Zero privacidade: Bioparque Pantanal posta píton albina Capitu ‘trocando de roupa’
- Fabio Sanches

- há 6 dias
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Instituição compartilhou com seguidores processo de ecdise, troca de pele comum em répteis como serpentes
Imagina só isso: equipe do Bioparque Pantanal não teve pudor algum em exibir a intimidade de Capitu, a píton albina que mora na unidade. Nesta quarta-feira (21), a serpente foi parar nas redes da instituição em “vídeo íntimo” no qual aparece trocando de roupa. Pode isso?
Brincadeiras à parte, pode sim! O vídeo, na verdade, traz momento interessante da vida de alguns animais, como os répteis: a troca de pele, processo natural cientificamente chamado de ecdise.
Para ser bem-sucedido, o procedimento “precisa de níveis precisos de umidade, temperatura e, acima de tudo, baixo estresse”, conforme traz a postagem que revelou aos sul-mato-grossenses a “intimidade” de Capitu.
A publicação também destaca que a ecdise foi bem sucedida, sendo “fruto direto do trabalho contínuo de Bem-Estar Animal realizado pela equipe do Bioparque Pantanal”. “Uma pele nova é sinal de um animal bem cuidado, nutrido e em pleno desenvolvimento!”, traz a postagem.
Confira os vídeos a seguir:
Píton ‘trabalhava’ no circo antes de ir para Bioparque
A píton albina Capitu mora no aquário desde março de 2023, mas só foi exposta para visitação em novembro de 2024. Antes usada em apresentações circenses, a cobra ainda era filhote quando foi apreendida pela PMA (Polícia Militar Ambiental) e doada ao complexo.
O exemplar tem o nome científico Python bivittatus e é originário do sudeste asiático. A espécie pode ser encontrada em florestas tropicais e subtropicais, assim como em áreas de pastagens e pântanos.
“São excelentes nadadoras e alimentam-se de grandes vertebrados, incluindo mamíferos, anfíbios e aves. Fazem a postura de seus ovos em cascas de árvores, e cada ninhada pode atingir mais de 100 ovos”, explica o Bioparque.
Além disso, as pítons não são venenosas e podem até ser criadas em casa se os interessados seguirem toda uma documentação para viabilizar e legalizar a presença da cobra, considerada dócil, em ambiente doméstico. Em Campo Grande, mesmo, há moradores que criam pítons albinas, certificadas pelo Ibama, em suas residências.
Fonte: Midiamax






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