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Saneamento avança em MS com mais de R$ 3 bilhões em investimentos

  • há 21 horas
  • 2 min de leitura
A nova ETE Botas, em fase de operacionalização (Foto: Aegea)
A nova ETE Botas, em fase de operacionalização (Foto: Aegea)

Obras ampliam rede de água e esgoto em Campo Grande e 68 cidades, com impacto direto na saúde e qualidade de vida


Os investimentos em saneamento seguem ampliando a cobertura de água tratada e esgoto em Mato Grosso do Sul. Somando capital e interior, os aportes já passam de R$ 3 bilhões e incluem expansão de redes, novas estações de tratamento e obras de infraestrutura urbana.


Em Campo Grande, a concessionária Águas Guariroba investiu mais de R$ 2 bilhões desde o início da concessão. Desse total, R$ 1,16 bilhão foi destinado ao abastecimento de água e R$ 1,01 bilhão ao sistema de esgoto.


Hoje, a Capital conta com duas Estações de Tratamento de Água, mais de 150 poços, 107 reservatórios e duas Estações de Tratamento de Esgoto. O sistema trata cerca de 92,6 milhões de litros de esgoto por dia.


Uma das principais obras em andamento é a nova ETE Botas, na região norte da cidade, que terá capacidade para tratar mais de 600 milhões de litros de esgoto por ano.


Campo Grande também possui mais de 4 mil quilômetros de rede de água e 3,2 mil quilômetros de rede de esgoto. Dados do Instituto Trata Brasil apontam que a cidade foi a segunda capital que mais investiu em saneamento no país, com R$ 217,39 por habitante ao ano.


Segundo a diretora-executiva da concessionária, Francis Faustino, o investimento por morador chegou a R$ 287,78 em 2024. “Isso representa um aumento de quase 84% desde 2020”, destacou.


Ganhos para a sociedade

Os impactos já são percebidos pela população. Moradora do Jardim Seminário, Neuza dos Santos lembra das dificuldades antes da chegada da água tratada. “Era um poço só para toda a família. A gente chegava cansada e ainda precisava puxar água no balde”, contou.


“Com a água tratada virou outra vida. A água sai boa direto da torneira, não precisa mais ficar com medo de doença”, completou.

No interior, a expansão ganhou força com a parceria entre a Ambiental MS Pantanal e a Sanesul. Entre 2021 e 2025, foram investidos R$ 525 milhões em redes coletoras de esgoto. Outros R$ 593 milhões estão previstos entre 2026 e 2028.


A cobertura de esgoto no estado saltou de cerca de 46% para mais de 75% nos últimos anos, com implantação de mais de 553 quilômetros de redes coletoras.


Atualmente, o sistema atende 68 municípios, com 71 Estações de Tratamento de Esgoto e 229 Estações Elevatórias, além de capacidade para tratar aproximadamente 190 mil metros cúbicos por dia.


A meta é alcançar 94% de cobertura de esgoto antes de 2028. Para isso, novas estações e elevatórias seguem previstas no cronograma de obras.


O prefeito de Itaquiraí, Thalles Tomazelli, afirmou que os investimentos fortalecem a infraestrutura urbana e a saúde pública. “São melhorias que serão percebidas no cotidiano da população”, disse.


Além da infraestrutura, estudos do Instituto Trata Brasil apontam que a universalização do saneamento pode reduzir em mais de 86 mil internações por ano no país. Outro levantamento mostra que imóveis com acesso ao saneamento chegam a ter aluguéis quase 30% mais altos.


Fonte: Midiamax


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