fim de cada corrida, é necessário tirar uma foto do patinete parado no local apropriado. Quem carrega os patinetes? A empresa possui equipes de campo que realizam manutenções no funcionamento dos patinetes, como realocá-los no lugar correto e recarregá-los. Um veículo com bateria completa pode durar mais de quatro horas e percorrer cerca de 35 km. No aplicativo, antes de alugar um aparelho, também é possível conferir o nível da carga do patinete. Caso a bateria acabe durante a corrida, é necessário encerrar a corrida, tirar uma foto do patinete mostrando o indicador de bateria e entrar em contato com o suporte. O usuário não será cobrado pelo tempo em que o patinete estiver sem bateria. As equipes podem carregar o patinete em estações de carregamento ou realizar a troca das baterias. Os agentes monitoram as cargas de cada veículo e fazem a substituição conforme necessário. Quem arca com os prejuízos? Em casos de danos nos aparelhos, a responsabilidade por arcar com os prejuízos pode variar em cada caso. Se o usuário se envolver em um acidente com terceiros feridos, é necessário ligar para a emergência e documentar a cena. Já se os danos forem involuntários, a recomendação é reportar a ocorrência pelo suporte e esperar avaliação do caso. Os aparelhos que são movidos bruscamente ou que tenham tombado e sofrido impactos podem ativar sensores que detectam anomalias e alertar as equipes. Fonte: Midiamax

  • Defesa de dona de plano de saúde pede prisão domiciliar para ela amamentar o filho

    Jéssyca passou por audiência de custódia no Fórum de Campo Grande nesta quinta-feira (9). (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax) Juiz manteve prisão preventiva de Jéssyca Burgatt após audiência de custódia Após ter a prisão preventiva mantida em audiência de custódia nesta quinta-feira (9), a empresária Jéssyca Duarte Burgatt deverá pedir prisão domiciliar. Ela é uma das presas na Operação Gutenberg, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), a qual revelou esquema que desviou R$ 27 milhões na compra de livros feita após ‘pressão’ do grupo criminoso, que se utilizava de servidor na regulação de saúde para liberar exames e procedimentos de saúde como ‘moeda de troca’ com gestores públicos. Conforme informado pelo advogado Perceu, o pedido foi feito durante a custódia, mas foi negado. “Ele [juiz da custódia] entendeu que não cabe a ele analisar o caso, mas sim ao juiz titular das investigações”, explicou. Então, o advogado de Jéssyca reforçou que irá apresentar o pedido dentro do processo principal, para ser analisado pelo juiz responsável pelas investigações. “Nós vamos reiterar o pedido e aguardar a decisão. No momento, nós estamos pedindo a prisão domiciliar, ou seja, que a prisão seja mantida, mas dentro do domicílio dela, para que ela possa amamentar”, detalhou. O advogado relatou que a criança era levada pelos policiais para ser amamentada de duas a três vezes ao dia enquanto Jéssyca estava detida na delegacia, antes da custódia. “É triste. Essa é a grande celeuma [amamentar a criança no presídio]. É por isso que nós precisamos da tutela jurisdicional que entenda que a [prisão] domiciliar é uma necessidade do menor”, concluiu. Após a audiência, ela é levada para um presídio feminino. Jéssyka é filha de Ed Carlo Britto Burgatt, ex-chefe da regulação da saúde no Estado (Core), que também foi preso. Os demais presos na operação também tiveram as prisões mantidas. Gaeco apreendeu mais de R$ 70 mil em espécie. (Divulgação, Gaeco) Ex-prefeito, empresários e servidores Confira os presos na Operação Gutenberg: Rossana Paroschi Jafar – dentista e dona de gráfica; Olívia Paroschi Jafar – médica e dona da Clínica Ross, que também foi alvo; Felipe Paroschi Jafar – ex-comissionado na Agesul e filho de Rossana Jafar; Ed Carlo Britto Burgatt – ex-chefe da regulação de saúde do Estado (Core); Jéssyca Duarte Burgatt – filha de Ed e dona da Capital Saúde; Joatan Gomes Peixoto – empresário; Matheus Oliveira Peixoto – empresário; Francisco Anízio dos Santos – empresário; Douglas Henrique de Melo – empresário; Paulo Rogério de Melo – empresário e pai de Douglas; Gabriel Taquino de Paula – advogado; Eronivaldo da Silva Vasconcelos Junior, o Junior Vasconcelos – ex-prefeito de Fátima do Sul e escrivão da Polícia Civil. O Gaeco cumpriu 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão, para desmantelar esquema que fazia da Central Estadual de Regulação um ‘balcão de negócios’. A Operação Gutenberg visa combater organização criminosa acusada de fraude em licitações, corrupção ativa, corrupção passiva, além de lavagem de capitais e outros crimes. O grupo agia em Campo Grande e tinha atuação espalhada em outras cidades do Estado. O nome da operação, “Gutenberg”, faz referência a Johannes Gutenberg, responsável pela popularização da impressão de livros, cuja nobre missão contribuiu para a ampliação do conhecimento. No caso investigado, os livros constituem justamente o instrumento utilizado para dar aparência de legalidade ao esquema criminoso. Fonte: Midiamax

