Eleições 2026: Entenda a regra dos dois votos para o Senado e evite anulação no dia da votação
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Com a renovação de dois terços das cadeiras na Casa, eleitores de todo o país escolherão dois nomes diferentes para representar seus estados.
Nas eleições de outubro, a urna eletrônica trará uma dinâmica que se repete a cada oito anos: a necessidade de registrar dois votos distintos para o Senado Federal. Como serão preenchidas duas vagas por unidade da Federação, cada cidadão votará duas vezes para o cargo. No entanto, repetir o número do mesmo candidato não duplica seu apoio — na prática, essa tentativa anula o segundo voto.
Segundo as diretrizes divulgadas pela Rádio Senado, a repetição do mesmo número invalida automaticamente a segunda digitação, computando apenas a primeira escolha. Por esse motivo, a orientação é definir previamente dois postulantes distintos registrados no estado ou Distrito Federal onde o eleitor vota.
Renovação expressiva no Congresso
O pleito elegerá 54 dos 81 integrantes do Senado, o que equivale à renovação de dois terços da Casa. A alternância ocorre devido ao mandato de oito anos dos senadores: em uma eleição é renovado um terço das vagas, e quatro anos depois, dois terços. Os 27 parlamentares eleitos no pleito anterior continuam em seus cargos até o término do mandato.
A quantidade de cargos em disputa no mesmo dia — que inclui presidente, governador e deputados — costuma provocar dúvidas e elevar o número de votos nulos ou em branco na corrida ao Senado. Especialistas alertam que a atenção do eleitor tende a se concentrar no Poder Executivo, deixando a definição dos representantes legislativos para última hora.
Para garantir que o processo ocorra sem sobressaltos diante da urna eletrônica, a Justiça Eleitoral recomenda que o cidadão leve os números dos seus candidatos anotados em uma cola de papel.







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