Zema intensifica críticas ao STF e classifica Poder Judiciário como 'incendiário'
- há 9 horas
- 1 min de leitura

Em entrevista, candidato à Presidência defendeu lista tríplice e idade mínima de 60 anos para a nomeação de ministros da Corte.
O candidato à Presidência da República e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, voltou a fazer duras críticas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista concedida à rádio CBN Curitiba nesta sexta-feira (7), Zema declarou que o Judiciário deixou de cumprir o papel de equilíbrio institucional para atuar como um agente de tensão política no país.
Durante a conversa, o político questionou a falta de mecanismos de responsabilização e apontou supostos privilégios da magistratura. Zema também citou a ação por calúnia movida contra ele pelo ministro Gilmar Mendes — decorrente de declarações em que associou o magistrado ao Banco Master — e afirmou que continuará criticando a atuação dos integrantes da Corte.
Entre as propostas para reformular o Tribunal, o ex-governador defendeu alterações no processo de escolha dos ministros, sugerindo a adoção de uma lista tríplice para indicação do presidente da República e a fixação de uma idade mínima de 60 anos para o ingresso no STF. Ao comentar os julgamentos dos atos de 8 de janeiro, sustentou que os juízes deveriam ter uma postura mais recatada em vez de buscar visibilidade pública.
Além da pauta judiciária, Zema elencou a segurança pública e a redução do tamanho do Estado como prioridades de sua plataforma eleitoral. O candidato defendeu o corte de despesas públicas para conter tributos, citando o volume de investimentos privados atraídos durante sua gestão em Minas Gerais como exemplo de modelo a ser aplicado nacionalmente.







Comentários