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Brasil amplia produção e lidera exportações no mercado global que atinge 107,393 milhões de toneladas de frango

  • há 5 horas
  • 2 min de leitura
Imagem: Ehrecke/Pixabay
Imagem: Ehrecke/Pixabay

Demanda internacional impulsiona crescimento do setor e reforça protagonismo brasileiro em 2025.


O Brasil ampliou sua produção de carne de frango em 2025 e reforçou sua posição de destaque no mercado internacional. O volume nacional passou de 14,972 milhões de toneladas em 2024 para 15,289 milhões em 2025, enquanto o país se manteve como principal exportador mundial, com embarques de 5,324 milhões de toneladas, acima das 5,295 milhões registradas no ano anterior. No cenário global, a produção total alcançou 107,393 milhões de toneladas, ante 104,175 milhões em 2024, segundo dados do USDA e do Relatório Anual da ABPA.


Os Estados Unidos mantiveram a liderança na produção mundial, com 21,812 milhões de toneladas em 2025, frente às 21,343 milhões registradas no ano anterior. A China permaneceu na segunda posição, com crescimento de 15,350 milhões para 16,200 milhões de toneladas. O Brasil seguiu em terceiro lugar e ampliou sua participação no mercado global.


Na sequência do ranking, a União Europeia elevou sua produção de 11,729 milhões para 11,820 milhões de toneladas, enquanto a Rússia registrou aumento de 4,910 milhões para 5,030 milhões de toneladas.


O comércio internacional também apresentou avanço ao longo de 2025. Além da liderança brasileira nas exportações, a União Europeia embarcou 1,750 milhão de toneladas, seguida pela Tailândia, com 1,250 milhão de toneladas. A China ampliou sua presença no mercado externo ao elevar os embarques de 770 mil para 1,050 milhão de toneladas.


Entre os principais importadores, o Japão liderou as compras globais, com 1,145 milhão de toneladas adquiridas em 2025. México, Reino Unido, União Europeia e Arábia Saudita também estiveram entre os maiores destinos da carne de frango no comércio internacional.


Os dados apontam para o crescimento contínuo da demanda global pela proteína avícola e reforçam a posição do Brasil como um dos principais fornecedores do setor.


Com informações do Relatório da ABPA


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