top of page
Banner_Full_Oficial.jpg

Escola passa a funcionar como hospital após aumento de casos confirmados de chikungunya em Dourados

  • há 1 hora
  • 2 min de leitura
Reprodução, Prefeitura de Dourados
Reprodução, Prefeitura de Dourados

A estrutura foi montada na quadra da unidade escolar e passou a atender a população na última terça-feira


Com o aumento dos casos confirmados de chikungunya em Dourados, especialmente nas reservas indígenas, a Escola Municipal Indígena Tengatui Marangatu, localizada na Aldeia Jaguapitu, passou a funcionar como hospital de campanha no enfrentamento à doença. A estrutura foi montada na quadra da unidade escolar e passou a atender a população na última terça-feira (17).


A implementação do hospital foi realizada por equipes da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), em parceria com o HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados). Profissionais de Campo Grande e Caarapó reforçam o atendimento. Somente no primeiro dia, cerca de 80 pessoas foram atendidas.


Nesta quarta-feira (18), a procura por atendimento foi menor devido à chuva, mas equipes de saúde intensificaram a busca ativa nas residências, onde há relatos de famílias sintomáticas.


Segundo a Prefeitura de Dourados, a estrutura conta com uma equipe multiprofissional, incluindo médico, enfermeiro, técnicos de enfermagem, farmacêutico, fisioterapeuta e psicólogo. Os atendimentos ocorrem das 07h às 19h, mas podem se estender enquanto houver pacientes.


De acordo com o boletim epidemiológico mais recente, a Reserva Indígena já registra 407 casos notificados, 202 confirmados, 181 em investigação, 24 descartados e 4 mortes. As vítimas são todas da aldeia Jaguapiru, sendo uma mulher de 69 anos, um homem de 73 anos, um bebê de 3 meses e mulher de 60 anos. Na área urbana de Dourados, são 912 notificações, com 379 casos confirmados, mas sem registros de óbitos.


Além dos atendimentos médicos, a prefeitura também intensificou ações de prevenção. As equipes já vistoriaram 4.319 imóveis, trataram 2.173 locais, identificaram 1.004 focos do mosquito (90% em caixas d’água, lixo e pneus), realizaram borrifação em 43 imóveis. 86 agentes de endemias e 29 agentes de saúde indígena também atuam.


Fonte: Midiamax

Comentários


bottom of page
google-site-verification: google4a972b81c6e55585.html