  • Operação mira guerra entre PCC e CV e prende 14 criminosos em MS e MT

    Adolescente foi internado e uma pessoa presa em flagrante durante a operação A Operação Janus, deflagrada para combater a guerra entre facções criminosas, prendeu 14 pessoas em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso nesta quinta-feira (9). Os mandados foram cumpridos em Três Lagoas, Paranaíba, Rondonópolis e Cuiabá, em Mato Grosso. Coordenada pela Polícia Civil de Três Lagoas, a operação busca desarticular organizações criminosas envolvidas em assassinatos e tentativas de assassinato registrados recentemente na cidade. A operação aconteceu de forma simultânea nas cidades e nos presídios de Três Lagoas, Paranaíba, Rondonópolis e Cuiabá. Durante o cumprimento dos mandados, 12 pessoas foram presas, um adolescente foi internado e uma pessoa foi presa em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso permitido. Os policiais também cumpriram 15 mandados de busca e apreensão e recolheram dezenas de aparelhos celulares e drogas. Desde o início da manhã, equipes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros), juntamente com uma aeronave da CGPA (Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo), estão na cidade dando apoio à operação. Além disso, policiais da SIG (Seção de Investigações Gerais) de Paranaíba, 2º Batalhão da Polícia Militar, da 3ª Companhia da Polícia Militar Ambiental de Três Lagoas e da Polícia Civil do Mato Grosso atuam em conjunto para cumprimento dos mandados. Investigação De acordo com a Polícia Civil, a Operação Janus é fruto de uma investigação conduzida de forma integrada pelas 1ª, 2ª e 3ª Delegacias de Polícia Civil, em conjunto com a SIG de Três Lagoas, voltada à apuração de assassinatos, tentativa de assassinato e roubos com envolvimento de integrantes de duas facções. O nome da operação faz alusão ao deus romano Janus, que apresenta duas faces, representando o combate aos dois lados da guerra entre facções criminosas. Reprodução - Polícia Civil Fonte: Midiamax

  • Açougue é interditado após apreensão de 1 tonelada de carne estragada no Santa Emília

    Carnes foram apreendidas nesta quinta-feira. (Foto: Leonardo de França, Jornal Midiamax) Proprietário foi levado para a delegacia no fim da manhã desta quinta-feira (9) Um açougue localizado no bairro Santa Emília, em Campo Grande, foi interditado após a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária apreenderem aproximadamente 1 tonelada de carne visivelmente estragada e imprópria para o consumo nesta quinta-feira (9). O proprietário foi levado para a Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo). A ‘batida’ policial aconteceu após denúncias sobre dois açougues na região. Equipes da Decon, juntamente com a Vigilância Sanitária e a Polícia Científica, foram até os estabelecimentos e constataram que havia carne imprópria para o consumo. Em um dos açougues, as equipes encontraram carne bovina, suína, frango, linguiça, filé de tilápia e embutidos, como salsicha e calabresa, sendo a maioria visivelmente estragada e descongelada. Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, algumas das carnes eram armazenadas em potes de sorvete e rodeadas por moscas. Uma quantidade de coração bovino estava descongelada em um pote embaixo da gôndola foi encontrada pelos agentes. Também havia carne moída armazenada em um recipiente que estava no chão do açougue e outro recipiente com carne ao lado do ralo. (Foto: Fala Povo Midiamax) Durante a ‘batida’, foram encontradas pelos policiais carnes penduradas por ganchos sem armazenamento correto, pingando sangue no local onde outras carnes estavam guardadas. Outra irregularidade encontrada no local foi a ausência do controle de fabricação dos embutidos. A reportagem apurou também que o estabelecimento não tinha certificação de produto de qualidade e da origem da carne. O responsável havia dado entrada na certificação em agosto do ano passado, mas ainda não havia concedido a certificação. As carnes, que totalizaram aproximadamente 1 tonelada, foram apreendidas, e o proprietário foi encaminhado à Decon para prestar esclarecimentos. O açougue foi interditado. (Leonardo de França, Jornal Midiamax) Fonte: Midiamax

  • Defesa cita risco de ‘morte súbita’ ao pedir prisão domiciliar para Alcides Bernal

    Ex-prefeito Alcides Bernal. (Madu Livramento, Jornal Midiamax) Ex-prefeito de Campo Grande está preso desde março, por matar o auditor fiscal Roberto Mazzini A defesa de Alcides Jesus Peralta Bernal entrou com pedido de prisão domiciliar, apresentado à Justiça na tarde de quarta-feira (8). Ele está preso desde o dia 24 de março, após matar a tiros o auditor fiscal Roberto Carlos Mazzini. Os advogados William Maksoud Machado e Ricardo Machado Filho citam que o ex-prefeito de Campo Grande está em estado grave depois de passar por cirurgia cardíaca na Santa Casa. Para convencer o juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, a defesa cita ‘altíssimo’ risco de morte. Para isso, apresentou laudos médicos apontando uma doença coronariana multiarterial severa e o risco iminente de um novo infarto agudo, arritmias e morte súbita. Os advogados apresentaram, ainda, laudos atestando transtornos psiquiátricos. Por fim, a defesa alega que o presídio militar, no qual Bernal estava cumprindo prisão, não possui UTI ou médico cardiologista 24h de plantão, e que o Estado não poderia garantir a chegada rápida de uma ambulância, caso fosse necessária, em uma urgência. A defesa alega que manter o paciente sob essas condições em uma cela, sem a dieta rigorosa e os cuidados de assepsia necessários para um cardiopata e diabético pós-operado, equivale a uma “antecipação da sentença de morte”. Então, os advogados querem que o juiz autorize Bernal a ir para sua residência após receber alta hospitalar, sob monitoramento de tornozeleira eletrônica. O ex-prefeito está na Santa Casa desde o começo de julho, após sofrer um infarto horas depois de o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negar um pedido de liberdade. Bernal preso por assassinato O crime aconteceu em uma casa que pertenceu a Bernal, mas foi arrematada em um leilão por Mazzini, no ano passado. Na tarde de 24 de março, Roberto foi até lá, na presença de um chaveiro, a fim de tomar posse do imóvel, mas foi alvejado por ao menos dois tiros, que atingiram a região da costela, transfixando-a, e a dorsal da vítima. Após o crime, o ex-prefeito se entregou na delegacia de polícia. Bernal está preso desde então. O ex-prefeito tentou várias vezes conseguir a liberdade na Justiça, mas todas foram negadas. Na denúncia, os promotores Lívia Carla Guadanhim Bariani e José Arturo Bobadilla Garcia ressaltam que Mazzini, de 60 anos, havia adquirido a casa de Bernal, no Jardim dos Estados, em um leilão da Caixa Econômica Federal, e foi ao local tomar posse do imóvel, junto de um chaveiro. “O crime foi cometido por motivo torpe, visto que o denunciado agiu impelido pelo sentimento de vingança, mais precisamente porque não aceitava a perda do imóvel para a vítima e ainda acreditava ter direito sobre ele. Assim, decidiu ceifar-lhe a vida. Dada a repugnância da motivação do crime, caracterizada esta a qualificadora”, escreveram os membros do MPMS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul). Fonte: Midiamax

