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Bebê sequestrada em Campo Grande é localizada no Paraguai após rastreamento de celular

  • há 20 horas
  • 2 min de leitura
Um casal foi preso pela polícia paraguaia.
Um casal foi preso pela polícia paraguaia.

Ação conjunta entre as polícias do Brasil e do Paraguai resultou na prisão de casal na fronteira e no resgate de recém-nascida de 28 dias.

Uma operação integrada entre a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e forças de segurança do Paraguai culminou no resgate de uma bebê de 28 dias sequestrada em Campo Grande. A criança foi encontrada na madrugada deste domingo (9) em um cativeiro no bairro Virgen de Caacupé, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.


A localização do paradeiro da recém-nascida foi viabilizada pelo rastreamento dos sinais de celular dos investigados. O monitoramento permitiu que os investigadores mapeassem a rota de fuga utilizada pelos suspeitos, que partiram da capital sul-mato-grossense, transitaram por Ponta Porã e atravessaram a linha internacional de fronteira.


Com o endereço identificado, equipes da Divisão Regional de Investigação Criminal e da Fiscalía do Paraguai executaram o mandado de busca e apreensão por volta de 1h15. A bebê foi resgatada saudável e levada ao Pronto-Socorro do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero para avaliação médica de rotina.


Cooperação internacional e desdobramentos

A intervenção na fronteira ocorreu no âmbito do Acordo de Cooperação Policial Internacional. O casal que mantinha a criança na residência foi preso em flagrante e colocado à disposição do Ministério Público paraguaio, enquanto tramitam os procedimentos administrativos para viabilizar a deportação e entrega dos suspeitos às autoridades brasileiras.


A ação em solo paraguaio sucedeu a prisão de outro investigado, ocorrida no sábado (8) em Campo Grande. O homem foi detido por agentes da DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) e do Garras sob a suspeita de ter ceditdo uma casa no bairro Universitário para ocultar a recém-nascida logo após o rapto. Em depoimento, ele declarou ser inocente e afirmou ter apenas emprestado o imóvel a um conhecido. As apurações continuam para esclarecer a motivação do crime e a participação individual dos envolvidos.


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