‘Escala 6×1 está tomando um caminho de populismo que não deveria ter’, diz Tarcísio
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Governador defende ‘descanso do trabalhador’ mas acena positivamente ao empresariado dizendo que este não é o momento ideal
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez um discurso com críticas ao cenário político e econômico do país durante um encontro com empresários na capital paulista. O evento reuniu lideranças do setor produtivo e foi marcado por questionamentos sobre o rumo do Brasil e o papel do governo federal.
Durante a fala, Tarcísio defendeu mais descanso ao trabalhador, mas ponderou que o tema precisa ser tratado com cautela. Para ele, o debate pode estar sendo conduzido de forma inadequada.
“Escala 6×1 está tomando um caminho de populismo que não deveria ter”, afirmou.
As declarações foram feitas durante mais uma edição do “Jantar com Empresários”, promovido pelo grupo Mercado e Opinião, em São Paulo. O encontro tem reunido autoridades e representantes do setor produtivo para discutir temas econômicos e políticos do país.
O governador fez críticas ao cenário político e econômico do país com indiretas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele citou a ausência de reformas estruturais recentes e disse que a última grande mudança econômica no país foi o Plano Real. Segundo Tarcísio, a atual gestão se beneficia de avanços do passado, mas não apresenta novidades.
“Qual o projeto de Brasil do PT? O que tem de novo?”, questionou, ao provocar a plateia sobre a possibilidade de reeleição do atual governo.
O governador também afirmou que o país vive sob uma liderança “envelhecida”, com processos lentos e pouca capacidade de inovação. Em tom mais enfático, defendeu a necessidade de renovação política.
“Está na hora dessa turma que pensa o Brasil tomar as rédeas. Senão, o país vai ficar à deriva. É uma liderança envelhecida, um processo lento, que não oferece nada de pulsante. Vamos fazer a diferença”, declarou.
Além das críticas, Tarcísio apontou o que considera uma desorganização no sistema político e levantou questionamentos sobre a atuação do Judiciário. Sem citar diretamente o presidente, sugeriu que a interferência de outros Poderes ocorre por falta de decisões claras do Executivo.
Fonte: Jovem Pan







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