  • Justiça mantém prisão de ex-prefeito e empresárias investigados por desvios de R$ 27 milhões

    Presos na Operação Gutenberg passaram por audiência de custódia nesta quinta-feira (9). (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax) Operação Gutenberg revelou esquema que usava a regulação da saúde estadual como 'balcão de negócios' do grupo Mais três presos da Operação Gutenberg, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), tiveram a prisão mantida após passarem por audiência de custódia na manhã desta quinta-feira (9). Os acusados seguem para os presídios onde cumprirão a prisão preventiva. São eles: o ex-prefeito de Fátima do Sul Eronivaldo da Silva Vasconcelos Junior, conhecido como Junior Vasconcelos, e as empresárias Rossana Paroschi Jafar (da Gráfica Alvorada) e Jéssyca Duarte Bugartt (da Capital Saúde). À reportagem, o advogado de Eronivaldo, João Paulo Calves, disse que vai fazer o pedido de liberdade de seu cliente no processo. “Temos uma linha de defesa, mas eu não posso comentar muito sobre o fato, porque está em segredo de Justiça absoluto”, informou. Já a defesa de Jéssyca, representada pelo advogado Perceu, informou que irá fazer pedido de prisão domiciliar. “No momento, nós estamos pedindo a prisão domiciliar, ou seja, que a prisão seja mantida, mas dentro do domicílio dela, para que ela possa amamentar”, explicou. Na audiência, a defesa de Rossana, feita pelo advogado Pedro Grubert, pediu a substituição da prisão pelo uso de tornozeleira, mas o pedido foi negado. A empresária também responde por posse de arma de fogo, já que foram encontradas cinco munições calibre .38 na gaveta de um banheiro no apartamento dela. Para esse processo, o juiz concedeu a liberdade, mediante pagamento de fiança de R$ 4.863,00. Porém, ela continua presa por força do processo da operação e será encaminhada a um presídio feminino. Todos são acusados de corrupção passiva e ativa. Confira os presos na Operação Gutenberg: Rossana Paroschi Jafar – dentista e dona de gráfica; Olívia Paroschi Jafar – médica e dona da Clínica Ross, que também foi alvo; Felipe Paroschi Jafar – ex-comissionado na Agesul e filho de Rossana Jafar; Ed Carlo Britto Burgatt – ex-chefe da regulação de saúde do Estado (Core); Jéssyca Duarte Burgatt – filha de Ed e dona da Capital Saúde; Joatan Gomes Peixoto – empresário; Matheus Oliveira Peixoto – empresário; Francisco Anízio dos Santos – empresário; Douglas Henrique de Melo – empresário; Paulo Rogério de Melo – empresário e pai de Douglas; Gabriel Taquino de Paula – advogado; Eronivaldo da Silva Vasconcelos Junior, o Junior Vasconcelos – ex-prefeito de Fátima do Sul e escrivão da Polícia Civil. ‘Balcão de negócios’ na regulação de saúde A Operação Gutenberg revelou esquema que desviou R$ 27 milhões na compra de livros feita após ‘pressão’ do grupo criminoso, que se utilizava de servidor na regulação de saúde para liberar exames e procedimentos de saúde como ‘moeda de troca’ com gestores públicos. O Gaeco cumpriu 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão, para desmantelar esquema que fazia da Central Estadual de Regulação um ‘balcão de negócios’. A Operação Gutenberg visa combater organização criminosa acusada de fraude em licitações, corrupção ativa, corrupção passiva, além de lavagem de capitais e outros crimes. O grupo agia em Campo Grande e tinha atuação espalhada em outras cidades do Estado. O nome da operação, “Gutenberg”, faz referência a Johannes Gutenberg, responsável pela popularização da impressão de livros, cuja nobre missão contribuiu para a ampliação do conhecimento. No caso investigado, os livros constituem justamente o instrumento utilizado para dar aparência de legalidade ao esquema criminoso. Fonte: Midiamax

  • Sob gestão de Claro, Alems gasta R$ 28 mil por dia com ‘deslocamento’ em ano eleitoral

