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FAB intercepta aeronave da Venezuela na reserva indígena Yanomami

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 20 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura
Aeronave KC-30 decolou de Israel nesta sexta-feira, 13, com destino ao Rio de Janeiro - Divulgação/Governo Federal/Força Aérea Brasileira
Aeronave KC-30 decolou de Israel nesta sexta-feira, 13, com destino ao Rio de Janeiro - Divulgação/Governo Federal/Força Aérea Brasileira

Na operação, foram empregados Caças A-29 Super Tucano e uma aeronave de alerta aéreo antecipado E-99


A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou na sexta-feira, 19, uma aeronave modelo Cessna 182P que sobrevoava a Terra Indígena Yanomami, em Roraima.


Segundo a FAB, o avião suspeito vinha da Venezuela e foi detectado pelos radares do Sistema Brasileiro de Defesa Aeroespacial. Ele voava sem plano de voo e com matrícula não identificada, o que motivou a adoção de medidas de policiamento.


Na operação, foram empregados Caças A-29 Super Tucano e uma aeronave de alerta aéreo antecipado E-99. Durante a interceptação, os pilotos da FAB realizaram reconhecimento visual e tentativas de comunicação por rádio.


Após essas ações, o piloto do avião suspeito fez um pouso forçado em uma pista de terra localizada a cerca de 15 quilômetros ao sul do município de Amajari, a aproximadamente 60 quilômetros de Boa Vista.


A FAB mandou então uma equipe em um helicóptero H-60 Black Hawk para o local do pouso. A aeronave foi encontrada abandonada, apresentando avarias estruturais decorrentes do pouso forçado, mas o piloto não foi localizado.


A ação fez parte da Operação ZIDA 41, que visa coibir voos irregulares e atividades aéreas ilícitas por meio de ações integradas entre a FAB e os órgãos de Segurança Pública. Em 19 de novembro, em uma ação semelhante, um avião foi destruído.


Na ocasião, foram executadas as medidas de intervenção, que consistem na determinação para que a aeronave interceptada modifique sua rota, com o objetivo de forçar o pouso em aeródromo indicado pela FAB. O piloto não obedeceu e foi dado um tiro de aviso.


“Como o piloto permaneceu irredutível, a aeronave foi reclassificada como hostil e passou a estar sujeita ao tiro de detenção, destinado a impedir a continuidade do voo”, informou a Força Aérea na época. O piloto da aeronave suspeita realizou o pouso em uma pista de terra próxima à região de Surucucu, também em Roraima, e fugiu. O avião estava com a matrícula adulterada e foi incendiado pelas equipes.


*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

 
 
 

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