Zema declara R$ 178,7 milhões ao TSE e registra alta patrimonial antes de disputa presidencial
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Ao oficializar seu registro de candidatura à Presidência da República pelo partido Novo, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema informou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio de R$ 178,7 milhões. O montante reflete um avanço de R$ 49,1 milhões na comparação com a prestação de contas de 2022, quando o político declarou R$ 129,7 milhões para disputar a reeleição ao governo mineiro.
A maior parte dos ativos declarados pelo candidato permanece centralizada na holding familiar criada para gerir os empreendimentos do grupo, com participação avaliada em R$ 94,4 milhões. A carteira financeira do empresário abrange ainda R$ 56,2 milhões distribuídos em fundos de investimento, R$ 16,8 milhões em participações em instituições financeiras, R$ 4,3 milhões aplicados em renda fixa e R$ 3,6 milhões referentes a cotas de seguradora.
No detalhamento entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacam-se também saldos baixos mantidos em depósitos à vista — com uma das contas correntes apresentando apenas R$ 14,86 de saldo e outra com R$ 9,8 mil —, além de R$ 119,02 na caderneta de poupança. A lista de bens imóveis inclui um imóvel residencial reformado, no valor declarado de R$ 704,8 mil, e um terreno obtido via doação, avaliado em R$ 70 mil.
Histórico e estreia no Planalto
Com trajetória consolidada no setor varejista antes da entrada na vida pública, Zema venceu a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2018 e alcançou novo mandato em 2022. Em 2026, concorre pela primeira vez ao cargo de chefe do Executivo federal, encabeçando a chapa do Novo. O envio do relatório de bens é parte obrigatória do ritual de registro de todas as candidaturas nas eleições gerais.







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