    Presidente da Alems, deputado Gerson Claro (PP). (Reprodução) Gastos pularam de R$ 68 mil para R$ 850 mil de janeiro a maio, além da verba individual dos deputados para se deslocarem As despesas da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) com deslocamento e passagens registraram aumento de 1.150% nos primeiros cinco meses de 2026. Em comparação com 2025, a Casa de Leis, comandada pelo deputado Gerson Claro (PP), viu os gastos com essa categoria saltarem mais de 12 vezes. Entre os meses de janeiro e maio do ano passado, o valor médio mensal empreendido para locomoção foi de R$ 68 mil, enquanto neste ano passou para R$ 850 mil. O valor total neste ano, conforme os dados disponíveis no Portal da Transparência, chega a R$ 4,250 milhões, uma média de R$ 28,3 mil gastos diariamente, ao longo dos 150 dias, incluindo fins de semana e feriados, lançados mês a mês, em custo fixo, conforme o relatório de despesas mensal da Casa (de acordo com o anexo ao final da matéria, extraído do site da Transparência da Alems). A categoria não inclui custos com diárias ou alimentação. Trata-se apenas de passagem e locomoção em agendas pelo Estado. Procurada com 24 horas de antecedência à publicação da matéria, a Assembleia Legislativa não se manifestou nem explicou se os recursos foram gastos entre servidores e parlamentares. Vale destacar que cada deputado já possui cota de indenização por gastos com aluguel de carros e consumo de combustíveis, em valores separados aos contabilizados. A reportagem do Jornal Midiamax solicitou esclarecimento sobre essas devoluções estarem incluídas no gasto de deslocamento, uma vez que a transparência da Casa Legislativa também apresenta tópico indicando os valores empreendidos com os reembolsos aos deputados, os quais, nos primeiros cinco meses do ano, chegaram a R$ 85,9 milhões. Passagens e locomoção Ao analisar as planilhas da execução financeira sob a gestão de Gerson Claro (PP), mostra-se um gasto fixo de R$ 850 mil para a despesa descrita como ‘Passagens e Despesas com Locomoção’. O atual presidente conseguiu se manter no comando da Casa de Leis desde 2023. Assim, chega a 2026 com experiência de 4 anos na chefia do parlamento. No primeiro ano de sua gestão, o gasto médio com deslocamento, entre janeiro e maio, foi de R$ 193 mil. Já no ano seguinte, em 2024, o valor passou para R$ 121,7 mil, executado de forma fixa durante o período. Se não frear os gastos e mantiver a mesma média registrada até o momento, a Alems vai completar 2026 gastando R$ 10,2 milhões somente com locomoção e passagens. Esse valor representa uma projeção de gasto de R$ 27,9 mil por cada dia do ano. Uso individual O Jornal Midiamax apurou que o gasto seria contabilizado de duas formas: com pretexto para deslocamentos do presidente da Casa, o deputado Gerson Claro, para o interior, sob a justificativa de representação da Casa, e também como uma possível verba destinada a um contrato terceirizado com agência de turismo. “Isso aí o presidente usa para se deslocar para o interior em avião particular e restitui por essa verba. Não concordo com isso, expõe a Casa. E se ele se desloca representando a Casa, tem que ter todas as viagens informadas via Diário Oficial. E não está tudo lá”, critica um dos deputados estaduais ouvidos pela reportagem. Questionado, Claro informou que essa seria uma informação “maluca e sem nexo”. Disse também para a reportagem verificar os dados com a 1ª-Secretaria da Casa. “O primeiro-secretário é o responsável”, frisou. A secretaria disse preparar uma nota em retorno ao jornal. O espaço segue aberto para esclarecimentos. Após a publicação da matéria, Claro disse que “efetivamente essas despesas do portal são da Casa e dos 24 gabinetes”, apesar de cada deputado já possuir indenização por gastos com aluguel de carros e consumo de combustíveis, em valores separados aos contabilizados, que, até maio deste ano, chegam a R$ 85,9 milhões. Fonte: Midiamax

  • PF investiga rachadinhas e fraudes em licitações em Rondônia

    © Polícia Federal/divulgação Operação cumpriu dois mandados de prisão e nove de busca e apreensão A Polícia Federal (PF) realiza, nesta quinta-feira (9), a Operação Reduto, que investiga um esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa de Rondônia, além de lavagem de dinheiro e fraudes em licitações. Os agentes cumprem dois mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão no município de Ariquemes. Também há buscas na capital, Porto Velho; e em Manaus, no Amazonas. A Justiça determinou o afastamento de 11 servidores públicos e o bloqueio de até R$ 9 milhões em bens, ativos financeiros e criptoativos. A PF já apreendeu maços de dinheiro, relógios de luxo, automóveis e equipamentos eletrônicos. A investigação começou em 2024, após relatórios de inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrarem movimentações financeiras suspeitas de uma empresa de Manaus. De acordo com a PF, a associação criminosa atuava em duas frentes: uma fraudando licitações e direcionando contratos públicos em Ariquemes; outra desviando recursos da Assembleia Legislativa por meio de "rachadinhas" na conta de servidores comissionados. A polícia identificou movimentações superiores a R$ 9 milhões, valor incompatível com a capacidade econômica dos investigados. O caso, que apura os crimes de peculato e associação criminosa, conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia. Fonte: Rádio Agência Nacional

