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Prefeitura de Corumbá vai recorrer às Forças Armadas para conter surto de chikungunya

  • há 22 horas
  • 2 min de leitura
Prefeito de Corumbá, Dr. Gabriel (PSB). (Léo de França, Jornal Midiamax)
Prefeito de Corumbá, Dr. Gabriel (PSB). (Léo de França, Jornal Midiamax)

Prefeito disse que está em contato com Exército para solicitar apoio


O prefeito do município de Corumbá, Gabriel Alves de Oliveira (PSB), declarou que está em contato com o 6º Distrito Naval e com o Exército Brasileiro, para solicitar apoio no combate ao surto de chikungunya. A cidade, distante 426 quilômetros de Campo Grande, somava 391 casos prováveis, 364 suspeitos e 27 confirmados até esta terça-feira (31).


Além disso, Corumbá registrou a primeira morte suspeita de dengue em 2026. A vítima, uma adolescente de 13 anos, de nacionalidade boliviana, morreu após dar entrada em estado grave no Pronto-Socorro do município, na última segunda-feira (30).


Segundo o prefeito, o comitê de combate ao surto conta com a atuação das Secretarias de Assistência Social, de Educação, Saúde e a Secretaria de Obras. Agora, o próximo passo é pedir ajuda às Forças Armadas. “Já tem uma reunião agendada, juntamente com o 6º Distrito, e tem uma que vai tá sendo programada com o Exército Brasileiro, para que todos em conjunto possam não deixar o mosquito vencer a nossa cidade”, disse o prefeito.


As demandas por atendimento se concentram, principalmente, em casos de urgência e emergência, atendidos pelas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) do município. Além dos moradores de Corumbá, o atendimento se estende aos moradores de Ladário e aos pacientes da fronteira. “Abrimos mais uma sala de hidratação. A gente se preparou e, graças a Deus, não precisou ser utilizada [a sala] no nível que a gente acreditou que fosse chegar.”


A partir da próxima segunda-feira (6), Corumbá deve receber equipes da SES (Secretaria Estadual de Saúde), que deverão acompanhar a situação endêmica no município e prestar os reforços necessários.


Surto de chikungunya em MS

Em Mato Grosso do Sul, 14 cidades enfrentam epidemia da doença, ou seja, possuem incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes. Ao todo, o Estado registra 3.665 casos prováveis, com sete mortes, número 600% maior que em relação ao mesmo período do ano passado.


Apesar do surto em diversas cidades sul-mato-grossenses, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) afirma que Campo Grande vive um momento “confortável” em relação à doença. O cenário da chikungunya na Capital é considerado controlado, com apenas um caso confirmado em 2026 e outro em observação.


Fonte: Midiamax



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