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Governo projeta PIB de 2,3% e inflação de 3,6% para 2026

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
© Paulo Pinto/Agência Brasil
© Paulo Pinto/Agência Brasil

Relatório também aponta primeiro superávit das contas públicas


O governo federal espera crescimento de 2,3% da economia e inflação de 3,6% em 2026. O ano também deve ter o primeiro superávit das contas. As projeções do Ministério da Fazenda foram divulgadas nesta sexta-feira (6).


A expansão esperada do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida – era de 2,4% no boletim anterior, divulgado em novembro do ano passado. Por isso, os técnicos indicam estabilidade de crescimento, já que esperam que o dado referente a 2025 fique em 2,3%.


O desempenho da economia em 2026 vai ser influenciado pelo crescimento dos setores de indústria e serviços, que devem compensar o esfriamento da agropecuária, que teve safra recorde ano passado.


Possível redução dos juros

O ministério avalia que efeitos do enfraquecimento do dólar e da política de juros altos devem reduzir a inflação. Junto com isso, a oferta global em excesso de bens e combustíveis. Já os alimentos podem ter os preços pressionados.


O relatório também aponta a perspectiva do primeiro superávit das contas públicas este ano.


Esses números abrem espaço para redução dos juros básicos pelo Banco Central (BC), atualmente em 15% ao ano, o nível mais alto em 20 anos.


O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, no entanto, não quis opinar sobre tamanho do corte.


"Isso é um tema que o Copom tem que decidir. Ele anunciou que vai iniciar um movimento de flexibilização. Qual vai ser a magnitude é uma decisão que eles vão tomar no momento correto, que é na reunião do Copom, com base nas melhores informações que ele tiverem".

O secretário, que tem o nome cotado para diretoria do Banco Central, afirmou que não recebeu convite e que essa é uma decisão do presidente da República.

 

*Notícia atualizada às 13h30 para inclusão do secretário de Polícia Econômica do Ministério da Fazenda



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