  • Governo adia retirada de subsídio da gasolina após incertezas no Irã

    © Fernando Frazão/Agência Brasil Estados Unidos voltou a atacar o país e gerou nova alta do petróleo A retirada da subvenção da gasolina pode ficar para semana que vem após a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta quinta-feira (9), em entrevista à Rádio Gaúcha. No ápice da crise, com o petróleo bem mais caro, um auxílio financeiro foi necessário para evitar que o preço dos combustíveis disparasse no país. Com o cessar-fogo e as negociações por um acordo de paz, o preço caiu e a retirada dos benefícios entrou em discussão. As incertezas sobre o acordo de paz fizeram o preço do barril de petróleo se aproximar novamente dos US$ 80. Por isso, é preciso cautela, disse o ministro. "Nos temos que adotar com cautela a retirada de subsídios. A gente retirou do diesel. Essa semana eu ia anunciar a retirada da gasolina. Vou analisar a retirada na próxima semana, porque o preço da gasolina já está com um impacto diferente do que eu estava prevendo. Semana que vem, a depender da situação, o que eu gostaria de fazer é retirar o subsídio da gasolina, seja parcial ou totalmente, como próximo passo". Renegociação de dívidas do agro Já a renegociação de dívidas rurais está em discussão com o Congresso Nacional e pode sair nos próximos dias. "A medida provisória vai ser editada tão logo a gente faça as últimas conversas. Fim desta semana, começo da próxima semana". A princípio devem ser renegociados R$ 100 bilhões. O limite é de R$ 8 milhões por CPF para quem teve perdas por causa de mudanças climáticas e de R$ 4 milhões para prejuízos por variação de preços. O prazo de pagamento pode chegar a dez anos para quem sofreu com eventos climáticos. Sobre os juros, as conversas giram em torno de 6% ao ano para o pequeno agricultor; 9% para o médio; e 12% para o grande agricultor. Fonte: Rádio Agência Nacional

  • CCJ da Câmara aprova fim da aposentadoria compulsória de juízes

    © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil PEC ainda passará por comissão especial antes do Plenário A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira, a PEC que acaba com a aposentadoria compulsória como castigo para juízes e membros do Ministério Público que cometerem infrações. Agora, a Proposta de Emenda à Constituição vai passar por uma comissão especial antes de seguir para o Plenário. O texto mantém a punição de demissão, mas ela só vai valer após o trânsito em julgado — isto é, quando não houver mais chance de recorrer da decisão final da Justiça. Durante o processo, o magistrado fica afastado das funções e recebe salário proporcional até o julgamento definitivo. Pela proposta, cabe aos tribunais ou ao Conselho Nacional de Justiça decidir pelo afastamento. A suspensão poderá ser de até 90 dias, e o período de disponibilidade de até dois anos. Se o caso for arquivado ou considerado improcedente pela Justiça, o magistrado volta ao cargo. Ele também recebe de volta a diferença dos salários e tem o tempo de serviço totalmente contabilizado. A proposta segue o mesmo entendimento do Supremo Tribunal Federal, que já havia derrubado a aposentadoria compulsória como punição. Fonte: Rádio Agência Nacional

  • Noruega tem surto de gripe antes de partida contra a Inglaterra na Copa

    O atacante Jorgen Strand Larsen é o único jogador que teria apresentado febre, segundo o treinador - BRUNO MOTTA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO Algoz do Brasil busca vaga nas semifinais A Noruega, algoz da Seleção Brasileira, enfrenta um surto de gripe a poucos dias de enfrentar a Inglaterra, pelas quartas de final da Copa do Mundo. O técnico Stale Solbakken confirmou que o time passa por uma crise de resfriados durante o torneio. O atacante Jorgen Strand Larsen é o único jogador que teria apresentado febre, segundo o treinador. “Tivemos apenas Jorgen com febre. Mas houve um pouco de tosse e rouquidão espalhadas pelo grupo”, disse. Segundo o jornal The Sun, Stale Solbakken foi visto tossindo enquanto conversava com a imprensa. “Há ar-condicionado, voos, vestiários e tudo mais. Somos mais de 50 pessoas. Seria estranho se ninguém apresentasse algum problema”, disse o técnico. Além de Larsen, outros atletas e membros da comissão técnica teriam apresentado sintomas, segundo o jornal norueguês Dagbladet.Marcus Holmgren Pedersen ficou de fora dos relacionados para o jogo contra o Brasil. A Noruega enfrenta a Inglaterra no sábado (11), às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami, Estados Unidos. A Inglaterra eliminou o México em uma partida dura, por 3 a 2. A Noruega encerrou o sonho do hexa por 2 a 1 contra o Brasil. Fonte: Jovem Pan

  • À espera de Cleitinho, PL avança nas negociações com Medioli para candidatura ao governo

    À espera de Cleitinho, PL avança nas negociações com Medioli para candidatura ao governo - Reprodução/Jovem Pan News PL-MG aposta em aliança com Cleitinho, mas acena para outros candidatos. Decisão sairá até o dia 23/07 O PL-MG tem trabalhado para acertar uma coligação com o Republicanos tendo o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) como pré-candidato ao Governo de Minas Gerais. Lideranças do PL afirmaram que ainda estão aguardando uma decisão final de Cleitinho, que ficou de dar uma resposta a legenda até o início de agosto. O problema é que o PL de Minas já marcou a data convenção para o dia 23/07 e até lá o nome de Cleitinho ou de outro pré-candidato será decidido pela sigla. Nesta quarta-feira (08/07), integrantes do PL mineiro conversaram, por telefone, com o presidente do partido Valdemar Costa Neto. Na conversa ficou definido que o plano A é acertar uma coligação com o Republicanos. Caso esse cenário não se confirme, o PL deverá lançar candidato próprio ao governo do estado em MG . À espera de uma resposta de Cleitinho, o PL intensificou conversas com Vittorio Medioli, ex-prefeito de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por dois mandatos consecutivos, de 2017 a 2024. A gestão de Medioli é frequentemente associada à recuperação financeira do município, quitando dívidas públicas e entregando a prefeitura com superávit. Também pesa a favor de Medioli a experiência em cargos públicos. Uma liderança do PL-MG afirmou que Medioli “está muito motivado com a possibilidade” de concorrer ao PalácioTiradentes. Um dos motivos que vem travando o acordo com Cleitinho é o desejo do senador de ter como vice o ex-prefeito de Patos de Minas e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios, Luís Eduardo Falcão (Republicanos-MG), em uma chapa puro-sangue. PL resiste a esta possibilidade. Outro nome na disputa é de Flavio Roscoe, ex-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), que se filiou ao PL em março deste ano. Nos bastidores, o nome de Medioli ganhou mais força após a divulgação dos resultados de pesquisas internas. Fonte: Jovem Pan

  • PP deve anunciar neutralidade e reduzir possibilidades para vice de Flávio Bolsonaro

    Flávio Bolsonaro durante lançamento da pré-candidatura de Guilherme Derrite - MARINA UEZIMA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO Presidente da sigla, Ciro Nogueira, teria se sentido "abandonado" em crise com Master; decisão também deixa a União Brasil de fora do apoio O Progressistas (PP) deve anunciar neutralidade em relação à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto. A poucos dias das convenções partidárias, com início em 20 de julho, a sigla, que chegou a flertar com a vaga de vice na chapa, prepara a liberação dos filiados para apoiarem os candidatos que considerarem mais adequados. Com a decisão, a chapa de Flávio Bolsonaro também deixa de contar com o apoio formal do União Brasil, partido federado ao PP na União Progressista. Segundo apurou a coluna, um dos principais fatores de peso para a decisão é a posição do presidente nacional do partido, Ciro Nogueira. Nos bastidores, integrantes da legenda afirmam que ele demonstrou resistência ao apoio depois de avaliar que não recebeu respaldo de Flávio quando foi alvo de investigação da Polícia Federal relacionada ao banco Master. Além disso, dirigentes afirmam que, durante as reuniões do partido, existe maioria favorável à neutralidade, posição que deve ser seguida pela direção do. “Neutralidade total”, resumiu uma fonte da legenda. O movimento também retira a possibilidade de que o PP ocupe a vaga de vice na chapa presidencial. Como mostrou a coluna, após a crise envolvendo Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro, o Progressistas já havia congelado as negociações sobre a composição. Nomes como o das deputadas federais Clarissa Tércio, do PP de Pernambuco, e Simone Marquetto, do PP de São Paulo, foram cotados. Além disso, a ex-ministra Tereza Cristina, que também vinha sendo citada para a vaga, tem o nome tratado internamente como especulação ou uma tentativa de impulsionar a pré-candidatura de Flávio. Ela já negou diversas vezes a possibilidade e tem manifestado o interesse de disputar uma vaga ao Senado. CHAPA PURA Com isso, cresce a possibilidade de que Flávio Bolsonaro precise fazer uma composição de chapa pura ao Palácio do Planalto. A esperança de composição está em Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, que se filiou ao Republicanos, do governador Tarcísio de Freitas. Apesar de serem aliados em São Paulo, a Jovem Pan já mostrou que o partido ainda não definiu o apoio e a costura em estados chave são consideradas condições para o acordo. Fonte: Jovem Pan

  • Tensão com os EUA: diretor da PF defende cooperação com respeito à soberania na ONU

    Diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues, durante depoimento na CPI do Crime Organizado - Andressa Anholete / Agência Senado Andrei Rodrigues é um dos brasileiros críticos à classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, defendeu nesta quarta-feira, 8, a cooperação internacional para combater o crime organizado e pediu respeito à soberania das nações. A declaração ocorreu na quinta Cúpula dos Chefes de Polícia das Nações Unidas, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. A UNCOPS 2026 (sigla em inglês para Cúpula dos Chefes de Polícia das Nações Unidas) reuniu ministros, chefes de polícia e representantes de organizações regionais e profissionais de segurança pública. O encontro discutiu o fortalecimento da paz, segurança e desenvolvimento internacional. “O crime não respeita fronteiras, e nenhum país pode combater o crime transnacional sozinho. O Brasil fez da integração internacional uma prioridade e considera que o crime organizado deve ser enfrentado por meio de uma abordagem equilibrada e abrangente, baseada em inteligência, estratégia e cooperação, com respeito ao Estado de Direito, à soberania das nações e aos direitos fundamentais“, disse Andrei Rodrigues, segundo a CNN. Andrei é um dos brasileiros críticos à classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Ele afirmou que a decisão dos Estados Unidos foi um “equívoco técnico”. Na semana passada, o governo americano divulgou as primeiras sanções contra brasileiros com base na nova classificação dos grupos criminosos. Dias depois, a PF deflagrou operação contra os mesmo alvos dos EUA. Na ocasião, Andrei Rodrigues voltou a criticar a decisão e disse que “tecnicamente é um erro grosseiro”. Fonte: Jovem Pan

  • Parlamentares republicanos acusam Brasil de censura contra empresas americanas

    Republicano Jim Jordan - Foto por OLIVER CONTRERAS / AFP Documento divulgado por aliados de Trump reacende debate sobre decisões da Justiça brasileira envolvendo redes sociais Página dos congressistas republicanos que compõem o Comitê Judiciário da Câmara dos EUA diz que o Brasil, além de tentar censurar discurso americano em plataformas norte-americanas por anos, agora estaria mirando diretamente empresas americanas e consumidores dos EUA. Um documento judicial brasileiro divulgado por parlamentares republicanos dos Estados Unidos voltou a colocar decisões da Justiça brasileira no centro do debate sobre liberdade de expressão e alcance das ordens judiciais. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo perfil Judiciary GOP, ligado ao Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA, presidido pelo deputado republicano Jim Jordan. O documento mostra uma decisão de um juiz da Justiça paulista determinando que Facebook, Instagram e Telegram identifiquem o responsável por um perfil e suspendam a conta em até 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 30 mil. Na decisão, o magistrado afirma que, se uma plataforma opera no Brasil, deve cumprir as determinações da Justiça brasileira, mesmo quando a divulgação de informações ou o armazenamento dos dados ocorrem fora do país. O texto também sustenta que a suspensão de um perfil que possa causar danos a um cidadão brasileiro é uma medida de proteção garantida pelo Poder Judiciário. O caso envolve uma ação movida por uma cidadã brasileira que busca identificar quem administra um perfil em rede social. Além da quebra dos dados cadastrais vinculados à conta, o juiz determinou a suspensão temporária do perfil até nova decisão judicial. A publicação do documento ocorre em meio ao aumento das críticas de integrantes do governo Trump e de parlamentares republicanos às decisões de magistrados brasileiros envolvendo plataformas digitais. Nos últimos meses, autoridades americanas passaram a questionar ordens judiciais que determinam remoção de conteúdos, bloqueio de perfis e fornecimento de dados por empresas de tecnologia. O tema ganhou repercussão internacional desde os embates entre o ministro Alexandre de Moraes e empresas como X e Rumble. Enquanto autoridades brasileiras afirmam que as plataformas devem cumprir a legislação nacional para combater crimes e fazer valer decisões judiciais, críticos nos Estados Unidos argumentam que algumas dessas ordens extrapolam a jurisdição brasileira e podem afetar a liberdade de expressão. Até o momento, não há manifestação oficial do Conselho Nacional de Justiça ou do Tribunal responsável pelo processo sobre a divulgação da decisão nas redes sociais americanas. Fonte: Jovem Pan

  • Mortos na Venezuela chegam a 3.811; país pede ouro a Rei Charles III

    Equipes de resgate na Venezuela após terremotos no país - Foto por MIGUEL MEDINA / POOL / AFP País tem reserva avaliada em US$ 1.9 bilhão; justiça britânica negou valor ao ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro Pelo menos 3.811 pessoas morreram até esta quarta-feira (8) em consequência dos dois terremotos que atingiram o norte da Venezuela há duas semanas, segundo o balanço oficial divulgado pelo governo venezuelano. Os dados apresentados na terça (7), data da última atualização, registraram 3.685 vítimas (aumento de 126 mortos). Os terremotos consecutivos, de magnitudes 7,2 e 7,5, deixaram ainda 16.740 feridos e 17.907 desabrigados, de acordo com o boletim lido pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O desastre afetou especialmente o Estado costeiro de La Guaira, onde mais de 800 edifícios foram atingidos, dos quais 190 desabaram completamente. Também nesta quarta-feira, a presidente interina, Delcy Rodríguez, pediu ao rei Charles III que o ouro venezuelano das reservas internacionais, retido no Banco da Inglaterra, seja liberado para que o governo local utilize os recursos no atendimento às vítimas dos terremotos. No Banco da Inglaterra estão depositados lingotes de ouro da Venezuela, avaliados em US$ 1,9 bilhão. A Justiça britânica já havia recusado ceder o controle desses recursos ao então governo de Nicolás Maduro, por considerá-lo ilegítimo. “Decidi enviar uma carta ao rei da Inglaterra para que libere o ouro que está retido no Banco da Inglaterra. Esse ouro pertence ao nosso povo. É para enfrentar as consequências do terremoto”, declarou Delcy Rodríguez. Mais cedo nesta quarta, o chanceler Yván Gil também havia pedido a liberação dos recursos da Venezuela “bloqueados” no exterior. A ONU, por sua vez, tenta arrecadar quase US$ 300 milhões para ajudar na recuperação do país. Rodríguez afirmou ainda que conversou com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, para insistir na liberação de recursos da instituição. “Conversei por telefone com a diretora do Fundo Monetário Internacional, a quem agradeço pela atenção e compreensão, para liberar recursos bloqueados da Venezuela que estão no Fundo.” A Venezuela possui, no FMI, 3,568 bilhões de Direitos Especiais de Saque (DES), equivalentes a aproximadamente US$ 5,1 bilhões, recursos que foram bloqueados porque o Fundo não reconheceu Maduro como presidente. Delcy Rodríguez era vice de Maduro e assumiu a presidência interina da Venezuela depois que o então líder venezuelano foi capturado em 3 de janeiro, durante uma operação militar dos Estados Unidos em Caracas. Ele foi levado para os EUA, onde é acusado de narcotráfico. Fonte: Jovem Pan

  • Irã confirma ataque contra bases dos EUA no Kuwait e no Bahrein

    Míssil balístico - Exército Iraniano/WANA (West Asia News Agency)/Divulgação via REUTERS Teerã diz que operação faz parte de uma 'primeira fase' em resposta à suposta quebra do acordo de paz por parte dos Estados Unidos A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã confirmou, nesta quinta-feira (9), ter realizado ataques contra bases dos Estados Unidos no Kuwait e no Bahrein, uma hora após a ofensiva americana contra várias partes do país. Em comunicado, Teerã disse que a ofensiva é parte de uma “primeira fase” do que chamou de “resposta punitiva contra os violadores do acordo [provisório de paz]”. “Os Estados Unidos, quebrando alianças e violando todos os seus compromissos, atacaram mais uma vez diversas partes das províncias costeiras do sul do Irã“, diz o comunicado. “Os guerreiros do Islã não deixarão impunes as violações do exército americano assassino de crianças.”, completa o documento. A Guarda Revolucionária ainda prometeu expandir as “respostas esmagadoras” para “outras bases americanas na região” caso os Estados Unidos voltem a atacar o país. Fonte: Jovem Pan

  • EUA anunciam fim de nova onda de ataques ao Irã, que mirou 90 alvos militares

    A operação militar teve como objetivo declarado reduzir a capacidade iraniana de atacar navios no Estreito de Ormuz. Operação teve como objetivo reduzir a capacidade iraniana de atacar navios no Estreito de Ormuz O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou nesta quinta-feira (9) ter concluído a nova ofensiva contra o Irã, iniciada na quarta-feira (8). A operação militar teve como objetivo declarado reduzir a capacidade iraniana de atacar navios no Estreito de Ormuz. Em comunicado, as forças americanas disseram que aproximadamente 90 alvos militares foram atingidos, incluindo sistemas de defesa aérea, recursos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura logística militar na costa do Irã. “As forças dos EUA permanecem vigilantes, letais e preparadas para executar operações determinadas pelo comandante-em-chefe”, afirmou o Centcom. Em uma ofensiva na véspera, as forças americanas já haviam atingido 80 alvos militares no Irã. Fonte: Jovem Pan

  • Passageira é flagrada transportando maconha na Rodoviária de Campo Grande

    Com a passageira foram apreendidos 4 kg de maconha na Rodoviária. (Divulgação, GCM) A maconha seria entregue na cidade de Araraquara, no interior de São Paulo Uma mulher, não identificada, foi presa transportando cerca de 4 quilos de maconha na segunda-feira (6), no Terminal Rodoviário de Campo Grande. A prisão foi realizada pela GCM (Guarda Civil Metropolitana); o entorpecente seria entregue no interior de São Paulo. Segundo a Guarda Metropolitana, a equipe realizava rondas no embarque quando percebeu que uma passageira apresentou comportamento suspeito ao notar a presença dos agentes. Durante a abordagem, a passageira autorizou a vistoria em sua bagagem, onde foram encontradas quatro porções de maconha que estavam escondidas em bexigas. Após pesagem, totalizou 3,986 quilos. Para os agentes, ela informou que recebeu a maconha em Campo Grande; no entanto, entregaria no interior de São Paulo, na cidade de Araraquara. Diante da situação, ela foi presa em flagrante por tráfico de drogas e encaminhada à Depac Cepol. Fonte: Midiamax

  • Pai e filho alvos de operação são donos de bares e garagem em Campo Grande

    Pai e filho, respectivamente, são alvos de operação. (Reprodução, Redes Sociais) Operação do Gaeco investiga desvio de R$ 27 milhões de verbas públicas em MS Paulo Rogério de Melo e Douglas Henrique de Melo, pai e filho respectivamente, são alvos da operação que investiga o desvio de R$ 27 milhões de verbas públicas em Mato Grosso do Sul. Os dois são empresários do ramo de entretenimento noturno e veículos em Campo Grande. Os mandados foram cumpridos nesta terça-feira (7). Paulo aparecia como proprietário da Atalaia Veiculos Ldta (CNPJ 02.927.963/0001-60) que consta como baixada em sites de consulta de registro de pessoa jurídica. A empresa que foi aberta em 1999 e se manteve ativa por 10 anos, agora tem CNP: 53.085.322/0001-47 – 53085322000147. O novo registro aparece no nome do filho de Paulo, Douglas de Melo. Com registro aberto em 2023, o empreendimento tem capital social declarado de R$ 350.000,00. “Eles cresceram, seguiram seus caminhos, mas para mim serão sempre meus meninos”, disse Paulo em foto com Douglas. Pubs em Campo Grande Os empreendimentos de Douglas vão desde carros até atividade noturna. Isso porque o investigado possui dois bares em Campo Grande. Um deles é o O Irlandês Pub, de CNPJ: 10.473.421/0001-93 – 10473421000193 e com razão social de Jatoba Eventos LTDA. Aberta em 2008, a empresa possui mais de 17 anos de registro, com capital social de R$ 50 mil. O outro empreendimento de Douglas é a Lord Pub, de CNPJ 09.130.910/0001-63, com razão social Atalaia Eventos e Producoes Ltda. Também com capital de R$ 50 mil, a empresa foi aberta em 2007. Seguindo os parâmetros jornalísticos, o Jornal Midiamax acionou a advogada de defesa de Paulo e Douglas, para esclarecimentos. Não houve resposta até a publicação desta matéria. Contudo, o espaço segue aberto para posicionamento das partes citadas. Operação Gutenberg O Gaeco deflagrou a operação para desmantelar esquema que fazia da Central Estadual de Regulação um ‘balcão de negócios’. As investigações revelaram que o grupo usava a liberação para exames e internações como moeda de troca para forçar gestores a comprarem livros. O esquema desviou mais de R$ 27 milhões em recursos públicos. A Operação Gutenberg visa combater organização criminosa acusada de fraude em licitações, corrupção ativa, corrupção passiva, além de lavagem de capitais e outros crimes. O grupo agia em Campo Grande e tinha atuação espalhada em outras cidades do Estado. O Gaeco cumpriu 16 mandados de prisão preventiva e 43 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho, Porto Murtinho, São Paulo (SP) e Abadiânia (GO). Confira os alvos confirmados até o momento: Rossana Paroschi Jafar, empresária; Olívia Jafar, médica e filha de Rossana; Felipe Paroschi Jafar, comissionado na Agesul e filho de Rossana; Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior, ex-prefeito de Fátima do Sul e assessor parlamentar; Ed Carlo Britto Burgatt, coordenador de regulação de MS; Jéssyca Burgatt, empresária e filha de Ed Carlo; Francisco Anizio dos Santos; Matheus Oliveira Peixoto; Joatan Gomes Peixoto; Paulo Rogério de Melo, empresário; Douglas Henrique de Melo, empresário e filho de Paulo; Gabriel Taquino de Paula. Fonte: Midiamax

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